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Não se deixe consumir pela raiva

Não se deixe consumir pela raiva

Temos muitos motivos para sentir raiva, é uma coisa natural que vem lá de dentro do nosso ser ancestral. No entanto, temos que atentar para o fato que a raiva pode consumir a própria pessoa, e temos que fazer alguma coisa para evitar.

É um mal que infligimos a nós mesmos, e fazemos mal ao ambiente e às pessoas à nossa volta.

Nos ensina Thich Nhat Hanh em seu livro “Aprendendo a lidar com a raiva”,

A vida continua e o futuro será melhor

A vida continua e o futuro será melhor

Vivemos tempos muito estranhos, e verdades são questionadas severamente, mas temos que acreditar no nosso futuro, mesmo quando a tempestade ao nosso redor revolva tudo que a sua visão consegue alcançar.

2 tipos de reclamação: uma só atrapalha e irrita

2 tipos de reclamação: uma só atrapalha e irrita

Às vezes nos passa a impressão de que estamos reclamando demais, levando a vida de maneira muito azeda. Para confirmar, vale a pena fazer esta pergunta a alguém de sua confiança. Isso vai te dar uma noção se você está dando de vítima, se está com uma atitude negativa. Além disso, há dois tipos de reclamação, uma até te ajuda a resolver os problemas, a outra te transforma em uma pessoa pouco querida. 

Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Avalie sempre a importância que dá às coisas. Temos todos nós uma capacidade de distração incrível, especialmente quando as coisas são negativas. A nossa mente funciona assim, se apegando a coisas que nos incomodam de alguma maneira. Quanto mais tentamos nos livrar de tal pensamento, mais ele gruda na nossa mente.

Damos importância a tantas coisas que na verdade são insignificantes.

O pior é quando nos aborrecemos por coisas miúdas, gastando a nossa energia, paciência e aumentando o nosso estresse.

Já comentei isso numa postagem anterior: tire a cabeça das picuinhas.

Uma postagem antiga de Ali Hale me deu algumas dicas. I worry constantly about lots of little things.

As coisas pequenas continuam na nossa cabeça e tomam o nosso sono, tiram o nosso apetite, quando não nos empurram para a geladeira e o pote de sorvete.

O quanto sou diferente dos outros e ao mesmo tempo muito parecido

O quanto sou diferente dos outros e ao mesmo tempo muito parecido

Gostamos de pensar que somos diferentes dos outros, e às vezes ficamos buscando evidências das diferenças até para justificar diferentes opiniões e ações.

Isso acaba afastando as pessoas, pois devemos buscar afinidades, interesses convergentes e razões para estarmos juntos.

Busque os pontos comuns com os outros.

Somos iguais nas diferenças.

Somos diferentes nas semelhanças.

Mesmo quando buscamos as mesmas coisas, o contentamento em atingir é diferente de pessoa para pessoa.

Felicidade tem um significado diferente para cada um.

Menos prepotência e menos salto alto

Menos prepotência e menos salto alto

Já comentei diversas vezes que humildade não é humilhação. Não se sinta ridículo fazendo coisas miúdas.

Não se julgue muito importante para tratar de coisas pequenas. Até nas coisas pequenas há uma fonte de alegria e de felicidade.

As pessoas que se colocam num pedestal, ficam tão afastadas das coisas comuns que tenho dúvida se aproveitam a vida.

Estão tão distantes das pessoas que não conseguem exercitar a empatia. Não conseguem se colocar no lugar dos outros, pois sequer enxergam os outros.

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Temos uma tendência natural de querer controlar o mundo, e invariavelmente entramos em conflito com outras pessoas. Isso sem contar a decepção nas nossas iniciativas, pois a realidade é muito complexa e a nossa capacidade é realmente limitada.

Quando jovens, lutamos pela possibilidade de controlar a nossa vida e até pelo direito de controlar as nossas coisas.

Sonhamos com o dia em que completamos 18 anos para ter o controle sobre a própria agenda, dirigir, não dar satisfação aos pais.

Já adultos, e com a maturidade, passamos a olhar o mundo com mais aceitação. Deixamos um pouco de lado esse ímpeto de impor a nossa vontade, de controlar tudo que nos cerca.