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O especial em cada um de nós

O especial em cada um de nós

Somos todos pessoas especiais, e há uma pessoa especial em cada um de nós. Somos únicos e temos uma contribuição positiva à sociedade que somente nós podemos fazer. Mas precisamos saber disso, e precisamos agir nesse sentido.

Tudo que acontece na sua vida é porque você especial.

Cada um conduz a própria vida de maneira particular e isso nos torna indivíduos únicos e genuínos.

Na escuridão, não enxergamos e nos confundimos

Na escuridão, não enxergamos e nos confundimos

Precisamos da luz para nos reconhecermos na escuridão. Com a luz, ganhamos identidade, individualidade, mostramos a nossa cara. Temos que evitar a sombra da ignorância.

Me recordo sempre da canção muito antiga de Sergio Endrigo, “Pesci Rossi”. A canção começa assim: “come faranno i pesci rossi in fondo al mare a riconoscersi tra loro tutti  neri nell’oscurità”.A canção explica que na escuridão todos os peixes são pretos. Sendo assim, como é que os peixes vermelhos vão se reconhecer, como se destacarão dos outros peixes na escuridão do fundo do mar.

Respeite a sua individualidade

Respeite a sua individualidade

Respeite a sua individualidade. O lado estranho de respeitar a todos e fazer o que todos querem é que todos gostarão de você, exceto você mesmo.

Temos que ouvir os outros, usufruir de suas experiências, mas a nossa razão e o sentido que isso faz para nós tem que prevalecer. Uma fábula que ilustra bem esse princípio é o do homem que vai ao mercado com seu filho e o burro.

Regras impraticáveis

Regras impraticáveis

Muitas vezes cometemos esse descuido de impor regras impraticáveis para os outros e para nós mesmos.

Impor que o seu marido alcoólico beba com responsabilidade toda vez que forem a uma festa.

Impor que seu filho chegue exatamente dentro do horário, sem qualquer tolerância.

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Goste de si mesmo, se valorize e não se faça de objeto dos outros.

Não seja masoquista.

Perceba quando está sendo feita de capacho, e procure evitar tais situações, sem rancor e sem ressentimentos.

Apenas se afaste das pessoas e das situações.

Pessoas intratáveis:

Já comentei no passado sobre: tratando pessoas intratáveis.

Não devemos tolerar agressões, e na iminência de acontecer, devemos tirar o time, dar uma trégua, ou fazer qualquer coisa, menos ficar para receber a agressão.

Algumas pessoas, têm dificuldade de lidar com os próprios traumas e deficiências, e desenvolvem uma atitude beligerante, agressiva, com quer que seja.

Não estamos aí para isso. Ninguém merece.

Agressão:

Quando a agressão e os maus tratos forem freqüentes:

-Não se sinta culpado. Muitas vezes acontece sem sua interferência.

-Não fique para receber a agressão.

-Deixe a pessoa perceber o que está errado – a agressão.

-Ajude-a a se livrar desse defeito – é tudo que você pode fazer.

-Se trate bem, se trate com respeito.

-As pessoas carregam o egoísmo dentro de si – algumas equilibram – outras extrapolam – preste atenção.

-Procure ajuda profissional para você e para o agressor.

Será que você está se fazendo de capacho?

-Se você está sempre concedendo, dando e não está recebendo nada, você pode estar estimulando o fenômeno do capacho.

-Se você não vocaliza, não dá opinião e se deixa levar pelos outros com freqüência também está ajudando.

Não sou um leitor freqüente de Oprah, mas o site dela tem um artigo interessante sobre o assunto, com perguntas adicionais para você identificar o comportamento de capacho.

Oprah – Don’ be a doormat.

Vale à pena ler o artigo, e transcrevo aqui as perguntas:

1-Eu minto sobre os meus sentimentos com medo de desagradar alguém?

2-Eu espero que as pessoas se dêem conta de que cheguei no limite mas não digo nada?

3-Eu fico paralisada quando me perguntam o que quero, gosto ou penso?
4-A minha lista de coisas para fazer está cheia de coisas que não quero e que não gosto?

5-Eu como, choro, fumo e bebo quando estou com raiva?

6-Às vezes me sinto esgotada e explodo com os meus amados e depois me sinto muito mal.

7-Entro em pânico quando penso que alguém pode me desaprovar ou não gostar de mim?

8-Me sinto orgulhoso quando passo por cima das minhas necessidades para agradar os outros?
9-Fico ressentido fazendo coisas para outras pessoas?

10-Reclamado das pessoas e suas demandas quando estas não estão presentes?

Rubens Sakay (Beco)

Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Pare de julgar a todos como se fosse o juiz mundo

Uma das cargas negativas mais pesadas que carregamos, tem a ver com o julgamento que fazemos constantemente das outras pessoas.

Não somos nós que ditamos as regras de comportamento das outras pessoas.

A maneira como cada um se veste, fala ou age é da conta de cada um.

Assim como não ditamos as regras, não podemos dar de uma de juiz, e dizer o que está certo e o que está errado.

Aumente a sua resiliência e a sua capacidade de se recobrar dos revéses da vida

Aumente a sua resiliência e a sua capacidade de se recobrar dos revéses da vida

A vida nos ensina a melhorar a pessoa que somos, crescer especialmente por dentro, aumentarmos a nossa resiliência.

Os problemas que enfrentamos guardam lições valiosas para lidar com tudo que vem pela frente.

Tenho falado muito sobre a resiliência, e vale a pena comentar mais detalhadamente este atributo que se tornou vital qualquer pessoa. Especialmente na educação dos pequenos, esse entendimento é fundamental.