Orgulho Posts

Desarme o seu espírito.

Desarme o seu espírito para sentir a harmonia das coisas, como se tudo estivesse no lugar que deveria estar.

Interrompemos a sede enorme de se afirmar, convencer e persuadir,

Tudo no lugar, sem a urgência de se defender, se comparar e se sobressair.

O espírito desarmado é aquele que usufrui da abundância da vida, aprende todas as lições e aproveita cada circunstância, boa ou má.

Medo não mata.

Já morri de medo em tantas ocasiões e continuo vivo. Aprendi que o medo não mata.

O medo é uma emoção, um sentimento ancestral e está arraigado no nosso gene, e devemos conviver com ele da melhor maneira possível.

Temos medo em situações reais de perigo, mas nos dias de hoje, temos mais medo de coisas que não vão acontecer.

O futuro sempre nos amedronta.

O meu orgulho ferido.

Há incidentes que afetam a nossa autoestima para baixo, e sentimos o nosso orgulho ferido.

O que acontece com a gente nessas ocasiões?

Como faço para evitar que esse sentimento me atinja corriqueiramente?

Que lições posso tirar desse sentimento, dessa sensação?

Recitando as mágoas.

Não faça das mágoas uma fieira de razões para ser infeliz.

Se você se sente sobrecarregado de tantos ressentimentos e mágoas, tente o exercício que vou descrever.

Procure desconstruir os seus ressentimentos começando pelo mais leve.

Relacione os seus ressentimentos e classifique segundo a seguinte ordem.

Culpa.

Aprendi que a culpa é sempre um sinal de prepotência.

Quando nos sentimos culpados, é porque não conseguimos aceitar que nós, seres perfeitos que somos, poderíamos ter falhado dessa maneira.

Quando culpamos os outros, é porque no fundo pensamos que, se fossemos nós, perfeitos que somos, não teríamos errado – teríamos feito certo, ou perfeito.

A prepotência, e sua irmã gêmea, a culpa, são guias turísticos para o reino da infelicidade.

É muito fácil dizer que não somos felizes por culpa de alguém.

Não temos que raciocinar ou analisar o problema – fácil botar a culpa nos outros. Não precisamos buscar a verdade.

Culpamos o governo por coisas que devemos fazer nós mesmos.

Culpamos os ricos pelas agruras dos pobres e culpamos os pobres pelos males que sofrem os ricos.

Culpamos os médicos pelas doenças e continuamos culpando-os porque continuamos doentes.

Acho que é o medo de admitir que somos os únicos responsáveis por buscar a nossa felicidade, e admitir isso, nos leva à frustração.

O jogo insano da culpa consome um montão de nossa energia e nos leva sempre para baixo.

Não culpe a falta de tempo pelo seu descuido com a dieta.

Não culpe os compromissos sociais pela pouca atenção que dá aos filhos.

Algumas perguntas para reflexão:

-Você tem frequentemente culpado outras pessoas por sua infelicidade?

-Você tem na sua cabeça, constantemente, a voz de outra pessoa te criticando, culpando ou fazendo observações negativas a seu respeito?

-Você admite que está errado quando tudo indica que você está errado?

Pare com esse sofrimento inútil.

Não entre no jogo da culpa.

Abandone esse defeito de caráter.

Beco