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A água pede para ser contida.

A água caminha e percorre trajetos longos rumo aos pontos mais baixos, mas no fundo, ela pede para ser contida.

Uma vez contida, a água passa a reinar, soberana, em paz.

E nessa contenção, nesse represamento, algumas coisas interessantes acontecem.

A primeira delas é a serenidade. Observe o lado e a água contida. Perceba a serenidade.

A outra coisa quase imperceptível é o crescimento.

Uma vida amarrada.

Quero desatar a minha vida, quero ganhar velocidade, mas fico insatisfeito com o ritmo em que os nós se desatam.

Impaciência.

Quero mudanças rápidas e nem sempre isso é possível.

Parar e esperar?

Não consigo, quero apressar as coisas.

Concordar para manter a paz.

Temos uma tendência de concordar para manter a paz. Fazemos isso, pois pensamos que estamos preservando a paz.

Concordar sempre com os outros nem sempre tem um resultado positivo.

Nem sempre o objetivo que é de evitar o conflito por todos os meios dá resultado.

Os conflitos seguem o seu rumo, e a despeito da nossa obsessão por evitar o conflito, eles acabam aparecendo.

Os conflitos no relacionamento.

Quem é que não convive com conflitos. Seja em casa ou no trabalho, esse tipo de coisa acompanha a nossa vida.

O que diferencia um relacionamento saudável daquele doentio, é a maneira com que lidamos com os conflitos.

Fazemos tempestade em copo d’água?

Somos flexíveis?

Somos empáticos, nos colocamos no lugar do outro?

Sabemos a hora de ceder?

A paz interior.

A paz interior é algo que deve ser buscada.

A paz interior pode ser encontrada se olharmos para dentro de si próprio.

E quando fizer isso, não tenha medo de não gostar do que vê. Você pode mudar – você pode melhorar.

Quero a paz de novo.

Se você já teve a paz consigo, porque a perdeu?

O que foi que isso aconteceu?

Eu posso imaginar – problemas demais – crises no trabalho – crises na família – crises conjugais.

É muito fácil se perder nesse cotidiano frenético. Corremos atrás das nossas realizações profissionais, os prazos, as metas e atender as expectativas de todos. Acaba virando um inferno.

Queremos um pouco de paz, mas ela nos escapa como peixe ensaboado. Quando achamos que temos um instante, um telefonema irritado nos faz o sangue ferver.

Eu quero a paz.

Um bom começo e reduzir drasticamente o nível dos compromissos. Isso vai te matar nem vai matar os seus negócios – você não vai ser demitido. Simplesmente não assuma coisas que não são de sua responsabilidade e estão fora do seu alcance. Você não pode tudo.

Reduza as suas expectativas com os outros e consigo mesmo.

Aceite os resultados, mesmo que não for uma perfeição.

Aceite as pessoas – você simplesmente não vai mudá-las.

Reduza os relacionamentos, e isso não quer dizer se desfazer dos amigos. Às vezes nos metemos em tantos compromissos sociais e achamos que estamos com os amigos, mas são compromissos que podemos declinar.

Se quiser dedicar mais tempo para algo que lhe dê paz:

-trabalhe para resolver um problema de relacionamento crônico;

-peça desculpas e conserte algo que ficou mal arrumado com alguém;

-dê um freio nos gastos e arrume suas finanças;

-Se desconecte de tanta notícia ruim – pare de assistir a TV por um tempo;

-se programe melhor – cuide melhor do seu tempo.

Tenha mais tempo para si mesmo – a paz está dentro de você.

Beco

Seja mensageiro da serenidade.

Aplique no dia-a-dia, exercite.

Irradie.

Ensine e aprenda.

Tudo está perfeito neste exato momento.

As coisas não precisam ser nem mais nem menos.

Eu quero usufruir da vida tal qual ela é.

Pode não ser fácil assim.

Às vezes nos sentimos sobrecarregados com os nossos problemas, e se isso não bastasse, nos flagramos carregando nos ombros os problemas de outras pessoas.

Nos ressentimos e nos revoltamos com os problemas do mundo.

Queremos nos rebelar.

Queremos mostrar a nossa contrariedade, e nos esquecemos da coisa mais importante – a nossa felicidade.

Nessa hora, temos que nos abrigar na serenidade.

Temos que nos manter emocionalmente distantes dos problemas, muitos deles imaginário.

Ao sermos capazes de mergulhar na serenidade, temos que irradiá-la por onde passarmos.

Temos que fazer disso um exercício permanente.

Não há como consertar tudo.

Nem é minha responsabilidade, e nem cabe a mim julgar um mundo de coisas.

Sinta o alivio de se descarregar das culpas e arrependimentos do passado e das preocupações exagerados do futuro.

Sinta a alegria de caminhar mais leve.

Faça sempre este exercício.

Você pode ajudar os outros simplesmente sendo o que é, irradiando a paz, a empatia e a compaixão.

Beco