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Esteja em paz e fique bem

Esteja em paz e fique bem

Esteja em paz, e fique bem, encarando a realidade com coragem e determinação.

Qualquer que seja a situação, temos que fazer a nossa parte para tornar esse mundo melhor. Não podemos tudo e não podemos mudar o rumo de muitas coisas, mas cabe a nós assumir a responsabilidade pela nossa vida.

Não podemos deixar correr sem rumo. O rumo é esse, sem rancor, sem ressentimentos.

Gentileza traz gentileza

Gentileza traz gentileza

Gentileza traz gentileza, todos nós já sabemos. Mas como devemos proceder para usufruir desse benefício? 

Vamos navegar um pouco nesse conceito e ver como isso se aplica nas mínimas situações do seu cotidiano.

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção, e quase nunca contamos com isso. Sempre ouvi dizer que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional. Custei a entender e mais ainda a aceitar, assimilar e aplicar isso em minha vida. Mas a disposição para sofrer menos é libertadora.

A dor:

A dor pode ser inevitável, e muitas vezes realmente o é.

A vida é dura e às vezes nos coloca de joelhos. Somos confrontados com situações para as quais não fomos treinados tais como a perda de entes queridos, a proximidade da nossa própria morte. 

Muitas coisas nos pegam de repente e nos surpreendemos com o nosso despreparo, o casamento, os filhos, o descasamento e assim por diante.

Colhemos muitas rosas no caminho, mas enfrentamos galhos espinhosos, e assim conhecemos a dor.

O sofrimento:

Quando as adversidades nos pegam de jeito, na maioria das vezes escolhemos enfrentar, lutar, digladiar, mesmo contra coisas que não nos dizem respeito. Lutamos e nos revoltamos contra coisas que não temos qualquer controle. É exatamente quando sentimos a nossa impotência e nos rendemos à nossa incapacidade, à nossa modesta dimensão é que conseguimos reduzir o nosso sofrimento. Escolhemos sofrer menos.  

Sofrer menos:

Quando somos apresentados à opção de sofrer menos, nos sentimos libertos, nos sentimos salvos.

É como se fôssemos liberados de carregar uma cruz tão grande, de ter que consertar o mundo.

Descobrimos o nosso papel, a nossa responsabilidade e o alcance das nossas ações.

Descobrimos que não somos Deus.

Não somos tão poderosos:

Quando descemos do pedestal que construímos para nós mesmos, nos colocamos no nosso lugar, no lugar comum onde se é permitido sentir a dor.

É o lugar e a posição de onde se enfrenta o mundo real, onde paramos de pensar que somos tão poderosos.

Sofrer menos é uma opção:

Assuma aquilo que é a sua vida.

Pare de querer cuidar da vida alheia.

Aceite a vida por inteiro, e faça o que está ao seu alcance.

Rubens Sakay

 

Perdoe e siga adiante

Perdoe e siga adiante

Perdoe e siga adiante na sua vida. Não fique estagnada, presa a coisas negativas do passado.

Você não pode mudar as coisas do passado, infortúnios e pessoas que te prejudicaram, mas a decisão de como vai levar a vida é sua.

Uma vida simples mas cheia de sentido

Uma vida simples mas cheia de sentido

Procure levar uma vida simples, mas cheia de sentido, na direção do seu crescimento pessoal.

O consumismo exacerbado de hoje em dia nos empurra cada vez mais para complicações, sofisticações e isolamento – isso nos afasta da felicidade, prejudica a nossa saúde e acredite, encurta a nossa vida. Leo Babauta já publicou o seu Manifesto sobre a simplificação com 72 dicas, e eu faço o mesmo com algumas poucas, mas importantes.

Mude para melhor, aceite o convite para mudar

Mude para melhor, aceite o convite para mudar

Mude para melhor, e abra os olhos para as oportunidades que você para mudar a si mesmo.

Escreveu Viktor Frankl no seu memorável livro “Em Busca de Sentido”, que quando não conseguimos mais mudar as circunstâncias, estamos sendo desafiados a mudar a nós mesmos. Isso é a pura verdade.

Sutil arte de ligar ou desligar

Sutil arte de ligar ou desligar

A sutil arte de ligar o F, na minha visão é a arte deliberada de se desligar de uma porção de coisas que não nos diz respeito. É um recurso valioso para reduzir o estresse e aprender a cuidar mais de si mesmo. Tirar o foco em outras pessoas. Este é o melhor ensinamento de Mark Manson no seu best-seller.

A sutil arte de ligar o F é se desligar:

O título do livro de Manson parece ofensivo, algo que não gostaríamos de ouvir numa conversa séria em família. Na verdade o título adotado no Brasil confunde um pouco o sentido que o autor deu à sua abordagem.

O nome correto do livro, e que traduz o “I gon’t give a f*ck”, seria “Eu não dou a mínima”.

Na explicação detalhada do autor, vem o ensinamento precioso de aprender a se importar com as coisas que realmente importam.

Meu vizinho comprou um carro mais bonito que o meu: “Eu não dou a mínima”.

O meu cunhado conseguiu um emprego melhor que o meu: “Eu não dou a mínima”.

Porque?

Uma recomendação para descobrir se você está se importando por muita coisa boba, é se perguntar porque você se importa com alguma coisa, e veja o que você descobre.

É bem provável que você chegue à conclusão de que está colocando muita coisa no seu radar que não deveria estar lá. Carregando muita coisa na sua mochila que não é seu negócio; pedras, peso morto, ferro-velho.

Veja se tudo isso não é motivado por insegurança, egoísmo, inveja e outros sentimentos negativos.

Um herói crítico:

Manson comenta sobre o “Disapointing Panda”, o herói que ninguém quer ter, aquele que fica te criticando no bom sentido, apontando para aspectos duros da sua vida. Ninguém precisa de um herói como esse, mas todos deveriam representar esse papel consigo mesmo. 

Se ligue naquilo que te diz respeito:

Não dar a mínima, na leitura de Manson não quer dizer se desligar de tudo, deixar tudo correr solto.

É na verdade se importar com aquilo que é a sua vida, e deixar a vida dos outros em paz.

Como já comentei em postagem anterior: Cuide mais da sua vida.

Se ligue em si mesmo.

Rubens Sakay