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Viver e sobreviver.

Nem tudo que precisamos para viver faz sentido para sobreviver e vice-versa.

Quando lutamos para sobreviver, temos que descartar muitas coisas e pensamentos e cuidar para que os recursos essenciais sejam providos, abrigo, comida e segurança. É mais ou menos evidente que quando estamos vivendo no modo de sobrevivência, a nossa mente não consegue atinar para outras coisas.

Por outro lado, quando conseguimos níveis suficientes de recursos, temos que alternar a nossa mente para o modo viver. Do contrário vamos provocar desequilíbrios na vida, no organismo físico e na saúde.

Um exemplo claro é quando o organismo está em modo de sobrevivência. Nessa situação, ele procura otimizar o uso da energia e armazena tudo que consegue em forma de gordura naqueles pneuzinhos que você detesta.

A longa jornada de crescimento pessoal.

Podemos achar que vamos acordar uma nova pessoa, renovada, livre de todos os defeitos, mas isso é um trabalho longo, uma jornada que dura o quanto dura a nossa vida.

O crescimento pessoal é uma jornada para a vida toda, na qual depositamos a nossa fé, confiança, dedicação e perseverança. Em suma, temos que fazer a nossa parte, incansavelmente.

Não temos um lugar de chegada, onde vamos parar respirar e descansar. Melhorar a si mesmo é uma luta sem fim. Mas ela é repleta de satisfação e contentamento, pois cada passo que acertamos, melhor nos tornamos e nos encontramos mais capazes para as dificuldades que vem pela frente.

Aproveite o que está fazendo agora, aprendendo as lições e tornando melhor o seu lugar, para si mesmo e para os outros que te cercam.

Ainda dá para consertar.

Ainda dá para consertar, mesmo quando pensamos que tudo está perdido, e parece que o que tinha tudo para dar certo acabou dando tudo errado.

Mas ainda dá para consertar. Respire fundo e não deixe a o desânimo tomar conta.

Deixe a poeira assentar e você vai ver com mais clareza o que deve ser feito.

O primeiro pensamento, aquele da desistência pode correr ciclicamente na sua mente, e você tem que afastá-lo, pelo menos momentaneamente.

Um pouco de pensamento positivo, e a cabeça no lugar, as saídas começam a parecer viáveis e as alternativas atrativas.

Se render para vencer.

É um paradoxo essa questão de se render para vencer.

Guardo a imagem de que a rendição significa a escravidão, certamente fruto das minhas brincadeiras de mocinho e bandido, dos filmes de cowboy. Quem se rendia, tinha que se submeter, se tornava escravo do vencedor.

Mas na vida real, na luta do cotidiano, aprendi que se render, em muitos aspectos significa a liberdade.

Somos iguais no sofrimento.

Os homens são iguais no sofrimento, e por isso, a maior virtude é o exercício da compaixão.

Sentir a dor do outro e ter uma urgência de fazer alguma coisa para que essa dor cesse, é a experiência da compaixão.

Essa cultura do materialismo, status e correria sem limites em cima de uma esteira hedônica, nos leva a crer que podemos ser superior em alguma coisa. Adquirimos o costume de olhar os outros de cima para baixo, mas tudo isso é uma ilusão.

Esforço e disciplina.

Nada que vem de graça tem valor. É preciso suar a camisa, e um bocado de esforço para chegar a algum lugar interessante.

Não é preciso pesquisar muito para ver que as pessoas que realizaram feitos inigualáveis, caminharam por terrenos pedregosos, machucaram os pés, enfrentaram muita cara feia e muitas negativas para chegar aonde chegaram.

Como dizem em inglês: “no pain, no gain”. Sem dor, não teremos ganho nenhum.

A determinação deve ser construída no cotidiano, e algumas dicas são importantes.

Pequenas decisões.

Não negligencie e nem descuide das pequenas decisões. Elas são importantes e impactam a sua vida de verdade.

As grandes decisões te colocam num rumo, mudam a direção e mudam a sua vida, mas as pequenas decisões te mantém no rumo certo, corrigem as pequenas coisas.

Na correria do cotidiano, facilmente nos colocamos em piloto automático e fechamos os olhos para os detalhes, as pequenas coisas, que juntando tudo, impacta a vida como um todo.

Se você não está atento aos detalhes, é sinal de que precisa reduzir a velocidade, e a vida pode passar despercebida.