Como “ensinar” felicidade muda a vida de estudantes

Como “ensinar” felicidade muda a vida de estudantes

palestra rubens sakay

Professoras com meu livro – Hoje pode ser um dia melhor

O ano passado, no dia do professor, eu estava ensinando às professoras do ensino fundamental de Taguatinga, Escola Classe 42, como a ciência da felicidade poderia ajudar cada uma a ser mais feliz, e a praticar isso também com os estudantes daquela escola.

Universidade de Berkeley:

Hoje, lendo um artigo da Univ. Berkeley – Center for the Greater Good, me veio a reflexão da importância da felicidade para os estudantes, como isso pode melhorar a aprendizagem e, mais do que isso, ferramentá-los para uma vida plena.

Ensinamos muita coisa aos meninos, pensamos na carreira, na empregabilidade, o preparo de um cidadão completo, e nesse caso, a felicidade entra em cheio.

Precisamos preparar os jovens na capacidade de encontrar felicidade e sentido em suas vidas, escapando, sempre que possível da esteira hedônica do prazer e do acúmulo material.

As emoções representam um papel fundamental na aprendizagem dos jovens. Um ambiente onde as pessoas se importam umas com as outras, se ajudam, propicia a aprendizagem. As pessoas se engajam mais nas lições e colocam um esforço adicional para resolver os problemas. Isso vai equipá-las com um ferramental social e emocional fabuloso para enfrentar os problemas que a vida lhes reserva.

Sala de aula:

As habilidades socioemocionais podem ser inseridas na sala de aula, no convívio e nas atividades cotidianas. As pessoas devem aprender a exercitar a generosidade, a resiliência, a determinação e a atenção plena naquilo que fazem. A frustração e a ansiedade, que às vezes experimentamos, devem vir acompanhadas de compaixão, generosidade e perdão, e assim, evitar que assombrem as nossas vidas com tanto vigor.

A solução de conflitos fica potencializada> Os jovens encontram contentamento no convívio, e aprendem a buscar sentido em tudo que fazem.

O medo de errar e a incerteza com o futuro, tão comum nos jovens, devem ser relativizadas num processo de aprendizagem. Errar para acertar.

O aprendizado curricular, impregnado de aprendizagem social e emocional, permite que o jovem encontre sentido e felicidade no seu caminho.

Rubens Sakay (Beco)

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