Compartilhando a dor.

Sei que todos gostam de compartilhar as alegrias.

Contar para alguém as coisas boas que aconteceram é algo que fazemos correndo.

Mas quando as coisas são ruins?

Saímos correndo para contar aos outros? Nós nos retraímos e nos escondemos?

Autoestima baixa:

Pela minha experiência, acho que ficamos cabisbaixos, com a autoestima baixa, evitamos falar e evitamos as pessoas.

Não é bom.

Não digo que devemos sair contando a nossa desgraça pelos quatro cantos, mas temos que ter um amigo ou familiar para compartilhar a dor.

Conversar um pouco sobre os acontecimentos e confidenciar a dor que estamos sentindo, nos ajuda a passar por isso.

Ter para quem contar, mesmo que não se desdobre em qualquer aconselhamento, é uma ajuda valiosa, diria uma benção.

Aguentar calado pode não ser a escolha mais saudável. Se sentir apoiado, sentir que não está só é importante.

Mas há casos onde realmente estamos sós – distante de todo mundo.

Ajuda Superior:

Aí, minha amiga, é hora de olhar para cima, perceber que há uma Força maior que nós, e que pode nos acolher incondicionalmente.

Quando compartilhados a dor do um amigo muito próximo, parece que este amigo fica ainda mais próximo.

Quando compartilhamos com o Deus da nossa crença, reforçamos também esse laço fundamental.

Confie no seu amigo ou no seu familiar. Procure ajuda profissional, quando for o caso.

Confie em quem nos olha lá de cima.

Beco

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