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Algo a oferecer

Temos sempre algo a oferecer. Você pode acreditar nisso.

Tenha sempre algo valioso para oferecer, pode ser um ensinamento, um bom conselho, uma ajuda ou mesmo um bem material.

Quem dá recebe, e temos que estar prontos para oferecer ajuda de maneira generosa, sem almejar nada em troca.

Como escreveu Samuel Johnson, “o verdadeiro valor de uma pessoa é a maneira como ele trata alguém que não pode lhe trazer qualquer benefício”.

Qualidade nas interações.

Prime por conexões humanas cheias de qualidade, carregadas de energia positiva.

Não deixe o rancor, os ressentimentos a inveja e tantos outros sentimentos negativos povoarem as suas conexões com as pessoas. Não coloque veneno, não ofenda nem provoque reações que você mesmo não vai apreciar.

Plante exatamente o que quer colher. Se você quer simpatia, seja simpático. Se você quer ser bem tratado, trate bem os outros.

Experimente algumas receitas que dão resultado.

Toda vez que passar pelo caixa do supermercado, dê um sorriso autêntico, do fundo do coração, e faça um comentário positivo, elogie e seja agradável.

Ajude quem está em sofrimento.

Quando alguém te impõe algum sofrimento, olhe para ver se ela não está em sofrimento. Pode ser porque o sofrimento dela mesmo não consiga ser contido e acaba espirrando em você. Quando isso acontece, temos o ímpeto de revidar, de impor a ela mais sofrimento. Pense um pouquinho se o melhor não é ajuda-la. Oferecer alguma forma de apoio para que o sofrimento dela própria possa ser amenizado.

Pense numa situação em que seu ente querido está em sofrimento. Qual o tipo de providência você tomaria para aliviar o seu sofrimento?

Quando a situação for semelhante com alguém que te coloca em sofrimento, faça alguma analogia. Pense um pouco mais na cura e não no sofrimento.

Menos em você, mas não menos de você.

Já comentei outro dia que humildade não é humilhação.

Pense menos em você, mas nunca menos de você. Seja humilde e coloque os outros em destaque, cuide dos outros, mas sem se descuidar de você mesmo. Não pense menos de você, não se diminua, não se desvalorize, não se coloque por baixo.

É bastante possível exercitar a humildade com nobreza, com compaixão, com misericórdia, sem ser arrogante, ou mesmo se desmerecendo.

Quando olhamos mais pelos outros, exercitamos a generosidade, a afeição, a compaixão, e tudo isso nos coloca para cima, são virtudes que nos nutrem, nos tornam mais fortes, melhores pessoas.

Não se esconda na caverna.

Tempos duros e difíceis podem nos remeter para debaixo das cobertas, nem tanto uma depressão, mas uma vontade de sumir, se meter na caverna e se isolar.

Ao reconhecer essa emoção chegando até você, aceite, é algo natural, mas deixe ela se instalar.

Procure contato com pessoas, seus amigos e familiares – não fique sozinho – não se esconda na caverna.

Não se deixe aprisionar no labirinto de pensamentos negativos e baixa autoestima.

O eu muito escondido.

Vivemos tanto tempo em piloto automático, correndo atrás das prioridades do trabalho, que sequer encontramos consigo mesmo.

O eu fica tão escondido que nem mostra a sua cara durante o dia todo. É lamentável, e temos que consertar isso.

Temos que aprender a se conhecer, e deixar que essa pessoa maravilhosa se revele em tudo que fazemos.

Não tenha medo do que vai encontrar, se aceite por completo, pois a aceitação é condição essencial para mudar aquilo que quer mudar.

A luz no seu caminho.

O caminho pode se fazer escuro, e sempre imaginamos uma luz chegando para dar segurança aos nossos passos.

Temos muitas dúvidas e especialmente quando estamos em dificuldades, as escolhas não parecem tão evidentes e diretas. Tememos as consequências, levantamos dúvidas se as coisas irão mesmo acontecer.

É bom ter sempre uma fonte de iluminação, uma crença em uma Força Superior, mas podemos também lançar mão de outro recurso valioso. Quando ajudamos o outro, acendendo uma luz para ele, e essa mesma luz vai iluminar o nosso caminho, disse Buda.