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Não se deixe consumir pela raiva

Não se deixe consumir pela raiva

Temos muitos motivos para sentir raiva, é uma coisa natural que vem lá de dentro do nosso ser ancestral. No entanto, temos que atentar para o fato que a raiva pode consumir a própria pessoa, e temos que fazer alguma coisa para evitar.

É um mal que infligimos a nós mesmos, e fazemos mal ao ambiente e às pessoas à nossa volta.

Nos ensina Thich Nhat Hanh em seu livro “Aprendendo a lidar com a raiva”,

A felicidade ao alcance da mão

A felicidade ao alcance da mão

Não deixe a felicidade escapar, e mantenha-a sempre ao alcance da mão.

Muita gente coloca o próprio bem estar fora do seu alcance, fazendo dela algo inatingível, algo que exija um esforço descomunal, ou ainda, signifique uma barganha fora de propósito para atingir.

Escolha ser feliz com as coisas que estão ao seu alcance todos os dias o dia todo. Tenha a felicidade perto de si. Tenha-a ao alcance da própria mão.

Não adie a felicidade para depois que se aposentar, depois do casamento, depois dos filhos.

Deixe ir o que te incomoda.

No nosso cotidiano temos muitas coisas que nos incomodam, e não raro são aspectos e comportamentos de outras pessoas. Isso acaba se tornando um ciclo vicioso e um alimento poderoso para a ruminação.

Temos que deixar ir os incômodos sem importância, e levar a vida com mais leveza.

Muitas coisas não nos afetam em nenhuma instância, mas só de ver e presenciar, nos sentimos incomodados.

É o jeito de alguém falar, uma mentira que vive contando, a fofoca que faz de outras pessoas.

Ajudar sem me intrometer.

Não devo meter o nariz onde não fui chamado.

Não deixe de ajudar, mas busque o bom senso, e deixe que o outro cuide da própria vida.

Busque o equilíbrio entre ajudar e permitir que o outro cresça resolvendo os próprios problemas, especialmente se tratando dos filhos.

Você gostaria que o outro se intrometesse na sua vida em assuntos tão particulares?

Consertar o que ficou errado.

Podemos reparar muita coisa do passado, sem mudar o passado.

É preciso coragem, honestidade e determinação para fazer os reparos, especialmente consigo mesmo.

Reparar com os outros, embora uma ideia simples, se torna difícil quando nos enchemos de orgulho, culpa e ressentimentos.

É difícil se desculpar.

Deixamos passar algumas coisas mal arrumadas, e acabamos nos sobrecarregando, pois tudo fica armazenado na nossa mente, e acaba virando uma fonte de estresse.

A luz no seu caminho.

O caminho pode se fazer escuro, e sempre imaginamos uma luz chegando para dar segurança aos nossos passos.

Temos muitas dúvidas e especialmente quando estamos em dificuldades, as escolhas não parecem tão evidentes e diretas. Tememos as consequências, levantamos dúvidas se as coisas irão mesmo acontecer.

É bom ter sempre uma fonte de iluminação, uma crença em uma Força Superior, mas podemos também lançar mão de outro recurso valioso. Quando ajudamos o outro, acendendo uma luz para ele, e essa mesma luz vai iluminar o nosso caminho, disse Buda.

Lições que vêm na calmaria.

Não precisamos estar em apuros para aprender alguma lição.

Lembra-se daquela frase de cinema: ”vou te dar uma lição”, e dá-lhe pancadaria.

Não precisamos estar sob chuva de tapas e socos para aprender alguma coisa.

Muitas lições vêm na calmaria, quando estamos serenos e tranquilos.