Respostas Posts

“Não” – é uma frase completa.

Temos que nos dar o direito de dizer NÃO, sem dar maiores explicações.

Aprendi com Harriet Braiker, que NÃO, é uma frase completa.

Muitas vezes dizemos NÃO e puxamos um rosário de explicações, e assim, acabamos sozinhos, nos enredando na rede do SIM.

Decisão.

Tomar uma decisão difícil é sempre uma tarefa que nos convida à postergação e ao adiamento.

Sem nos darmos conta, e para fugirmos do fim com horror, fazemos um horror sem fim.

Não devemos adiar as decisões difíceis.

As decisões difíceis sempre envolvem perder alguma coisa e por isso temos uma tendência a adiar a decisão, o que pode tornar a situação mais crítica.

Uma boa recomendação é construir uma tabela simples, listando tudo que vai mudar com a nossa decisão, nas várias alternativas.

Colocar um sinal de positivo e negativo em cada item que vai mudar.

A partir daí, analisar as alternativas com todos os (+) e (-).

Pode ser mais fácil analisar com os pros e contras de cada alternativa.

Uma vez selecionada uma alternativa, e que vai ser a sua decisão, analise cada item que levou o sinal positivo e trace um plano de ação para reduzir o impacto negativo.

Experimente com uma decisão difícil e sucessivamente, a prática vai levar a uma experiência mais tranqüila.

As pessoas mais jovens, e eu tenho isso pela minha experiência quando jovem, gosta de ouvir as pessoas mais velhas e experientes. Isso funciona.

Vale à pena fazer uma porção de perguntas a si mesmo, relacionadas com a decisão em questão.

Quando ficamos amedrontados com algum impacto negativo, corremos o risco de fechar os olhos para vários aspectos relacionados com a decisão.

Quando fazemos as perguntas, assim como num brainstorming, as questões relevantes acabam aparecendo.

Faça uma relação dos próximos passos a tomar depois da decisão. Isso evita o imobilismo.

Faça uma relação dos desdobramentos da decisão. Isso evita surpresas desagradáveis.

Não estamos sozinhos nas decisões.

Peça para que a luz seja lançada sobre os caminhos.

Busque a ajuda dos amigos.

Assuma a responsabilidade, e seja feliz.

Beco

O livro das respostas.

Eu quero o livro das respostas.

As respostas para as minhas questões essenciais.

Por que não tive as oportunidades fantásticas que outros tiveram?

Por que tenho tantos problemas, sendo um cristão fervoroso, generoso e caridoso?

Não existe o livro das respostas – isso eu aprendi.

No entanto, tem o livro das perguntas, e este livro eu preciso estudar com dedicação.

Se não estou obtendo as respostas, provavelmente não estou fazendo as perguntas certas.

Estou fazendo certo? É completamente diferente de: Estou fazendo a coisa certa?

De acordo com Paul Keetch em seu artigo, muita gente corre atrás de coisas e buscam respostas para a questões da vida sem sequer refletir sobre as perguntas.

Paul relacionou  20 perguntas que ele recomenda que cada faça a si mesmo para uma boa reflexão daquilo que estão buscando na vida. Eu escolhi 5 que transcrevo abaixo.

1-Qual a sua maneira preferida de sabotar o seu próprio sucesso?

2-Qual é a coisa que você não mudaria por nenhum motivo na sua vida?

3-Você consegue identificar uma coisa que você está fazendo que não está te ajudando em nada?

4-O que você precisa aprender para realizar os seus sonhos?

5-O que você tem feito melhor na sua vida?

Outras perguntas das listas de outras pessoas que gostaria de divulgar:

1-Quais oportunidades estão aí para eu aproveitar?

2-Quem, na minha vida, merece um grande e estrondoso –Muito Obrigado?

3-Como posso ajudar alguém esta semana?

4-O que tenho evitado e que precisa ser feito?

5-O que estou esperando de bom na próxima semana?

6-Estou com algum medo me impedindo de perseguir os meus sonhos?

Beco

Esteja sempre aberta para as respostas.

Às vezes estamos tão fechados em nós mesmos, que não percebemos quando a vida nos dá as repostas de que necessitamos.

Quando estamos abertos para aprender, o professor aparecerá, diz um ditado antigo – isso quer dizer que a mensagem ou resposta será assimilada e a lição aprendida somente quando estivermos abertos para aprender.

Mas o que é que acontece corriqueiramente?

Estamos tão entretidos com a rotina diária e por outro lado temos tantas inquirições navegando na nossa mente.

Fazemos perguntas aos quatro ventos, mas não ouvimos as respostas que estão debaixo do nosso nariz.

Em outras ocasiões fazemos as perguntas erradas, pois analisamos os nossos problemas sem serenidade e formulamos as nossas questões debaixo do stress e do açodamento.

Estamos falando, mas não estamos ouvindo.

Perguntamos mas não estamos interessados nas respostas.

Um ponto para reflexão: perceba quantas respostas a vida te provê para as questões fundamentais que aparecem na sua mente.

Se nada lhe é respondido, é possível que você não esteja aberto para as respostas.

Beco