Reciprocidade Posts

A reciprocidade é algo que devemos praticar

A reciprocidade é algo que devemos praticar

Temos que ter em conta a reciprocidade nos nossos relacionamento e transações.

A reciprocidade, quando se torna um hábito incorporado à nossa maneira de ser, é um conforto.

A recomendação dessa prática, não se aplica para o lado negativo. Não vale o olho por olho o dente por dente, e temos que evitar ao máximo o bateu levou. Tampouco vale a máxima de pagar na mesma moeda.

Pratique a reciprocidade nas coisas positivas, devolver um favor, um agrado, um carinho, um elogio.

Pensamentos vingativos

Pensamentos vingativos

Tire os pensamentos vingativos da cabeça, pois são toxinas que contaminam tudo que encontra pela frente.

Quando estamos insuportavelmente contrariados, ficamos pensando em mil maneiras de se vingar, fazer alguma maldade para a outra pessoa.

A verdade é que enquanto não tomamos nenhuma providência, e isso ocorre na maioria das vezes, ficamos com os pensamentos negativos martelando na nossa cabeça, provocando um estrago enorme na nossa saúde.

Toda vez que você se lembra do evento que te magoou, o pensamento circular e negativo retoma do ponto anterior, num rosário interminável de rancor e ressentimento.

Eu não te disse

Eu não te disse

Não seja aquele que vive criticando os outros, especialmente depois que alguma coisa errada acontece.

Eu não te disse que ia dar errado?

Deixe de ser o arauto e o eco da desgraça dos outros. Quando algo de errado acontecer com os outros, seja solidário. Na desgraça dos outros, tenha compaixão.

Compaixão – sentir você mesmo a dor do outro e desejar que ela cesse.

O coração aquecido

O coração aquecido

Mantenha o seu coração aquecido, livre da maldade, da inveja e da ganância, e alimentado pelo perdão o amor e a generosidade.

O nosso cotidiano nos cobra muita objetividade, imparcialidade e cumprimento diligente das metas. O estresse que vem com tudo isso nos coloca um pouco fora do diapasão humano. Acabamos nos comportando como objetos, como robôs, e mais grave, acabamos tratando os outros como objetos.

Há muitos momentos em que a nossa mente é requisitada a ser fria, calculista e direta. Mas temos que evitar que isso venha carregado de arrogância, prepotência e distanciamento da própria alma.

A economia dos favores.

Podemos e devemos ajudar os outros. Quando acontece conosco nos sentimos gratos pela ajuda que recebemos, mas devemos evitar a economia dos favores.

O favor que recebemos e nos coloca em dívida, não é uma ajuda que vem do coração, é a reciprocidade burocrática que temos que evitar, pois isso mina as amizades.

Temos que ajudar sem esperar nada em troca, e essa ajuda, mesmo contemplando reciprocidade, não deve criar obrigações.

A economia de favores soa corrupção, favorecimento, nepotismo e práticas pouco saudáveis, é o toma lá dá cá de sociedades pouco desenvolvidas.

O caos familiar.

Estamos sujeitos a enfrentar o caos familiar, por mais que tenhamos nos empenhado, as coisas podem virar do avesso.

Isso pode acontecer por muitos motivos, uma separação, dependência química, alcoolismo, desemprego, ciúme doentio, delinquência e outros tantos fenômenos que podem ameaçar o convívio saudável.

Você deve ter em conta que nada é definitivo, e sempre é possível fazer alguma coisa.

No entanto, não assuma para si toda a responsabilidade – você não é a super-mulher.

Deixe por menos.

Dê um desconto naquilo que acontece de errado no seu cotidiano, especialmente quando envolve outras pessoas. Não se deixe impactar exageradamente pelos atos de outras pessoas.

Sabemos que as pessoas podem se exceder nas reações, e nós mesmos já fizemos isso incansáveis vezes.

Dê um desconto, deixe por menos, deixe passar e siga adiante.

Não vale a pena computar tudo que acontece na sua vida, como uma conta corrente de descontos e depósitos.