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Se afaste das pessoas pequenas.

Se afaste das pessoas pequenas de espírito, elas também te puxam para baixo.

Pessoas são pequenas porque não crescem nunca. Estão sempre apegadas às coisas rasteiras, materialistas e fúteis.

O crescimento está em alcançar as coisas um pouco mais no alto, e para isso é preciso humildade, a capacidade de estender a mão para o alto em busca de algo maior – aceitar crescer – aceitar mudar para melhor.

Pessoas pequenas de espírito estão sempre chafurdando o chão, se contentando com as migalhas da vida alheia, fofocas e mexericos.

A expressão verdadeira de nós mesmos.

Aceitar a nós mesmos é uma tarefa fundamental e muitas vezes difícil.

Conhecer a si próprio, se aceitar, até mesmo as características que renegamos é uma tarefa para a vida toda.

Temos muitas recaídas e por isso mesmo temos que estar vigilantes para tal aceitação.

Muito embora esconder e renegar o que somos dá um trabalho enorme e um desgaste emocional, temos todos uma tendência para enveredar nessa prática.

Segundo o que escreve a autora Debbie Ford, é como se estivéssemos numa festa tendo que carregar um mamão papaya.

A inveja mata.

De onde surgiu essa afirmação tão usual?

Existe algo de bom na inveja?

Excelente mensagem de hoje no Goodlifezen, postado por Stefanie Flaxman, que fala exatamente sobre a inveja.

Não intelectualize as suas emoções.

Não fique intelectualizando sobre o que você gosta, e sobre as suas escolhas emocionais.

Isso não significa controlar ou não controlar as emoções.

Sabemos que estamos sempre, num determinado nível, controlando as emoções, ou pelo menos tentamos.

Não queremos ser escravos da razão, e tampouco escravos da emoção.

Queremos ter o poder de recusar uma barra de chocolate, mesmo que a nossa vontade seja de aceitar e comer todinha.

Gostaríamos de não ter medo das cobras, e sabemos que se persistirmos, temos uma boa chance de eliminar essa emoção negativa.

Aquilo que sempre ouvimos falar, de que os sentimentos são para se expressar e não explicar, ganhou uma contribuição fantástica de Barry Schwartz, que escreveu o livro “O Paradoxo da Escolha”.

Nele, Schwartz comenta os experimentos que confirmam que quando intelectualizamos a escolha, passamos a gostar menos delas.

Quanto mais exercitamos o raciocínio para explicar porque compramos o que compramos, menos gostamos do que compramos.

É melhor admitir que compramos por impulso e aproveitar o máximo daquilo que compramos.

Tentamos todo tipo de argumento para proteger o nosso ego, dar razão ao nosso impulso. Pode ser uma energia desperdiçada e tempo perdido.

Gostamos de racionalizar porque gostamos de conservar a imagem de uma pessoa equilibrada, racional e inteligente.

Gostaria de achar que a minha predileção por pimentas é porque me deixa mais inteligente, melhora a minha saúde e contribui positivamente para o meu apetite sexual.

Na verdade, nada disso governa o meu apetite por pimentas – simplesmente gosto, e basta.

Emoções governam a maioria das nossas decisões. É um fato.

Tentar explicar nos deixa infeliz.

Não tente explicar e seja mais feliz.

Beco

Maria vai com as outras.

Temos que cuidar melhor da nossa individualidade, apreciar e explicitar aquilo que pensamos e gostamos.

Há um comportamento psicológico, que funciona como uma barreira para desenvolvermos a nossa individualidade que é o pensamento de grupo – groupthinking.

Esse comportamento tem sido amplamente estudado e funciona da seguinte maneira.

As pessoas têm uma opinião própria, mas quando colocadas no meio de um grupo, tendem a ir com os outros, deixando de lado a sua própria opinião, tendendo a se conformar com o grupo.

Ken Robinson, no seu livro The Element, cita um estudo do psicólogo Solomon Asch, conduzido em 1951. Nesse estudo, um grupo de 10 pessoas era submetido ao teste de reconhecimento de traços desalinhados num cartão.

Todos os indivíduos forma instruídos para fazer uma indicação errada num determinado momento do experimento, e apenas uma pessoa não sabia disso, e esta era a pessoa pesquisada.

Quando a questão era colocada, e mesmo com a evidência de que a resposta era errada, todos os indivíduos apontaram essa resposta. A pessoa pesquisada acabava indo na onda dos outros, e sabendo que a resposta não era essa, apontava a mesma resposta que os outros.

Questionada após o experimento porque apontou a resposta errada, a pessoa pesquisada respondia que não queria ficar sozinha com a resposta certa, ou não queria destoar do grupo.

Segundo Robinson, esse fenômeno acontece muito no meio acadêmico, especialmente entre os jovens, que não querem demonstrar interesse por uma matéria, simplesmente porque o censo comum é que gostar do estudo é mal, careta e nerd.

O comportamento do Maria vai com as outras é ruim, e prejudica a criatividade e o desenvolvimento das pessoas.

Isso acontece no meio social como um todo. As pessoas simplesmente não querem parecer diferente do grupo, e acaba anulando a sua individualidade, fazendo o que não gosta, dizendo o que não pensa.

É hora de valorizar a si próprio, valorizar o seu estilo, o seu jeito, as suas preferências.

Beco

O que você gosta – faça mais. O que você não gosta – faça menos.

Parece evidente, no entanto precisamos ser relembrados.

É uma receita fundamental para o bem-estar, que muitas vezes nos esquecemos e acabamos indo com a maré, fazendo sistematicamente o que nos torna infelizes.

Vamos a eventos que nos aborrecem.

Interagimos com pessoas que nos desprezam.

Comemos coisas que nos fazem sentir mal algumas horas depois.

Por outro lado, deixamos de fazer um montão de coisas que adoramos.

Não realizamos aquele passeio que daria um prazer enorme.

Não convidamos para jantar aquele amigo do coração.

Não dedicamos uma hora inteira para ler algo enriquecedor.

Podemos praticar e exercitar um pouco.

Faça uma lista do que gosta e do que não gosta, e tome uma decisão de fazer mais de um, e fazer menos de outro.

O que te faz feliz?

O que te deixa satisfeito?

Liste as pessoas que te deixa feliz. Fique mais com eles.

Liste as pessoas que te deixa infeliz. Se afaste deles.

Siga suas paixões.

Siga a sua bússola interna.

Quando fazemos o que não gostamos, fazemos mal feito.

Quando estamos com pessoas que nos desprezam, nos sentimos mal.

Há pessoas que separam o trabalho do divertimento, buscando assim a vida fora do trabalho. Mas é bom lembrar que a vida é um todo.

A vida por inteiro significa ser feliz também no trabalho.

Procure fazer o que gosta também no trabalho, ou melhor, procure gostar daquilo que faz no trabalho.

Fazer o que não gosta é o caminho para a alienação, para o estresse e até depressão.

Fazer o que não gosta, bem como conviver com pessoas que não gosta é um convite para a mentira, a dissimulação, e a infelicidade.

Fazer o que não gosta com quem não gosta implica em viver com laços fracos, conexões não verdadeiras e aspirações reprimidas.

Se encontre mais com pessoas que gostam do que você gosta. Forme a sua tribo, interaja com satisfação.

Ainda assim, se você tem que estar envolvido em algo que não gosta:

Não assuma a frente de batalha. Procure um papel mais de suporte.

Barganhe alguma posição de modo a ficar menos exposto.

Faça algum acordo.

Tente delegar ou trocar com alguém.

Beco

O que eu quero.

O que estou fazendo na minha vida pode não ser exatamente o que eu quero.

Podemos ser facilmente manipulados pelos outros e de repente deixamos de viver a própria vida.

Entenda o que acontece contigo. Preste atenção nas suas vontades e suas necessidades. Mas fique atento para as coisas reais, e não aquelas impostas ou sugeridas de fora.