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Não alimente as fofocas

Não alimente as fofocas

Não coloque pilha nas fofocas, fique longe delas, não se envolva e não se identifique com elas.

Não crie fofocas. A grande maioria das fofocas tem a ver com coisas erradas que outras pessoas fizeram, ou algo de errado que aconteceu com outras pessoas. Não alimente o seu espírito com a desgraça alheia.

O que eu ganho com isso?

Disseminando as fofocas estamos nos alimentando do nosso próprio veneno.

Nunca, demora um pouco

Temos o hábito de dizer que nunca vamos fazer isso, ou tolerar aquilo ou perdoar aquela pessoa. Nunca pode demorar um pouco, mas pode chegar, e isso vai nos ensinar a sermos mais flexíveis.

Quando somos intolerantes, radicais, definitivos, sofremos muito com o mundo que nos cerca, pois nada é assim tão afirmativo.

A tolerância e a flexibilidade são atributos importantes para navegarmos nesse mundo de tanta incerteza, injustiça e distorções.

Nada é perfeito e temos que aprender a tolerar certas coisas, ou não vamos viver em paz.

Pontos em comum

Mesmo com tantas diferenças que encontramos nas opiniões e posicionamentos das pessoas, há sempre pontos em comum. É é uma satisfação enorme quando constatamos isso nos nossos relacionamentos.

Cada um tem uma maneira especial de enxergar o mundo e se colocar diante das pessoas e das coisas.

Por trás de diferenças e divergências, há sempre um consenso sobre alguma coisa, e é importante estar atento para isso. Normalmente, quando temos divergências, fechamos os olhos para convergências,. Desse modo, perdemos a chance de apreciar as outras pessoas.

Se morder a língua morre envenenado.

Porque temos que ter tanto pensamento ácido na ponta da língua. Assim vamos morrer envenenados se mordermos a própria língua.

Alguns escritos religiosos comentam que o golpe da língua quebra os ossos, de tão forte que é.

Para o nosso próprio bem, temos que moderar bastante aquilo que falamos de outras pessoas. Especialmente aquilo que falamos pelas costas.

Os outros podem discordar.

É uma luta lidar com opiniões contrárias.

Acredito que seja para mim uma aprendizagem sem fim, um passo de cada vez.

Sempre tive essa deficiência de me achar o sabichão, e procuro elaborar bem as minhas ideias. Mas quando recebo opiniões contrárias, a minha mente entra em alta rotação. Procuro intensamente melhorar essa minha característica.

Não sou dos piores, mas estou muito longe do que chamo de mente aberta.

Diga sim quando quer dizer sim.

Tenha opinião própria e não se deixe influenciar em demasia pela opinião dos outros.

Você não é um fantoche, e diga sim quando quer dizer sim.

Também, diga não quando quer dizer não.

Não deixe que a sua vida saia do controle, e não deixe que outros controlem o que sai da sua boca.

Compreender sem julgar.

Impossível compreender o outro quando entramos logo no modo de julgamento.

A pessoa mal começou a contar sobre as coisas que não deram certo para ela e eu já faço meu diagnóstico – é mesmo incompetente.

A amiga comenta que o marido está tendo um caso – deve ser porque não encontra carinho em casa.

O outro me conta que foi demitido – deve ser um relaxado, preguiçoso.

O desconhecido briga com a caixa no supermercado – deve ser um infeliz, apanha da mulher.