Mudanças Posts

Não dá pra fugir de você mesmo.

Tentamos mudar a nossa vida por todos os meios, mudar de emprego, mudar de cidade e tentar um novo casamento.

Toda tentativa é valida, a não ser que estejamos fugindo de nós mesmos.

O que será que nos deixa tão insatisfeito com a vida?

Será que vamos conseguir isso em outro lugar, com outra companhia, em outro emprego?

Às vezes não paramos para pensar.

Transformando abóboras em …

Queremos que aconteçam milagres, queremos que a sorte esteja do nosso lado, mas muitas vezes perdemos a chance de por a mão na massa e promover a transformação nós mesmos.

Nós temos todos uma varinha mágica que pode transformar abóboras em carruagens, e ratos em cavalos garbosos, assim como a fada madrinha no conto de fadas.

É a varinha mágica da nossa atitude positiva, a autoestima elevada, que pode transformar a realidade que vivemos.

Uma parte de nós deseja mudar.

A resistência às mudanças é algo que está dentro de nós.

Mesmo quando a mudança é para melhor, gostamos de resistir.

Mudar de casa, mudar de emprego, enfim, qualquer tipo de mudança encontra resistência simplesmente porque gostamos de manter as coisas como estão.

Mas dentro de nós, há também uma parte que deseja mudar.

Esteja aberto para mudar de opinião.

Nos apegamos tanto às nossas opiniões que quando temos que mudar, é uma dor imensa.

Esteja aberto para mudar de opinião.

Como disse Leonardo da Vinci, “A maior decepção que o homem tem é com suas próprias opiniões.”

As opiniões estão carregadas de emoções, e se desapegar é um exercício longo, mas compensador.

Faça uma lista de opiniões que está disposto a mudar – comece com as coisas mais simples.

Numa oportunidade, onde uma opinião melhor aparecer, ouça com atenção, inquira, especule e adote esta nova opinião.

Mudar de opinião não garante o crescimento pessoal, mas é muito difícil crescer se ficamos presos às nossas velhas opiniões.

Praticar com pequenas coisas é sempre uma boa recomendação.

Começamos com roupas e acessórios até chegar aos itens mais complexos; pessoas, conceitos, princípios e caráter.

Uma recomendação de ouro é perguntar a opinião do outro.

Parece uma coisa boba, mas raramente fazemos.

Somos tão prepotentes que lançamos a nossa opinião, fazemos as nossas colocações e sequer aguardamos ou pedimos as opiniões dos outros.

Quando cristalizamos a nossa opinião e não mudamos por nada nesse mundo, é sinal de que deixamos de enxergar o mundo em constante mudança.

Perceba quanta coisa mudou, e quantas dessas mudanças desafiaram a maneira como você via o mundo.

Muitas idéias antigas, são como ferramentas que perderam a sua finalidade, não servem mais ao seu objetivo, viraram um peso morto.

Se dê conta disso.

Na medida em que amadurecemos, revisamos tantos conceitos, mudamos tantas opiniões e no final isso traz um conforto.

É como utilizar um sapato novo. O velho sempre parece mais confortável, se encaixa melhor ao que você pensa que é.

Mas está furado, perdeu o cadarço, não tem mais uso – deixe ir.

Beco

Pequenas coisas – grandes mudanças.

Quando mudamos a nossa atitude frente às coisas e nos colocamos de forma humilde, nos tornamos capazes de fazer pequenas coisas que produzem grandes transformações.

Podemos não ver as mudanças na aparência, mas grandes mudanças podem ter se processado internamente.

O contrário também é verdadeiro.

Algumas mudanças que fazemos no exterior, no verniz, na casca, na verdade produzem pouca mudança na nossa realidade fundamental.

Podemos até achar que um carro novo importado nos faz uma pessoa inteligente e interessante, mas somos a mesma pessoa tola e iludida correndo incessantemente na esteira hedônica.

Preste atenção às pequenas coisas porque lá na frente você vai se dar conta que eram coisas grandes.

Pequenos prazeres, pequenos gestos, pequenas ações podem sem dúvida representar grandes mudanças na vida.

Um gesto de bondade, uma oportunidade para criar algo bom, um sinal de reconciliação numa relação tumultuada – pequenas coisas e grandes conseqüências.

Como diz a postagem do Happiness Institute, a felicidade pode ser atingida com a prática diária de pequenas coisas

O blog Make the Change faz uma lista interessante de pequenas coisas e pequenas mudanças que podemos fazer para ajudar na nossa busca da felicidade.

1-Faça uma lista das pequenas coisas que te faz feliz.

2-Fique atento para tudo que te rodeia.

3-Crie rotinas que você aprecia, por exemplo, um relaxamento antes de ir para a cama.

4-Pratique pequenos gestos de generosidade.

5-Reconheça que as suas realizações acontecem por meio de pequenas ações. Realização traz satisfação.

6-Faça um relatório das suas pequenas ações, como as desenvolveu e os resultados.

7-Pratique o otimismo – olhe para o lado bom.

8-Encontre pequenas experiências positivas no seu cotidiano.

9-Preste atenção no que você tem e não naquilo que você não tem.

10-Pare por um momento, reduza a velocidade.

11-Olhe para o lado bom do mundo. Você vai se surpreender.

12-Ria, sorria – faz bem para a saúde.

Beco

Mudanças abruptas.

Esteja atento e preparado para dar meia volta, para começar de novo.

As mudanças nas nossas vidas podem acontecer abruptamente e para aqueles que não estão preparados, pode ser difícil de se recobrar.

Mary Jaksch, do blog Goodlifezen nos chama a atenção nesses momentos para olhar a natureza e perceber como ela lida com mudanças tão radicais. Veja o caso da lagarta que se transforma na borboleta. É como um passe de mágica, onde a crisálida se esconde dentro de um casulo e sai de lá totalmente transformada.

Se observarmos a natureza, vemos por todos os ângulos, as mudanças abruptas ocorrerem, porém, de forma harmoniosa e aguardada.

Eu tenho mania de árvores, e a minha árvore preferida é um cedro praticamente da minha idade, que acompanho há pouco mais de vinte anos.

Estamos numa estação do ano muito seca, e é o período em que ela perde todas as folhas.

Ontem pela tarde, observei todas as pontas dos galhos brotando – um verde claro e singelo.

Pensei comigo mesmo – será que o cedro pensa que vai pintar uma chuva nesse céu límpido, sem uma nuvem sequer?

Hoje pela manhã, acordo às seis da manhã e ouço pela janela o barulho da chuva chegando. Percebo mais uma vez que a natureza conversa com a natureza, e que as coisas acontecem harmoniosamente.

Senti hoje pela manhã a necessidade de me equilibrar mais com o ambiente.

Senti o alerta para compreender as mudanças abruptas e recebê-las harmoniosamente.

Beco

Culpa.

Aprendi que a culpa é sempre um sinal de prepotência.

Quando nos sentimos culpados, é porque não conseguimos aceitar que nós, seres perfeitos que somos, poderíamos ter falhado dessa maneira.

Quando culpamos os outros, é porque no fundo pensamos que, se fossemos nós, perfeitos que somos, não teríamos errado – teríamos feito certo, ou perfeito.

A prepotência, e sua irmã gêmea, a culpa, são guias turísticos para o reino da infelicidade.

É muito fácil dizer que não somos felizes por culpa de alguém.

Não temos que raciocinar ou analisar o problema – fácil botar a culpa nos outros. Não precisamos buscar a verdade.

Culpamos o governo por coisas que devemos fazer nós mesmos.

Culpamos os ricos pelas agruras dos pobres e culpamos os pobres pelos males que sofrem os ricos.

Culpamos os médicos pelas doenças e continuamos culpando-os porque continuamos doentes.

Acho que é o medo de admitir que somos os únicos responsáveis por buscar a nossa felicidade, e admitir isso, nos leva à frustração.

O jogo insano da culpa consome um montão de nossa energia e nos leva sempre para baixo.

Não culpe a falta de tempo pelo seu descuido com a dieta.

Não culpe os compromissos sociais pela pouca atenção que dá aos filhos.

Algumas perguntas para reflexão:

-Você tem frequentemente culpado outras pessoas por sua infelicidade?

-Você tem na sua cabeça, constantemente, a voz de outra pessoa te criticando, culpando ou fazendo observações negativas a seu respeito?

-Você admite que está errado quando tudo indica que você está errado?

Pare com esse sofrimento inútil.

Não entre no jogo da culpa.

Abandone esse defeito de caráter.

Beco