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Cair sete vezes, se levantar oito

Não importa quantas vezes você vai cair, ao final, procure estar sempre de pé, encarando a vida de frente.

O ditado japonês que gosto de repetir – cair sete vezes, se levantar oito – significa que sempre você estará de pé, não importante quantas vezes a vida te coloque para baixo.

A vida é assim mesmo, e ela tem a capacidade de nos colocar de joelhos, mas a nossa tarefa é se levantar e seguir adiante, sem reclamar, pois ninguém recebeu mais problemas que a sua capacidade de resolver.

As adversidades moldam o caráter, e cada uma delas guarda lições que temos que aproveitar.

Mesmo em tempos ruins

Mesmo no meio de uma crise temos que tomar algumas providências para não nos afundarmos mais.

Perceba o que está certo na sua vida, e agradeça por tudo que tem recebido.

Sei que as coisas estão difíceis, e por isso mesmo, peça por tempos melhores.

Me ensinou meu avô que todo dia temos que pedir e agradecer.

O que não está perdido

Podemos achar que o trem descarrilhou e que tudo está perdido, mas temos que aprender a desviar um pouco o olhar de tanta coisa ruim, tanta coisa errada.

Quando damos uma folga no nosso senso crítico para coisas erradas, podemos ver o que não está errado, e o que ainda tem conserto. O mundo não está perdido, mesmo que você só esteja enxergando desgraças e problemas intermináveis.

Sempre há um jeito, uma solução, e quando olhamos com o filtro positivo, vamos encontrar o melhor caminho.

A vida não é uma tragédia

Coisas ruins podem acontecer, e os problemas podem querer te derrotar, mas a vida não é uma tragédia.

Muita dor e períodos longos de sofrimento parecem apontar para uma luta sem fim, mas temos que enxergar a luz no final do túnel. Se o fundo do poço parece chegar, dê um impulso com os pés e se lance para cima.

Não há vida sem sofrimento, e nada vem por acaso. A árdua luta de hoje vai mostrar o seu valor um pouco mais adiante.

Temos muito para reclamar da vida, mas não devemos.

O que vê pela frente

Há momentos que olhamos para frente e só enxergamos problemas. Isso tem que passar. Temos que ter a capacidade de enxergar além dos problemas, perceber as oportunidades de crescimento.

O mundo apresenta ilimitadas oportunidades, perceber, escolher e empreender é o que temos que fazer.

Se o seu horizonte é só poeira, respire fundo, deixe os galhos caírem e a nuvem passar. Um pouco de paciência e a visão vai clarear.

Temos que olhar a nossa vida com otimismo. Enxergar as coisas boas que vem pelo caminho todos os dias.

Até mesmo os problemas guardam lições que temos que aprender.

Histórias que contamos uns aos outros.

Contamos histórias honestas, engraçadas e plenas de significado e com elas aprendemos as lições uns dos outros.

Outro dia, tomei um taxi de Ipanema para o Botafogo. Deveria tomar ter tomado o ônibus, mas a pressa era enorme.

Pedi para me levar à igreja de Santa Terezinha junto ao shopping Rio Sul, no que o motorista replicou: ”está com Deus está bem”. E prossegui numa conversa vinculada à Tereza de Lisieux, a jovem francesa que deixou este mundo muito cedo. Hoje a conhecemos como Santa Terezinha do Menino Jesus.

Ele me perguntou: “o senhor é padre?” Respondi que não, mas tinha uma grande admiração pela santa.

Ele comentou: “se o senhor fosse padre ia me abrir com o senhor…”.

Não ignore os problemas.

Muitos dos nossos problemas acontecem justamente porque ignoramos os problemas.

Fazemos vistas grossas, negligenciamos, e até fazemos um esforço para ignorar os problemas. Agimos como se isso bastasse para que eles fossem magicamente resolvidos.

É certo que não queremos problemas, mas ignorá-los ou procrastinar não é uma opção inteligente.

As contas a serem pagas não se resolvem por si.

Os conflitos de relacionamentos e as confusões que criamos não se resolvem por si.