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A zona de conforto pode te isolar, mas também pode te proteger

A zona de conforto pode te isolar, mas também pode te proteger

Todos nós pensamos numa zona de conforto, especialmente quando nos sentimos em crise ou ameaçados. Não devemos nos isolar por qualquer coisa, nem ativar o espírito de ermitão.

Mas quando nos sentimos tristes e deprimidos, uma boa receita é buscar a zona de conforto de cada um.

É um artifício mecânico, mas é uma pausa para o sofrimento que estamos experimentando.

Amplie sua zona de conforto.

 

A vida da gente é composta de zonas de conforto e de desconforto.

Certamente quanto maior a zona de desconforto mais desconfortáveis estamos com a vida – é meio evidente.

Temos que aumentar a zona de conforto para ficarmos mais satisfeitos com a vida e portanto, mais felizes.

Quando temos uma zona de conforto muito pequena, ficamos enclausurados pois tememos os riscos e o desconforto de sair dela, e consequentemente deixamos de usufruir de uma vida plena.

Não se afaste dos riscos e das emoções da vida.

É comum as pessoas desejarem e buscarem uma certa insensibilidade após tantos revezes da vida.

Bloquear e excluir as emoções na vida, acaba por excluir a própria vida.

Entenda que a vida é feita de riscos que temos que correr, e como desdobramento disso vem as emoções, sejam fortes, boas ou más. Mas isso é a vida.

Viver alienado das emoções é como pilotar um barco sem bússola, sem direção.

As emoções nos orientam na seleção de caminhos, nas decisões.

Sem emoções e como estar à deriva.

O oposto também é complicado. Excesso de emoção pode perturbar o pensamento sereno e objetivo, especialmente nas decisões – existe aqui também o caminho do meio.

Entenda que as emoções estão arraigadas no nosso ser ancestral, sobrevivente.

Controlar as emoções pode não ser o procedimento razoável, mas entender e lidar com as emoções pode soar mais adequado.

A serenidade no trato das emoções pode significar a diferença entre construir e destruir.

Beco