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Perdoar é quase esquecer

Perdoar é quase esquecer

Aprender a perdoar é uma prática para todos os dias, e perdoar é quase esquecer.

Quando experimentamos o perdão, um pouco de cada vez, é inevitável sentir um alívio no coração.

Quando sentimos rancor e ressentimentos por eventos passados, sentimos como se uma máquina impiedosa apertasse o nosso coração. Especialmente quando respiramos fundo, sentimos como se algo nos estrangulasse por dentro.

A fé na natureza humana

A fé na natureza humana

Apesar de tudo de ruim que tem acontecido, temos que ter fé na natureza humana.

Acreditar que as pessoas mudam e melhoram. Ter fé que o bem vai prevalecer.

Cada um é capaz de se livrar dos seus próprios defeitos e se tornar uma versão melhor de si mesmo.

Não se deixe consumir pela raiva

Não se deixe consumir pela raiva

Temos muitos motivos para sentir raiva, é uma coisa natural que vem lá de dentro do nosso ser ancestral. No entanto, temos que atentar para o fato que a raiva pode consumir a própria pessoa, e temos que fazer alguma coisa para evitar.

É um mal que infligimos a nós mesmos, e fazemos mal ao ambiente e às pessoas à nossa volta.

Nos ensina Thich Nhat Hanh em seu livro “Aprendendo a lidar com a raiva”,

Sai da escada da arrogância

Sai da escada da arrogância

Não se coloque acima daquele que te fala, pois essa arrogância vai te deixar surdo para a mensagem que você está recebendo.

A superioridade bloqueia qualquer comunicação, e, quando menos, distorce o seu conteúdo da mensagem, entendemos mal, interpretamos às avessas.

Não se coloque num patamar acima daquele que está falando, isso vai dificultar enormemente você ouvir e entender a mensagem.

Não alimente as fofocas

Não alimente as fofocas

Não coloque pilha nas fofocas, fique longe delas, não se envolva e não se identifique com elas.

Não crie fofocas. A grande maioria das fofocas tem a ver com coisas erradas que outras pessoas fizeram, ou algo de errado que aconteceu com outras pessoas. Não alimente o seu espírito com a desgraça alheia.

O que eu ganho com isso?

Disseminando as fofocas estamos nos alimentando do nosso próprio veneno.

Casais que perdoam

O perdão é um ato de amor consigo mesmo, e quando o perdão abre caminho para reconciliações e entendimentos, ele é um forte antídoto para os males dos relacionamentos.

Estudos científicos conduzidos pelo prof. James McNulty da Universidade do Tennessee, mostraram que casais propensos a perdoar uns aos outros são mais felizes.

Perdão faz bem ao casamento, mas deve-se cuidar para não se fazer de capacho.

Quando o cônjuge perdoa sucessivamente os maus tratos do parceiro ou parceira, acaba infeliz.

Pessoas boas fazem maldades.

As pessoas ferem outras não só com os seus atos deliberados de maldade, mas também com seus involuntários equívocos.

Temos que compreender a natureza humana, e nós mesmos para não sair culpando todos, julgando e condenando.

Não somos perfeitos, e sei que já causei mal a outras pessoas. Quando o ato é involuntário, e nos damos conta em tempo, devemos nos desculpar, pois é a coisa mais honesta para manter os relacionamentos saudáveis.

Muitas vezes, nem percebemos que causamos mal, e as pessoas nada falam, se distanciam, e nunca vamos saber.