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Vou defender o que é meu.

Quero manter e defender o que é meu. Não digo defender o patrimônio material. Mas a minha integridade física, a minha reputação, minha família e minha saúde física, emocional e espiritual.

Devo preservar os meus limites e impedir que queiram negligenciá-los devagarinho. Não vou abaixar a cabeça e me manter atento protegendo a mim mesmo.

Atalho para o crescimento pessoal.

Estamos todos nessa empreitada de crescimento pessoal. Queremos todos ser uma pessoa melhor a cada dia. Não consigo me lembrar de ninguém que tenha me dito que o seu objetivo é piorar um pouco a cada dia.

No entanto, estar compenetrado nessa jornada é um tanto difícil, especialmente quando tratamos das outras pessoas.

Temos um péssimo hábito de apontar para os outros, atalhos que devem seguir para o próprio crescimento pessoal.

Parece o jogo dos sete erros. Mal olhamos para outrem e somos capazes de apontar sete defeitos.

Além da simples sobrevivência.

Um dia de cada vez, devo viver a vida plenamente, aproveitando cada momento.

Não quero seguir ladeira abaixo como um pedregulho ao acaso, e tampouco quero apenas sobreviver.

Quero viver plenamente, mesmo que isso implique em encarar e enfrentar os problemas de frente.

Não perca este momento.

Este momento é importante para você. Não perca por nada o que está te acontecendo neste exato momento.

É a sua vida que transcorre nos momentos, e o que está acontecendo agora é a sua vida se concretizando.

Se você está no piloto automático, deixando este momento passar despercebido, você não está vivendo plenamente.

Não abdique da vida, e não deixe a vida passar em branco.

Não se deixe subjugar pelo controle remoto que te controla, como se você fosse um robô.

Ações impulsivas.

Tenho que me controlar para não perder o controle.

As ações impulsivas, sob o calor das emoções podem levar a arrependimentos posteriores.

É preciso ter calma e pensar várias vezes antes de agir.

Para certas coisas é melhor não pensar e agir rapidamente, isso vale para as decisões de fazer ginástica, lavar o carro e fazer dieta.

Mas a vida é repleta de decisões carregadas de componentes emocionais, e não raro conflitantes.

Quando parece que vamos fraquejar.

A vida é dura, temos que reconhecer.

Nada vem com facilidade, e cada palmo pisado, cada metro caminhado, não vem sem pedras no sapato, espinhos nos pés e poeira no nariz.

Há momentos que sentimos que vamos fraquejar, abandonamos a dieta, bebemos um golinho só, chutamos o pau da barraca e jogamos tudo para o alto.

Não devemos nos entregar às dificuldades. Temos que respirar fundo, se afastar da situação por uns instantes e deixar a coisa se acalmar.

Parece que aquela força de vontade inabalável foi exaurida, e é como se estivéssemos prestes a entregar o ouro ao bandido.

O que eu tenho a ver com isso?

O que eu tenho a ver com isso? Se faça esta pergunta de vez em quando.

Parece uma força quase incontrolável, mas temos esse ímpeto de se meter na vida alheia.

Nem bem tomamos conhecimento de uma notícia (fofoca) de outrem e já estamos especulando, querendo saber mais, tomar posição, criticar e deitar regras para tudo quanto é lado.

Temos que nos conter nessa inclinação quase natural. Digo natural, pois acho que não é privilégio meu detectar esse defeito de caráter em mim mesmo.

Procuro evitar, e sempre que me dou conta que estou me deixando levar por esse impulso, firmo pé e pulo fora deste jogo.