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O perdão para mim mesmo.

Tenho que abrir as portas do perdão para mim mesmo.

Parece uma coisa fácil essa coisa de perdão, mas aprendi que é cuidadosa, delicada e exige prática.

Especialmente quando falamos de perdoar a si próprio, aí então que a questão é mais trabalhosa.

Quando praticamos o perdão, perdoando outras pessoas, parece que o distanciamento e até o esquecimento do ocorrido nos facilita o desligamento.

Quem fui e quem sou.

Já fiz muitos retrospectos da vida.

Já me arrependi de tanta coisa e me culpei por muita coisa que aconteceu ou não aconteceu.

Me arrependi de caminhos não escolhidos, e me ressenti por convívios abandonados.

Sou diferente do que fui, embora procure manter minha identidade e autenticidade.

Me dar permissão para largar o peso.

Carregamos tanto peso nos ombros quem nem sabemos mais o que é andar leve e solto.

Mas temos uma escolha importante – se dar a permissão para largar uma boa parte desse peso.

Temos que deixar cair aquela carga inútil que carregamos e que não contribui em nada para o nosso crescimento, e nem vai tornar o mundo um lugar melhor para se viver.

Grande parte dessa carga que assumimos é fruto da nossa prepotência.