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Perdoar é quase esquecer

Perdoar é quase esquecer

Aprender a perdoar é uma prática para todos os dias, e perdoar é quase esquecer.

Quando experimentamos o perdão, um pouco de cada vez, é inevitável sentir um alívio no coração.

Quando sentimos rancor e ressentimentos por eventos passados, sentimos como se uma máquina impiedosa apertasse o nosso coração. Especialmente quando respiramos fundo, sentimos como se algo nos estrangulasse por dentro.

Não invente desculpas esfarrapadas

Não invente desculpas esfarrapadas

Inventamos muitas desculpas para não fazer o que tem que ser feito.Nos autossabotamos, deixamos de fazer coisas importantes para nós mesmos e nos afundamos em hábitos ruins, e os ingredientes constantes dessa receita são as desculpas que inventamos para nós mesmos.

Quais são essas coisas que nos limitam?

Limites cabem em qualquer relacionamento

Para tudo há um limite e nos relacionamentos então, temos que atentar para os limites que podem facilmente ser negligenciados. Gostamos de nos intrometer na vida dos outros, tentar controlar e fazer valer a nossa vontade, percepção, ideias e escolhas.

Em cada relacionamento, é importante se estabelecer os limites, e revisá-los permanentemente.

A valiosa liberdade

Preserve a valiosa liberdade. A liberdade que usufruímos hoje é muito valiosa, e podemos fazer quase tudo na nossa vida. As nossas escolhas são variadas, a discricionariedade é enorme e tudo isso é razão para nos afastarmos da escravidão, seja do consumo, dos costumes e hábitos nocivos que outros podem tentar nos impor.

A sociedade de consumo é muito forte, e a propaganda lança mão de recursos científicos sofisticados para nos enganar e nos empurrar para coisas que sequer pedimos, e pior, detestamos.

A nossa liberdade foi conquistada, é um valor sem tamanho, e temos que preservar a todo custo.

Uma das receitas é manter a vida simples, sem tanto apelo consumista, adiar um pouco qualquer compra até que a vontade passe.

A escolha é sua.

A escolha é sua, por mais complicada que seja a situação. Podemos exercitar a nossa discricionariedade, ou livre arbítrio cotidianamente. Escolher alimentar a raiva, ser generoso, ajudar, e mesmo que ninguém nos empurre ou estimule para tal decisão, exercitamos a escolha todo momento.

O que explica algumas pessoas se sentirem felizes e satisfeitas nas mesmas circunstâncias em que outras se sentem depauperadas, miseráveis?

A nossa vida é em grande monta, determinada pelo que se passa dentro de cada um, ao invés das circunstâncias que envolvem os eventos da vida.

E por incrível que pareça, às vezes escolhemos o pior para nós mesmos. Muitas vezes é a autoestima baixa. Uma tendência a autopunição.

O direito de nos livrarmos da raiva.

Temos todos nós, o direito de nos liberarmos da raiva que sentimos dos outros.

Saiba que a paz é absolutamente possível e você tem que se empenhar em fazer valer o seu direito de se liberar da raiva que sente dos outros.

Nelson Mandela, ao sair de 27 anos na prisão, comentou que sentia raiva, ódio pelas pessoas que haviam imposto a ele tamanho mal, mas também concluiu que se continuasse com esse sentimento negativo, ainda seria cativo das mesmas pessoas. E como ele desejava a liberdade, ele deixou ir também toda negatividade.

A raiva é a manifestação visível de um fenômeno desastroso que acontece dentro de você. A sua saúde física e mental termina por ser comprometida com o abrigo continuado da raiva.

Um esforço que vale a pena.

Cada esforço vale a pena para melhorar a sua vida, o mundo e as pessoas que te cercam.

Faça a vida valer a pena e se coloque em ação, sem negatividade.

Deixe o fluxo positivo se estabelecer – esforço-resultado-contentamento.

O progresso não vem de graça, é preciso se esforçar. Esteja em movimento.

Por vezes nos cansamos, desanimamos, mas precisamos fazer um pequeno movimento, por menor que seja, simplesmente para manter o espírito ativo.