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Com as duas mãos

Com as duas mãos

Venho de uma cultura japonesa onde damos e recebemos com as duas mãos. Me lembro, na minha tenra idade, minha mãe se recusando a me entregar alguma coisa até que eu estendesse ambas as mãos. Neste início de ano, tive uma experiência fantástica que me remeteu imediatamente à essa lição, à essa lembrança.

O poder da sua presença

Compreenda o poder da sua presença. Nós subestimamos o poder que a nossa presença tem nas outras pessoas. Toda vez que estiver na presença de outra pessoa, se dedique totalmente, não fique alheio, distraído, aproveite bem e interaja generosamente.

Dê esse precioso presente à outra pessoa, esteja disponível enquanto estiver com ela.

Ouça com atenção, se mostre interessado, dê sua opinião sincera, dê boas gargalhadas.

Quando o motivo do encontro for triste e complicado, seja compassivo, aconselhe, ofereça a ajuda de um ombro amigo.

Sinceridade.

Procure ajudar as pessoas. Dê qualidade aos relacionamentos, e seja sincero nas interações.

É melhor ser sincero, mesmo recebendo alguma contrariedade, e equilibre a sinceridade com a generosidade.

A sinceridade não é ofensiva quando a desempenhamos de coração aberto. Por outro lado, quando queremos ferir, contrariar e mostrar oposição, sempre vamos alimentar os conflitos e desentendimentos.

Aja da mesma maneira, mesmo no meio de várias pessoas, seja autêntico, não dissimule.

Detectando a insinceridade.

Sabemos quando as pessoas não estão sendo sinceras.

Devemos evitar cair na armadilha de querer agradar só pra não ficar mal com os outros, pois as pessoas detectam a insinceridade, e isso volta para nós mesmos com uma carga negativa.

Seja sincero nos relacionamentos, faça com o coração.

Se não puder sincero, é melhor não alimentar tal relacionamento, pois vai te imputar uma carga emocional desnecessária.

O eu muito escondido.

Vivemos tanto tempo em piloto automático, correndo atrás das prioridades do trabalho, que sequer encontramos consigo mesmo.

O eu fica tão escondido que nem mostra a sua cara durante o dia todo. É lamentável, e temos que consertar isso.

Temos que aprender a se conhecer, e deixar que essa pessoa maravilhosa se revele em tudo que fazemos.

Não tenha medo do que vai encontrar, se aceite por completo, pois a aceitação é condição essencial para mudar aquilo que quer mudar.

Ajudar sem me intrometer.

Não devo meter o nariz onde não fui chamado.

Não deixe de ajudar, mas busque o bom senso, e deixe que o outro cuide da própria vida.

Busque o equilíbrio entre ajudar e permitir que o outro cresça resolvendo os próprios problemas, especialmente se tratando dos filhos.

Você gostaria que o outro se intrometesse na sua vida em assuntos tão particulares?

Deixar de reagir às críticas negativas.

Responder ou reagir. Pode parecer mesma coisa, mas definitivamente não é.

Responder é fazer com consciência, dizendo aquilo que realmente queremos dizer, e que não vamos nos arrepender. E mais, não vai alimentar a ruminação interminável sobre o incidente negativo.

Reagir, por outro lado, e entrar no jogo das ofensas e agressões, dizendo o que está na ponta da língua, e que foi comandado pelo nosso cérebro antigo e primitivo. Os desdobramentos são sempre desastrosos, uma mágoa desnecessária pra cima do agressor.