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Perdoar é quase esquecer

Perdoar é quase esquecer

Aprender a perdoar é uma prática para todos os dias, e perdoar é quase esquecer.

Quando experimentamos o perdão, um pouco de cada vez, é inevitável sentir um alívio no coração.

Quando sentimos rancor e ressentimentos por eventos passados, sentimos como se uma máquina impiedosa apertasse o nosso coração. Especialmente quando respiramos fundo, sentimos como se algo nos estrangulasse por dentro.

6 pontos a considerar para você aprender com os erros

6 pontos a considerar para você aprender com os erros

Temos que aprender com nossos erros ou estaremos condenados a repeti-los indefinidamente.

Quando estiver errado, admita. Você vai se sentir aliviado.

Quando admitimos que estávamos errados, estamos aprendendo com os erros. Quando insistimos no erro, fechamos as portas para tal aprendizagem.

O receio de admitir o erro pode estar no medo de perder o respeito e admiração, mas é exatamente o contrário.

Receba a ajuda de coração aberto

Receba a ajuda de coração aberto

A ajuda aparece quando menos esperamos, mas temos que estar de coração aberto para perceber.

A ajuda aparece quando menos esperamos, mas temos que estar de coração aberto para perceber.

Deixe de lado a prepotência e peça ajuda quando julgar que é muita areia para seu caminhãozinho. A vida não é fácil, e não raro nos sentimos desamparados e enfraquecidos.

Casais que perdoam

O perdão é um ato de amor consigo mesmo, e quando o perdão abre caminho para reconciliações e entendimentos, ele é um forte antídoto para os males dos relacionamentos.

Estudos científicos conduzidos pelo prof. James McNulty da Universidade do Tennessee, mostraram que casais propensos a perdoar uns aos outros são mais felizes.

Perdão faz bem ao casamento, mas deve-se cuidar para não se fazer de capacho.

Quando o cônjuge perdoa sucessivamente os maus tratos do parceiro ou parceira, acaba infeliz.

Impossível perdoar.

As vezes pensamos ser impossível perdoar. Há pessoas difíceis, e podemos até pensar, impossíveis de se perdoar.

Como perdoar alguém que nos causou mal, e deseja que o nosso mal se agrave?

Como perdoar alguém que não dá a mínima se perdoamos ou não?

Como perdoar alguém que nutre por nós um profundo desprezo, mesmo depois de nos causar algum mal?

Homens não choram, mulheres não discordam

Aprendemos desde pequenos alguns estereótipos que nos limitam, e que exigem uma desprogramação mental para nos livrarmos deles.

Meninos e meninas são programados de maneiras diferentes. Enquanto nós somos criados para sermos machos, duros e fortes diante das adversidades, as meninas são educadas para serem mais cordatas e tanto uns quanto outros lutam com tais limitações à medida que a vida real se descortina.

Os homens aprendem que podem sentir a dor, mostrar emoção e chorar, e principalmente reconhecer que sofrem e sentem insegurança quando a coisa pega feio.

Orgulho temperado com humildade.

Devemos nos orgulhar de tudo que nos diz respeito. Estar vivo já é uma benção, e viver a vida abençoada com tantas graças, é um verdadeiro privilégio.

Nos orgulhamos do país em que vivemos, da família, do próprio nome, da cidade natal e de tantas outras circunstâncias.

Mas temos muito orgulho especialmente das coisas que fazemos, das nossas realizações. Isso é bom e saudável, desde que temperado com humildade.

O orgulho sem humildade desagua na arrogância e prepotência, verdadeiras barreiras ao crescimento pessoal.

Há sempre um ponto de equilíbrio entre gostar de si próprio e ser individualista.