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O poder da nossa mente.

O maior poder que temos para mudar a realidade, não é atuando sobre ela, mas mudando a nossa mente e a maneira como enxergamos cada coisa na nossa vida.

Nas adversidades, podemos enxergar lições e aprendizagem.

Nas realizações e alegrias, podemos enxergar bênçãos e experimentar a gratidão.

Mas podemos também fazer o oposto. Mesmo com evidências positivas, enxergar o desastre o fracasso.

A miragem e o perigo.

O perigo que enxergarmos pode ser pura miragem. Muitos perigos que imaginamos ali na frente não passam de ilusão de ótica. O futuro não é tão desastroso assim.

Sei que preciso ficar atento para as dificuldades, e tampouco posso caminhar de olhos fechados.

Tenho que observar a vida com realidade, sem amplificar ou reduzir. A vida é como ela é.

Distraído com tantas besteiras.

Impressionante como nos distraímos com tantas besteiras. Gostamos de correr e aproveitar a energia toda para tocar os nossos projetos, mas depois de tudo, queremos paz, serenidade, queremos estar em contato com o nosso eu interno, e isso é especialmente difícil.

A ciência explica que essa capacidade não está no nosso DNA. Pois aquele que se descuidava da fera porque estava meditando, não sobreviveu para passar adiante os seus genes. Portanto, os nossos genes estão carregados da habilidade de estar alerta a qualquer movimento no arbusto, qualquer cara feia do vizinho e movimento brusco no trânsito.

Encontre o interruptor.

Parece evidente, que ao estarmos numa sala toda às escuras, devemos procurar e acionar o interruptor.

No escuro completo, não vamos encontrar o que procuramos, podemos nos ferir caminhando aos trancos e barrancos e certamente vamos nos sentir inseguros e ameaçados.

Na vida, são várias as circunstâncias que se parecem com a sala escura. Não sabemos o caminho, nos sentimos perdidos, desamparados, forçados a carregar uma carga maior que a nossa capacidade.

Calma.

Não se estresse tanto, tenha calma e não saia apressado tentando resolver as coisas de qualquer jeito.

A nossa mente não atina adequadamente em meio ao estresse. A memória fica prejudicada, o discernimento embotado, e as soluções e decisões podem não fazer jus à nossa real competência.

Fique frio, costumamos dizer.

Olhar para dentro de si e buscar as respostas, é o que deveríamos fazer, mas a tempestade não nos permite fazer isso.

Jon Kabat-Zinn.

Jon Kabat-Zinn é professor de medicina da Universidade de Massachusetts, e tem dedicado grande parte da sua vida ao ensinamento e à divulgação de técnicas para a atenção plena (mindfullness), redução do estresse e melhoria do bem-estar.

Escreveu inúmeros livros sobre o tema, dentre os quais, apenas o livro A Mente Alerta foi publicado no Brasil. Ainda publicado no Brasil, o livro escrito com sua esposa Myla, Nossos Filhos Nossos Mestres.

O Prof. Zinn fundou e dirigiu o Center for Mindfullness in Medicine, Health Care, and Society. O modelo para a redução do estresse que ele iniciou ensinando em 1979, hoje é utilizado por algumas centenas de centros para a redução do estresse.

Muito ocupado enquanto não faz nada.

Mesmo quando não estamos fazendo nada, a nossa mente costuma vagar com destino certo.

E o destino certo é o padrão que já conhecemos, o de ficar passeando pelo futuro criando fantasias irrealizáveis, e vez por outra voltado para o passado se arrependendo por coisas que não fez, pelas decisões que não tomou e pelas oportunidades que deixou passar.

Isso é que significa estar ocupado enquanto não faz absolutamente nada.

É ficar parado, estacionado, estagnado, enquanto a vida passa diante do seu olhar.