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A aceitação não é um pacto com a mediocridade.

A aceitação não implica em resignação, mas simplesmente compreender e aceitar aquilo que está fora do nosso alcance.

Não quer dizer que gostamos ou que vamos conviver com isso, portanto, não é um pacto com a mediocridade.

Devemos aceitar as pessoas como são, fugindo da tentação prepotente de querer mudar as pessoas ao nosso critério.

Julgar as pessoas e criticar severamente a tudo e a todos e um sinal claro de prepotência.

Os frutos de nossas ações.

Somos responsáveis por tudo que fazemos, e as nossas ações têm consequências, para o bem e para o mal.

Temos que pensar seriamente nos frutos de nossas ações antes de executá-las.

Nenhuma ação é totalmente inócua, ela produz resultados e temos que assumir a responsabilidade.

Quem pensa que levar a vida em piloto automático, levado pelas circunstâncias não implica em consequências, está equivocado, pois mesmo a falta de ação é uma decisão que pode causar mal a outra pessoa.

Estamos no mesmo barco.

Estamos juntos nessa jornada, e tenho que ter em mente que o meu crescimento pessoal se dá com os outros. Conto com a ajuda de outros, da mesma forma que procuro ajudar sempre que posso.

Não tenho todas as respostas, e ter a mente aberta para aprender sempre, com qualquer pessoa, em qualquer circunstância é importante na minha jornada.

Quero ficar sempre vigilante para não dar uma de sabichão, dono de todas as respostas, pois aí, terei parado de aprender.

É importante compreender que estamos todos no mesmo barco, e ninguém tira vantagem do outro sem algum prejuízo um pouco mais adiante.

O medo de cometer erros.

O medo excessivo de cometer erros pode nos paralisar. Tememos errar, tememos as consequências e acabamos não saindo do lugar. Temos que agir e realizar os nossos sonhos e projetos, a despeito do medo – parte da natureza humana.

Podemos ter absorvido esse medo na nossa educação, pois os pais incutem muito esse medo de errar, e os pequenos acabam assimilando.

O perfeccionismo e a excessiva cobrança, ou mesmo as punições, acabam exacerbando o medo de errar. A paralisação é uma das consequências, sem contar o estresse que acaba nos corroendo, e prejudicando a nossa saúde.

As frutas no galho baixo.

Quando passamos a prestar atenção na abundância da vida, a primeira coisa que deveria chamar a nossa atenção, é o que chamamos de frutas do galho baixo. Aquilo que não precisamos qualquer esforço para colher e desfrutar.

É o bem estar momentâneo, a satisfação de ter a companhia de alguém, uma refeição deliciosa. É a natureza no canto do pássaro ao longe, a flor que acaba de desabrochar. Uma coisa mínima pode passar despercebida como a música de sua preferência tocando no ambiente.

Quando falamos de apreciar a vida nas pequenas coisas do cotidiano, significa simplesmente colher as frutas do galho baixo.

Não procure o que não quer.

Quem procura encontra. Não procura o que não quer e evite o sofrimento.

Examine o seu comportamento e mude a sua conduta.

Não provoque o sofrimento nas outras pessoas, pois o sofrimento é também o seu.

O mundo é um só, e somos todos interconectados.

Preste atenção no circulo vicioso dos relacionamentos. Evite os conflitos.

Quando os planos fracassam.

Temos que ter sempre um plano B, no caso dos planos originais fracassarem.

Nem tudo sai conforme imaginamos e planejamos, e não devemos ficar paralisados, do contrário não faríamos nada na vida.

A vida é imprevisível, e uma mudança de planos acontece todo momento, e para isso temos que estar preparados.

Há que se ter flexibilidade suficiente para mudar o rumo das coisas de acordo com as circunstâncias. Isso inclui mudar de opinião acerca de projetos, pessoas e abordagens.