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2 tipos de reclamação: uma só atrapalha e irrita

2 tipos de reclamação: uma só atrapalha e irrita

Às vezes nos passa a impressão de que estamos reclamando demais, levando a vida de maneira muito azeda. Para confirmar, vale a pena fazer esta pergunta a alguém de sua confiança. Isso vai te dar uma noção se você está dando de vítima, se está com uma atitude negativa. Além disso, há dois tipos de reclamação, uma até te ajuda a resolver os problemas, a outra te transforma em uma pessoa pouco querida. 

Você só descobre sua força indestrutível em tempos de crise

Você só descobre sua força indestrutível em tempos de crise

A psicologia enfatiza as forças e virtudes que temos dentro da cada nós e que devemos colocar a serviço da nossa felicidade e bem-estar.

As crises que parecem nos destruir nos estimular a colocar para fora aquilo que temos de indestrutível.

Quando o chão nos falta, a rapidez com que descobrimos onde nos segurar é uma habilidade que descobrimos em meio à crise.

Temos todos nós, algo que é feito de aço puro, indestrutível.

Serenidade – o que queremos e precisamos

Serenidade – o que queremos e precisamos

Há momentos em que tudo o que queremos e precisamos é um pouco de serenidade.

Quanto mais tentamos nos livrar dos pensamentos que atormentam a nossa mente, mais estressados ficamos, e a ciência mostra, como escreveu o então professor da Universidade de Harvard, Daniel Wegner, o que resiste, persiste. Os pensamentos que insistimos em afastar, resiste e cola na nossa mente como goma de mascar. Temos que deixar ir os pensamentos indesejáveis, sem resistir, deixando apenas que eles nos deixem serenamente.

A felicidade ao alcance da mão

A felicidade ao alcance da mão

Não deixe a felicidade escapar, e mantenha-a sempre ao alcance da mão.

Muita gente coloca o próprio bem estar fora do seu alcance, fazendo dela algo inatingível, algo que exija um esforço descomunal, ou ainda, signifique uma barganha fora de propósito para atingir.

Escolha ser feliz com as coisas que estão ao seu alcance todos os dias o dia todo. Tenha a felicidade perto de si. Tenha-a ao alcance da própria mão.

Não adie a felicidade para depois que se aposentar, depois do casamento, depois dos filhos.

Deixe as desculpas de lado

Não invente coisas para sabotar a si mesmo, e não coloque cascas de banana no seu próprio caminho.

Temos o hábito nocivo de inventar desculpas para justificar a nossa procrastinação, estagnação e negligência com os nossos próprios projetos.

Desculpas são os tijolos que constroem o fracasso. Colocamos uma a uma, empilhadas e acabam formando uma parede intransponível, e no final, nem nós mesmos acreditamos que vamos conseguir.

Pare de inventar, justificar e coloque a sua energia no caminho da realização, da consecução dos projetos.

A vida é uma só – os dias são longos, mas os anos são curtos.

Não resista ao medo

Não resista ao medo. O que resiste persiste, e assim funciona também com o medo.

Quando nos preocupamos muito com o medo que nos domina, aumenta mais a capacidade dele nos imobilizar.

Aceite o medo com serenidade, como parte de você mesmo, e deixe ele ir embora. Não faça tanta resistência pois a sua mente acaba segurando e agarrando o medo com tanta força que não permite que ele se vá.

Não coloque tanta atenção e energia no medo, pois a nossa mente segura exatamente aquilo que queremos abandonar.

Foco no positivo pode não ser o bastante.

Quando as coisas não dão certo, temos que focar os pontos positivos, não desanimar, mas isso pode não ser o bastante.

Temos que lutar diligentemente para reduzir os pontos negativos. Temos que trabalhar para aumentar os pontos positivos. E há uns tantos pontos que precisam ser transformados, pois não são nem positivos nem negativos na essência.

O pensamento positivo pode ajudar, e acredito que a mente fica mesmo sintonizada para o bem, mas é preciso eliminar as coisas que nos incomoda, fazer a nossa parte, partir para a ação, atacando aqueles pontos que estão em evidência, estão na nossa cara.

Todo mundo já enfrentou situações semelhantes, por exemplo, se dar conta que o endividamento está nos afogando. Não há muito o que pensar, é cortar gastos drasticamente, renegociar as dívidas, se desfazer de algumas coisas, fazer caixa e sair da crise.