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A serenidade que quero ter

Missionários da CaridadeAdmiro a grandeza de certas pessoas, a vida rica que viveram. Não quero imitar, mas quero sempre tê-las como exemplos, inspiração para as escolhas que faço na minha vida.

Não quero ser Teresa de Calcutá ou Nelson Mandela, mas a nobreza da alma e a grandeza do coração que demonstraram me confirmam a fé que tenho na natureza humana.

Thérèse Jacobs-Stewart, uma terapeuta americana relata uma passagem quando se juntou a um grupo para realizar uma viagem temática à Índia. Isto incluía dentre diversas visitas, aquela aos Missionários da Caridade em Calcutá.

Sabendo desse planejamento, os amigos da terapeuta juntaram doações financeiras para que ela levasse pessoalmente à Missão.

Agora no Facebook

Desde ontem estou replicando a mensagem postada neste blog na minha página do Facebook, o que acredito deve facilitar a divulgação entre amigos na rede social.

A minha página é www.facebook/r.s.beco

Ainda não aprendi a povoar a página do Facebook com as mensagens que estão disponíveis no blog Seja Feliz, mas vou me empenhar em tornar o compartilhamento mais rápido e fácil.

Tenham todos uma boa leitura.                                                                                                       R.S. Beco

O valor de cada pequena coisa.

Sempre me pareceu lógico de que a sequência é de valorização e depois de gratidão, mas aprendi que na verdade é o contrário.

Quando agradecemos por alguma coisa que recebemos, passamos a valorizar ainda mais o que recebemos. É como se potencializássemos tudo que acontece de bom na nossa vida.

Portanto, o essencial não é a valorização, mas sim a gratidão.

Quando olhamos um ato, evento ou objeto com olhar agradecido, mais desfrutamos, e maior benefício tiramos dele.

A vida impermanente.

A vida não é permanente, sabemos disso, mas agimos que se fosse durar para sempre.

Desperdiçamos nossos dias com coisas fúteis e desnecessárias, como se fossemos durar para sempre. Agimos como se tivéssemos direito a um tempo adicional para cuidar de si mesmo.

Vale sempre lembrar a afirmação de Gretchen Rubin de que os dias são longos, mas os anos são curtos. A vida passa muito rápido, e ninguém quer chegar ao final com as duas grandes decepções: perceber que a velhice chegou muito cedo, e a sabedoria chegou muito tarde.

Entre em sintonia com o que te cerca.

Fique em paz, entre em sintonia com tudo o que existe, e sinta que faz parte de uma coisa muito, mas muito maior.

A nossa harmonia não está nos eventos que acontecem com a gente, mas na reação que temos a cada evento, seja positivo ou negativo.

Temos que buscar as reações adequadas, sem exagerar nas negativas e com atenção redobrada para aproveitar as coisas positivas.

Não é o fim do mundo.

A vida pode te dar inúmeras rasteiras, mas não é o fim do mundo.

O ano pode parecer que acabou sem acabar, com tantas pendências e projetos inacabados, mas acredite no futuro, acredite em si próprio, você vai conseguir.

Quando olhamos para trás, nos damos conta de tanta coisa que fizemos, e nem imaginávamos conseguir tanto.

Nem falo tanto de bens materiais, dinheiro e patrimônio, pois isso tudo não traz felicidade. Chamo a atenção para as realizações, o crescimento pessoal, os relacionamentos construídos, as etapas vencidas.

Não insista em complicar a vida.

Aprenda a apreciar o simples, e evite a tentação de complicar tudo na vida.

Outro dia, assistia uma reportagem na televisão, focalizando uma menina com sérias dificuldades de saúde. E o que me surpreendeu foi sua alegria de viver e aproveitar cada pequena coisa no seu cotidiano, a despeito de tanta dificuldade que a natureza lhe impôs.

Dizia a mãe da menina, que a alegria da filha, se resumia a pequenas coisas que a vida lhe permitia, muitas vezes, o simples estar na companhia da família.