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Arquivo da categoria ‘Resultados’

Devemos evitar a imobilização, amedrontados pelo tamanho da jornada. Comece pequeno, e se contente em fazer um pouquinho de cada vez.

Dê um pequeno primeiro passo, e faça o que está ao seu alcance.

O início do ano é sempre inspirador começar algo que temos protelado. Uma dieta, exercício físico, reatar relacionamentos, resolver conflitos familiares crônicos.

Comece pelo começo. Pode parecer evidente, mas sem planejamento, começamos no meio, nos frustramos com os primeiros resultados e paramos aí.

Faça um mínimo planejamento, enumere as tarefas, etapas e comece como puder.

Não espere a condição ideal para começar, pois ela pode nunca aparecer, e afinal, você já inventou desculpas demais para não começar.

Pense em si próprio, nos benefícios, na autoestima, no futuro. Não fique pensando muito, pesando argumentos desnecessários, e comece pra valer.

Ao dar o primeiro passo, pare, aprecie a sua coragem em começar, foque o segundo passo e siga adiante.

Não pense muito na longa jornada, mas tenha sempre em mente o grande objetivo, ele vai te estimular para seguir caminhando.

Algumas empreitadas são especialmente difíceis, como abandonar um hábito tóxico, o fumo, a bebida, mas exatamente nesses casos, começar com um passo pequeno (baby steps) é a recomendação segura.

Faça com segurança e com vontade, como o bebê que se levanta e avança o pezinho para frente.

Não cobre de si tanta perfeição, o mundo não vai perceber.

Não fique deprimido se falhar e falsear em alguns momentos, afinal tropeçamos e nos levantamos – assim é a vida.

Mantenha a cabeça erguida, o olhar para frente e não desanime.

Perseveramos, lutamos, e um dia de cada vez, somos felizes enquanto tudo isso acontece.

R.S. Beco

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Quem procura encontra. Não procura o que não quer e evite o sofrimento.

Examine o seu comportamento e mude a sua conduta.

Não provoque o sofrimento nas outras pessoas, pois o sofrimento é também o seu.

O mundo é um só, e somos todos interconectados.

Preste atenção no circulo vicioso dos relacionamentos. Evite os conflitos.

Temos que colocar o foco das nossas iniciativas naquilo que queremos. Temos que buscar a consecução dos nossos desejos.

Buscar o que não queremos, é um desperdício, mas acontece, e devemos evitar.

Evite as pessoas desagradáveis, pois do contrário vai receber o que não quer.

Se livre dos hábitos tóxicos, álcool, fumo e outros tantos, pois vai ter o que não quer – malefícios para a saúde em todos os sentidos.

Não se empanturre de doces e comidas pouco saudáveis, senão o organismo vai reclamar.

Evite os conflitos pessoais, ou vai colher muitos desentendimentos.

A vida é uma só, e devemos aproveitar o máximo, fazendo aquilo que nos dá prazer, o que nos completa e dá sentido às nossas vidas.

Temos que procurar companhias agradáveis, pessoas interessantes e oportunidades para aprender e conviver em harmonia.

Não devemos provocar os outros, levantar descontentamentos, nem cutucar a onça com vara curta.

Colhemos o que semeamos, e inútil achar que vamos colher tomates se estamos semeando capim.

A vida é circular, e mesmo que os desdobramentos não ocorram num prazo curto, tudo acaba retornando para o bem e para o mal.

Levar a vida de bem com tudo e com todos, é uma boa receita para que coisas boas aconteçam, e que os resultados sejam aquilo que sempre desejamos.

Deseje o bem e procure o bem. Distribua o bem, ajude e sempre terá a boa surpresa de receber ajuda, mesmo que inesperada.

Não se esqueça de agradecer por tudo que tem recebido. Deixe sempre a porta aberta para que as graças cheguem até você.

R.S. Beco

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Temos que ter sempre um plano B, no caso dos planos originais fracassarem.

Nem tudo sai conforme imaginamos e planejamos, e não devemos ficar paralisados, do contrário não faríamos nada na vida.

A vida é imprevisível, e uma mudança de planos acontece todo momento, e para isso temos que estar preparados.

Há que se ter flexibilidade suficiente para mudar o rumo das coisas de acordo com as circunstâncias. Isso inclui mudar de opinião acerca de projetos, pessoas e abordagens.

Fala-se sempre em ter um plano de contingência, que é basicamente um plano que entra em ação quando uma contingência nova simplesmente impede o prosseguimento do plano original.

Isso vale para tudo na vida. A vida profissional, pessoal, mudança de cidade, aposentadoria, segunda carreira e assim por diante.

Eu gosto muito de planejar as coisas, e reconheço hoje que falhei em quase tudo que planejei, mas um ponto positivo eu tiro de toda essa história.

Planejar é bom, a despeito de toda essa deficiência. Quando planejamos, corremos atrás dos objetivos, cumprimos etapas, perseveramos e vemos com mais nitidez aquilo que almejamos. O planejamento nos coloca no rumo, nos motiva e quase sempre chegamos perto daquilo que planejamos, ou ainda em algo maior e melhor.

A falta de planejamento, por outro lado, conduz a muita improvisação, e a resultados totalmente inesperados e indesejáveis.

De um modo geral, vejo sempre vantagem em planejar e tomar as medidas necessárias para que os objetivos se realizem.

Mas os planos podem falhar, e isso acontece com mais frequência do que imaginamos.

Temos que ter outro plano, que costumamos de chamar de plano B, que evita a paralização, a imobilização.

O fracasso nos planos não significa fracasso na vida, e a vida continua, temos que seguir adiante, mesmo com alguma mudança de rumo.

A vida é abundante, e podemos nos realizar de mil maneiras diferentes, e a felicidade pode vir de situações e eventos distintos.

Temos que ter a mente aberta e o coração preparado para trilhar caminhos diversos.

Importante se desligar do caminho abandonado, evitando com isso o arrependimento, e as amarras com o passado não concretizado.

O futuro é construído agora, e existem muitas maneiras de construí-lo.

R.S. Beco

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Temos muitas dúvidas nesse caminho da vida. Somos apresentados a múltiplas escolhas e frequentemente ficamos confusos e receosos de que não estamos fazendo a escolha certa.

Ainda, depois que escolhemos um trajeto, um projeto, uma carreira, ficamos impacientes de que os resultados imaginados desde o início demoram a aparecer.

Por vezes queremos chutar o pau da barraca e virar a mesa, mas temos que ter serenidade, pois quase nada aparece do dia para a noite. Os resultados vêm devagarinho, e temos que atentar para o progresso que estamos fazendo.

Confira com outras pessoas, converse e procure colher outras opiniões. Muitas vezes estamos tão imersos no projeto, que a ansiedade nos impede de ver um avanço, um novo tijolo na construção.

Se acreditamos no caminho, temos que manter o passo e se desligar um pouco e abrandar a ansiedade. Os resultados certamente aparecerão, e no final, vamos ficar confortados com as escolhas feitas.

O que acontece é que fazemos tudo direitinho e queremos usufruir dos resultados, mas a maior habilidade do homem é esperar pelos resultados futuros.

Vários experimentos conduzidos em reputadas universidades americanas, demonstraram que as crianças que foram capazes de demonstrar a capacidade de adiar a recompensa, esperar um pouco mais para ter um resultado melhor, se tornaram adultos mais completos e resilientes.

Temos que exercitar isso mesmo quando adultos. Praticar a paciência e caminhar um pouco mais até enxergar o horizonte depois daquela curva. Se o resultado não aparecer de pronto, persistir e caminhar um pouco mais, até passar aquele morro adiante e avistar o horizonte mais largo.

Um exemplo sempre citado que ilustra a persistência é a de Thomas Alva Edson, o inventor da lâmpada e de tantos outras maravilhas do mundo moderno. Contam que Edson, depois que concebeu a lâmpada, começou a testar os materiais que poderiam compor o coração da lâmpada, o filamento. Só conseguiu chegar no material adequado, depois de testar milhares de materiais, o que teria levado à desistência qualquer pesquisador comum.

Temos que nos manter com diligência no nosso caminho, pacientemente, até que os resultados apareçam.

R.S. Beco

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Temos que fazer a nossa parte, pois nada vai cair de bandeja.

É preciso ter fé, acreditar numa Força Superior que pode tudo, mas ainda assim, temos que fazer o que tem que ser feito.

Deus está no controle, mas as ações e iniciativas, temos que assumi-las nós mesmos.

Assumir o controle de nossas vidas, é parar de deixar a vida no piloto automático, saboreando cada momento e influindo para que cada evento do seu dia tenha resultado consciente, tenha sido pensado.

Temos que nos levantar da cadeira e começar a agir, repassar a lista de coisas a fazer e ataca-las uma a uma.

É muito importante ter em conta que cuidar de si próprio nem precisa estar na lista, pois é um item de permanente reflexão.

O que tiramos da vida é exatamente aquilo que queremos tirar. A vida é resultado daquilo que fazemos, e assumir hábitos tóxicos e comportamentos pouco saudáveis certamente trazem consequências indesejáveis, especialmente quando atingimos a idade avançada.

Ficar incomodando os outros, e envenenando os relacionamentos com mentiras e manipulações, certamente acaba em isolamento, maus tratos e rompimentos. O mundo é cheio de gente interessante, e os amigos indesejáveis acabam sendo descartados e isolados.

Temos que cultivar, semear, plantar e cuidar da nossa vida com carinho. Colhemos o que plantamos, e temos que nos tornar jardineiros conscientes, pois estamos plantando o jardim da nossa vida, que é único.

Devemos parar de reclamar da vida e fazer algo para que ela mude para melhor.

Parar de fazer o papel de vítima, pois fomos todos aquinhoados com uma carga de problemas, e isso, mais do que uma desgraça, representa a matéria prima para o nosso crescimento.

Quem quer assumir de fato o seu próprio crescimento pessoal, deve colocar atenção redobrada às dificuldades e adversidades que a vida lhe apresenta. São elas as dicas valiosas para caminhar com desenvoltura por esta vida, adquirindo maturidade e experiência.

Assim como não queremos inverter o nosso crescimento, encolhendo cada dia até desaparecer, tampouco queremos nos tornar cada dia uma pessoa pior.

O crescimento pessoal é um caminho inevitável e temos que assumir a nossa responsabilidade.

R.S. Beco

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Temos a felicidade à vista e logo a perdemos no nosso radar. Será que a felicidade é uma ilusão de ótica?

Será que ela existe de fato, e quando é que vamos ter a felicidade do nosso lado para sempre?

Há sempre aquele dizer dos contos de fadas: e eles viveram felizes para sempre. Será que isso é verdade ou a felicidade também é uma entidade do conto de fadas?

Ninguém é feliz o tempo todo, isso eu já aprendi. E não dá sequer para pensar na felicidade quando estamos passando fome, atordoados com tantos problemas no olho do furacão.

A felicidade é fruto de uma percepção que temos da nossa vida, de nós mesmos e da realidade que nos cerca.

Há pessoas que não conseguem ser felizes não importa quantas escolhas, realizações e predicados genéticos tenha lhe sido agraciadas.

Outras pessoas conseguem experimentar a felicidade em vários momentos da vida, a despeito de muitas privações e adversidades que tenha enfrentado.

Assim como a felicidade, é o amor. Já conheci pessoas que diziam que nunca tinham amado alguém de verdade, e reciprocamente nunca se sentiram amadas do fundo do coração.

Volto à questão da percepção. Temos que ficar atentos quando a felicidade nos atinge, e ela vem de maneira sutil.

Ela não vem de repente com o carro novo que ganhamos, nem tampouco com a loteria, ou mesmo o emprego dos sonhos.

Ela vem de mansinho com a nossa abertura para perceber o quanto fomos agraciados e favorecidos nas escolhas, realizações e iluminação.

Percebemos a felicidade chegar, nas situações mais corriqueiras, e nem precisa ser a entrega do Oscar, tapete vermelho ou coisa assim. Basta que sintamos a alegria de estar vivo para usufruir desse momento e sentir o que estamos sentindo.

É inexplicável, não é quantificável, e temos que estar com a mente o coração abertos para perceber e desfrutar.

Fique atento, e seja feliz.                                                                   R.S. Beco

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Não fique frustrado por não concluir aquelas metas extraordinárias.

Estabeleça metas menores e intermediárias de modo que você termine o seu dia com uma noção de realização, de conclusão mesmo que parcial.

Quando focalizamos apenas o final da construção, ficamos frustrados como se o final nunca chegasse.

Temos que planejar com objetivos intermediários para poder comemorar, ainda que a obra não esteja finalizada.

É aquele conceito de fazer um churrasco quando batemos uma laje, durante a construção de uma casa. Quando a cobertura fica pronta, é mais um bom motivo para comemorar.

Assim deve ser com todos os projetos da vida.

Pensamos uma vida profissional bem sucedida, cargos gerenciais, salários polpudos, status e prestígio, afinal, quase todas as carreiras se parecem.

A conclusão dos nossos projetos é carregada de muita ansiedade. Queremos tudo e queremos logo.

Se começamos, queremos concluir logo. Quando adoecemos, nos medicamos e queremos nos levantar da cama já.

A insatisfação de ver os projetos no meio do caminho deve ser equilibrada com comemorações no meio do caminho.

Dê uma parada e olhe o que já foi feito, quanto você já caminhou.

A vida é construída passo a passo, um dia de cada vez.

Não acordamos um dia, e ao abrir os olhos nos deparamos com o projeto concluído.

Temos que trabalhar muito, colocar um tijolo por vez, concluir etapa por etapa e lá na frente, com calma, chegamos ao final.

Paciência, perseverança e fé na nossa capacidade de chegar ao final com o mesmo entusiasmo.

Se lutamos, lutamos e ainda assim nos frustramos com os resultados, temos que olhar imediatamente para as metas e objetivos que estabelecemos para as nossas empreitadas.

Quem sabe não está faltando uma definição de metas intermediárias.

Quem sabe não devemos comemorar os resultados parciais.                                            R.S. Beco

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Tive muita sorte na vida, e não digo do ponto de vista material, pois nesse setor não tenho qualquer posse para contar história.

Mas o meu caminho foi sempre iluminado quando a luz me faltava.

Aprendi, nesses meus sessenta anos, que a sorte agracia aqueles que se empenham, dão duro, e levam a vida a sério.

Se você se acha uma pessoa sem sorte, pense por um momento nas coisas boas que te aconteceu, e vai se dar conta que não foram poucas as ocasiões em que a sorte te ajudou.

Pode dizer que foi a mão Divina, a oração que você dedicou à situação, mas pode crer que foi mesmo o seu empenho em fazer as coisas certas.

Leve a vida a sério, e você vai ver que tudo dá certo.

Você conhece aquela expressão: não espere cair do céu. Tem a ver com fazermos a nossa parte que os resultados aparecerão.

Simplesmente rezar e esperar que um milagre aconteça não é uma atitude razoável nem mesmo para religiosos.

Quero sempre ter a sorte ao meu favor, e para isso faço a minha parte, dou duro, faço o meu dever de casa.

Deus ajuda quem cedo madruga, diz o ditado, e significa que a ajuda vira para aqueles que se dedicam.

Não desprezo a fé em Deus, aquele da sua crença, e eu sou particularmente devoto. Mas estamos nessa vida para fazer alguma coisa, aprender e realizar.

Aqueles que assumem sua responsabilidade a despeito da crença numa Força Superior, pe3rceberão que a sorte faz parte do seu caminho, da sua realidade.

Há que paciência em tudo que fazemos, pois os resultados podem demorar um pouco a aparecer.

Assumir uma postura de pessoa desafortunada, sem sorte, não vai ajudar em nada.

O melhor a fazer é aceitar de coração aberto tudo que a vida te ofereceu.

Quem agradece o que recebeu está abrindo caminho para receber mais.

R.S. Beco

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Não sei por onde começar, costumamos dizer.

Quando ficamos confusos e de certa forma imobilizados, é porque não encontramos o começo, o fio da meada.

O fato é que as situações podem ficar confusas, e precisamos de serenidade e um pouco de tempo para descobrir por onde começar.

Encontre o começo e comece por aí.

Devemos admitir que o primeiro passo vem primeiro – primeiro as primeiras coisas.

A vontade e a ansiedade de querer fazer tudo de uma vez é o que nos confunde.

Pense pequeno, e pense o primeiro passo e comece.

O importante é começar, pois as outras etapas começam a ficar claras a partir daí.

Ficar imobilizado e dominado pela inércia não é um bom negócio.

Precisamos agir, sair do lugar, fazer a diferença.

A realização é uma fonte de felicidade.

Estamos nessa vida para fazer coisas, realizar coisas que façam sentido para cada um.

Não há um caminho certo definido, e cada um vai descobrir a sua trajetória, o seu passo e ritmo.

Faça – realize – conclua.

Dê o primeiro passo e você vai sentir a satisfação de sair da inércia, o conforto do movimento.

Você vai ver que o confortável não é ficar parado, mas estar em movimento, realizando coisas.

Você é capaz. Muitas vezes perdemos a noção de quanto somos capazes.

Encontre o seu caminho, o seu fluxo, no conceito de Mihaly Csikszentmilahyi.

Estar em fluxo é fazer aquilo que faria até de graça, aquilo que fazemos e não vemos o tempo passar.

Siga o seu instinto, a sua vontade, desejo e inclinação.

Deixe a sua emoção te guiar, mas esteja em movimento.                                                                                                             R.S. Beco

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O medo pode nos paralisar.

E o medo de errar pode esconder o perfeccionismo e o hábito de pensar demais e fazer de menos.

Quando evitamos erros a qualquer custo é sinal de que nada realizamos, pois erros fazem parte da nossa jornada e principalmente da nossa aprendizagem.

Aprendemos errando desde os primeiros passos que demos na nossa vida.

Não queremos cair, mas quando o fazemos, olhamos logo onde escorregamos e procuramos seguir adiante com essa lição em mente.

Às vezes somos educados com um rigor excessivo contra cometer erros. É errado e nós sabemos disso pois acabamos ficando amedrontados com a vida e a possibilidade de errar.

Podemos também desenvolver ou mesmo nascer com uma síndrome de perfeição, o que também nos leva a temer resultados imperfeitos e portanto insatisfatórios.

Devemos examinar de onde vem esse medo.

Será que é perfeccionismo?

São cobranças que faz de si mesmo, e faz sentido, são razoáveis?

Escreva num papel um erro que cometeu, e em seguida procure escrever, com honestidade algumas lições que aprendeu com esse erro.

Sempre há uma lição. Como fazer para não incorrer no mesmo erro?

Uma vez que você tenha aprendido que cometer erros não é de todo ruim, se libere mais para cometer alguns erros.

Se liberte desse medo, ou dessa gana por perfeição.

Como escreveu Catherine Pratt no blog Live with Confidence: o medo de cometer erros de limita para coisas novas e não te tira da zona de conforto, o que é um desperdício dos seus talentos e habilidades e rouba a sua chance de realmente aproveitar a vida.

Pode esconder também um medo das pessoas, e o medo de se expor fazendo algo não menos que perfeito.

Em resumo, uma autoestima baixa.

Comece pequeno, não se imobilize, vença o medo devagar.

Faça uma análise ao finalizar um projeto e reflita sobre os riscos que assumiu e os resultados que obteve.

O que você aprendeu com o projeto?

Esta é a pergunta mágica para se fazer a todo momento.

Erre um pouco mais, saia um pouco da sua zona de conforto.

Beco

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