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O caos familiar.

Estamos sujeitos a enfrentar o caos familiar, por mais que tenhamos nos empenhado, as coisas podem virar do avesso.

Isso pode acontecer por muitos motivos, uma separação, dependência química, alcoolismo, desemprego, ciúme doentio, delinquência e outros tantos fenômenos que podem ameaçar o convívio saudável.

Você deve ter em conta que nada é definitivo, e sempre é possível fazer alguma coisa.

No entanto, não assuma para si toda a responsabilidade – você não é a super-mulher.

Viva a vida por você.

Não crie tanta dependência de outras pessoas. Viva a vida por você. Faça por você, e assuma a responsabilidade sobre a sua felicidade.

Queremos cuidar muito dos outros, e mais grave do que isso, ficamos permanentemente bisbilhotando a vida dos outros, como se aquilo que se passa com os outros fosse mais importante que aquilo que acontece conosco.

Um dia melhor.

Se determine a transformar o dia de hoje, num dia melhor do que você próprio imaginou.

Faça algo que inesperadamente pode dar um toque especial no seu cotidiano – use a imaginação – recorra às coisas que gosta na sua memória – recupere algum projeto esquecido.

Temos o péssimo costume de procrastinar mesmo quando sabemos que aquilo que adiamos pode nos trazer bem estar.

Seja firme e não raivoso.

Há muitas ocasiões que temos que colocar a nossa insatisfação, a nossa reprovação e descontentamento.

Devemos fazer isso de forma firme, mas não raivosa. A serenidade é valiosa nessa hora também.

Entenda que o seu descontentamento pode ser construtivo, motivar mudança na forma de agir de outra pessoa.

Quando colocamos raiva nas nossas palavras, vamos provocar uma reação parecida, e aí não vamos aproveitar nada.

Marionete com muitos cordéis.

Às vezes nos imaginamos como o artista, tentando manejar muitos cordéis, controlando cada movimento da marionete.

Será que não estamos querendo controlar demais. Quem sabe não estamos iludidos de que controlamos as outras pessoas?

Como disse Oscar Wilde: “seja você mesmo, porque os outros papéis já foram tomados”.

Queremos ser o filho o marido o pai e o chefe. Queremos controlar os outros, como se a vida deles fosse a nossa vida, ou mesmo julgando que somos o proprietário da vida dos outros. Isso é uma fonte inesgotável de conflito.

Perceba os bons momentos.

Precisamos de três bons momentos para se sobrepor a um mau momento. Isso quer dizer que se você gravar na sua mente uma coisa negativa que aconteceu contigo, você deve buscar três positivas para equilibrar.

A contabilidade trabalha contra a nossa felicidade e bem estar, portanto, trabalhe duro para acumular mais bons momentos no seu caderninho, na sua memória.

O nosso cérebro está programado para isso por milhões de evolução. Como diz o neuropsicólogo Dr. Rick Hanson, temos que nos preocupar mais em comer o lanche de hoje e menos em não ser o lanche de hoje.

Acreditar em si próprio é essencial.

Você vai enxergar as oportunidades, pois os caminhos e desafios se encaixam nas suas potencialidades.

Facilitar encontrar as soluções e alternativas, pois acreditamos que podemos executá-las.

Acreditar em si estimula e nos empurra para a ação, nos tira da imobilização.

Vamos transbordar confiança e as pessoas sabem que podem acreditar na gente.