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Cumpra a promessa

Cumpra a promessa

Cumpra a promessa que tem feita a você mesma.

Olhe para tudo que tem prometido a si mesma e que ultimamente tem negligenciado.

Todos nós fazemos grandes promessas para o nosso bem, mas nos esquecemos de cumpri-las.

Faça do hoje, um marco para começar a cumprir tudo que tem prometido a si mesma.

Se você tem que fazer, faça logo

Se você tem que fazer, faça logo

Se você tem que fazer algo de que não gosta, mas que é inevitável, não assuma uma postura reativa e infeliz.

Não procrastine.

Respire fundo e vá em frente, sem resistência e com tranqüilidade. O resultado vai ser melhor e a tarefa vai ser executada mais rapidamente.

O erro, muitas vezes é ficarmos enrolando, fazendo com que a tortura seja infindável.

Gratidão é a memória do coração

Gratidão é a memória do coração

Gratidão é a palavra que tem que estar na nossa mente desde a primeira hora do dia. No Natal passado recente (2015), recebi de presente um livro do amigo Julio. Não pude ler o livro de pronto como costumo fazer, mais por conta da correria da mudança de residência e da ocasião festiva. Logo que conseguir pegar o livro para ler,  fui logo na página 42 e li sobre a paz. No meio do texto, encontrei algo que me remeteu aos ensinamentos do meu avô. O escrito dizia que paz é dar e receber e não ter vergonha de pedir e agradecer.

Não deixe a vida correr solta, sem controle, sem timão

Não deixe a vida correr solta, sem controle, sem timão

O cotidiano tem o poder de nos colocar em piloto automático, nem percebemos e o ano já sei foi.

A felicidade está em viver intensamente cada momento. No entanto, os afazeres do dia-a-dia, frequentemente nos colocam anestesiados, insensíveis às emoções da vida. Isso pode significar tocar as tarefas no escritório, voltar para casa e tocar a lista interminável de coisas para fazer.

Lavar pratos e roupas pode ser uma atividade insana, pois tudo vai se sujar novamente.

Fique perto dos amigos e usufrua do conforto das boas companhias

Fique perto dos amigos e usufrua do conforto das boas companhias

Experimentamos altos e baixos na nossa caminhada, e a vida não é sempre um mar de rosas. Ninguém está livre de enfrentar perdas traumáticas e dificuldades expressivas. Várias providências podem nos ajudar a navegar por um período de intenso sofrimento e sobreviver. Voltar-se para a espiritualidade é uma boa opção. Buscar o conforto do ombro amigo, do convívio dos verdadeiros amigos é essencial.

Podemos e devemos buscar o apoio social necessário para levantar a cabeça e tocar a vida em frente mesmo com todas as adversidades que nos afligem.

Já comentei em outra postagem: para que servem os amigos.

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Goste de si mesmo, se valorize e não se faça de objeto dos outros.

Não seja masoquista.

Perceba quando está sendo feita de capacho, e procure evitar tais situações, sem rancor e sem ressentimentos.

Apenas se afaste das pessoas e das situações.

Pessoas intratáveis:

Já comentei no passado sobre: tratando pessoas intratáveis.

Não devemos tolerar agressões, e na iminência de acontecer, devemos tirar o time, dar uma trégua, ou fazer qualquer coisa, menos ficar para receber a agressão.

Algumas pessoas, têm dificuldade de lidar com os próprios traumas e deficiências, e desenvolvem uma atitude beligerante, agressiva, com quer que seja.

Não estamos aí para isso. Ninguém merece.

Agressão:

Quando a agressão e os maus tratos forem freqüentes:

-Não se sinta culpado. Muitas vezes acontece sem sua interferência.

-Não fique para receber a agressão.

-Deixe a pessoa perceber o que está errado – a agressão.

-Ajude-a a se livrar desse defeito – é tudo que você pode fazer.

-Se trate bem, se trate com respeito.

-As pessoas carregam o egoísmo dentro de si – algumas equilibram – outras extrapolam – preste atenção.

-Procure ajuda profissional para você e para o agressor.

Será que você está se fazendo de capacho?

-Se você está sempre concedendo, dando e não está recebendo nada, você pode estar estimulando o fenômeno do capacho.

-Se você não vocaliza, não dá opinião e se deixa levar pelos outros com freqüência também está ajudando.

Não sou um leitor freqüente de Oprah, mas o site dela tem um artigo interessante sobre o assunto, com perguntas adicionais para você identificar o comportamento de capacho.

Oprah – Don’ be a doormat.

Vale à pena ler o artigo, e transcrevo aqui as perguntas:

1-Eu minto sobre os meus sentimentos com medo de desagradar alguém?

2-Eu espero que as pessoas se dêem conta de que cheguei no limite mas não digo nada?

3-Eu fico paralisada quando me perguntam o que quero, gosto ou penso?
4-A minha lista de coisas para fazer está cheia de coisas que não quero e que não gosto?

5-Eu como, choro, fumo e bebo quando estou com raiva?

6-Às vezes me sinto esgotada e explodo com os meus amados e depois me sinto muito mal.

7-Entro em pânico quando penso que alguém pode me desaprovar ou não gostar de mim?

8-Me sinto orgulhoso quando passo por cima das minhas necessidades para agradar os outros?
9-Fico ressentido fazendo coisas para outras pessoas?

10-Reclamado das pessoas e suas demandas quando estas não estão presentes?

Rubens Sakay (Beco)

Como fazer para perdoar a si próprio

Como fazer para perdoar a si próprio

Perdoar é difícil, mas é gratificante. Quem já exercitou o perdão sabe do que estou falando.

Quando perdoamos os outros, fazemos um favor a nós mesmos. É uma decisão que nos afeta, no entanto, não temos qualquer garantia que os outros farão algo a respeito para melhorar a situação.

Mas quando perdoamos a si próprio, sabemos que temos que fazer algo para melhorar a situação e eventualmente tomamos uma ação nesse sentido.