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Não há nada de errado com você.

Não pense que há algo de errado com você simplesmente porque as coisas não acontecem conforme você espera, ou as barreiras se mostram maiores e inusitadas.

As dificuldades aparecem para todo mundo, mas temos uma tendência de achar que coisas boas acontecem para os outros, e para nós, foram reservadas pistas escorregadias, pedregulhos soltos pelo caminho e marimbondos enfurecidos.

Nada disso, e não há nada de errado com você. Escreva isso num papel e deixe na sua mesa de trabalho para ser lido todas as manhãs antes de começar a sua jornada diária.

Ações impulsivas.

Tenho que me controlar para não perder o controle.

As ações impulsivas, sob o calor das emoções podem levar a arrependimentos posteriores.

É preciso ter calma e pensar várias vezes antes de agir.

Para certas coisas é melhor não pensar e agir rapidamente, isso vale para as decisões de fazer ginástica, lavar o carro e fazer dieta.

Mas a vida é repleta de decisões carregadas de componentes emocionais, e não raro conflitantes.

Compreender as limitações.

Aprendi ontem o quanto inflamos as nossas limitações.

Barreiras tão pequenas se tornam montanhas incontornáveis, e algo tão pequeno que não deveria nos preocupar ocupa a tela do nosso radar por completo.

Passei uma boa parte da tarde de ontem no pronto-socorro por conta de um pequeno acidente caseiro que afetou o meu dedo médio da mão direita.

Resultado, um tendão rompido e uma imobilização de 30 dias. Voltei para casa e a limitação parecia tomar conta totalmente das minhas preocupações.

Pensamentos circulares martelando na cabeça.

De novo aquele pensamento rondando a minha mente. Nem bem me distraí com alguma coisa e lá vem aquele desconforto e aquela insatisfação com alguma coisa na minha vida.

Isso é o que chamamos de ruminação, os pensamentos circulares que vão e voltam a nos atormentar.

Quase sempre são aspectos que não conseguimos modificar, pois estão fora do nosso alcance, e insistimos em dar tratos à bola, imaginando alguma maneira de mudar.

Mantenha uma bússola moral.

Mantenha calibrada a sua bússola moral.

O nosso comportamento é guiado pelos nossos valores, especialmente quando vivemos plenamente, conscientes de tudo que se passa à nossa volta.

Podemos, entretanto, viver em piloto automático. Completamente levados pela moda, opinião alheia, e completamente alheios a valores morais, enfim, vivemos ao acaso.

Quando vivemos conscientes da vida que vivemos, normalmente o fazemos seguindo os valores que acolhemos e tomamos como verdadeiros para nós mesmos.

É importante que esse conjunto de valores sirva como uma bússola moral para guiar os nossos atos e também os nossos pensamentos.

Os ressentimentos não são necessários.

Os ressentimentos nos incomodam simplesmente por existirem, e eles não são necessários, podemos dispensá-los.

Podemos viver melhor sem eles, e devemos fazer o máximo para que eles não nos perturbem.

Se tratarmos os ressentimentos adequadamente, eles irão definhando, sumindo de vez.

Os eventos passados que nos magoaram e as pessoas envolvidas serão relembradas sem dor, sem sofrimento.

A busca silenciosa por respostas.

Fazemos muitas vezes uma busca silenciosa por respostas.

Mergulhe dentro de si próprio, e faça as perguntas.

Não faça calar aquelas personalidade que fazem parte de você e que costumeiramente você pede para se calar.

Se deixe expressar e se deixe responder. As respostas vão aparecer quando o sua ansiedade por respostas se juntar à humildade e honestidade consigo próprio.

Volte-se para dentro de si, sem antes procurar uma pacificação interna, uma meditação, uma reflexão serena.