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Somos iguais no sofrimento.

Os homens são iguais no sofrimento, e por isso, a maior virtude é o exercício da compaixão.

Sentir a dor do outro e ter uma urgência de fazer alguma coisa para que essa dor cesse, é a experiência da compaixão.

Essa cultura do materialismo, status e correria sem limites em cima de uma esteira hedônica, nos leva a crer que podemos ser superior em alguma coisa. Adquirimos o costume de olhar os outros de cima para baixo, mas tudo isso é uma ilusão.

A aceitação não é um pacto com a mediocridade.

A aceitação não implica em resignação, mas simplesmente compreender e aceitar aquilo que está fora do nosso alcance.

Não quer dizer que gostamos ou que vamos conviver com isso, portanto, não é um pacto com a mediocridade.

Devemos aceitar as pessoas como são, fugindo da tentação prepotente de querer mudar as pessoas ao nosso critério.

Julgar as pessoas e criticar severamente a tudo e a todos e um sinal claro de prepotência.

A resposta adequada.

Sei que você quer sempre a resposta adequada. Se você não está satisfeito com as respostas que a vida lhe apresenta. Experimente mudar as perguntas.

Com a mente fechada, as perguntas são restritivas, e estamos sempre fazendo as mesmas perguntas.

Porque não tenho um salário melhor? Por que eu? Eu mereço tudo isso?

Quando algo de errado acontece contigo, não se coloque como vítima, como se fosse a pessoa mais injustiçada do mundo.

Se pergunte o que isso vai te ensinar. Pergunte pelo significado.

A luz no fim do túnel.

A luz no fim do túnel não é uma ilusão, o túnel é que é. A luz sempre está lá, mesmo que a situação lhe pareça fora de controle.

Os problemas podem fechar a nossa visão de tal modo que não enxergamos mais nada. Se uma pequena luz aparece lá no final, como se fosse o final do túnel, siga por ali. Siga confiante e determinado.

Não há situação sem saída, confie na sua capacidade.

O mundo não é tão hostil assim, mesmo que os problemas e perigos sejam parte da nossa vida.

Coisas ruins acontecem.

A vida não é fácil para ninguém, e coisas ruins acontecem para qualquer um. Não podemos evitar os tropeços e atropelos de vez em quando.

Temos que ter em mente que coisas ruins acontecem, mas a nossa qualidade de vida e nossa aprendizagem vai depender de como vamos responder a cada uma dessas ocasiões.

Aceite a vida como ela é, mas sem conformismo, sem abaixar a cabeça, consciente de que tudo que lhe é oferecido tem um motivo, uma lição, uma oportunidade de crescimento.

A distorcida noção de responsabilidade.

Não sou responsável por tudo nesse planeta. Não tenho tanto poder assim.

Não respondo pelos atos dos outros, e nem posso controlar aquilo que decidem fazer.

Não tenho controle e devo abdicar de querer que as pessoas se moldem ao nosso modelo de perfeição.

Tenho que assumir a responsabilidade sobre a minha vida e minhas escolhas. Devo assumir os desdobramentos e repercussões de minhas ações, e já é muito.

Confio num futuro melhor.

Sei que posso confiar num futuro melhor, e aprendi simplesmente observando honestamente a minha própria vida.

Houve tempos em que tinha pouca esperança de que os meus problemas fossem se resolver. Mais do que isso, imaginava que eles fossem crescer até o ponto de me engolir por inteiro.

Tive medo, mas a coragem para seguir adiante me salvou, e a companhia incondicional de uma Força Superior me permitiu acreditar e confiar de que tudo será melhor no futuro.

Sei que vai dar certo, qualquer que seja a minha empreitada, e que a vontade de Deus, sábia e generosa vai prevalecer.