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Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Não dê importância a coisas pequenas e pouco importantes

Avalie sempre a importância que dá às coisas. Temos todos nós uma capacidade de distração incrível, especialmente quando as coisas são negativas. A nossa mente funciona assim, se apegando a coisas que nos incomodam de alguma maneira. Quanto mais tentamos nos livrar de tal pensamento, mais ele gruda na nossa mente.

Damos importância a tantas coisas que na verdade são insignificantes.

O pior é quando nos aborrecemos por coisas miúdas, gastando a nossa energia, paciência e aumentando o nosso estresse.

Já comentei isso numa postagem anterior: tire a cabeça das picuinhas.

Uma postagem antiga de Ali Hale me deu algumas dicas. I worry constantly about lots of little things.

As coisas pequenas continuam na nossa cabeça e tomam o nosso sono, tiram o nosso apetite, quando não nos empurram para a geladeira e o pote de sorvete.

Dois conselhos para se livrar do turbilhão mental

Dois conselhos para se livrar do turbilhão mental

Não se deixe aprisionar pela ruminação e pelo turbilhão mental.

Às vezes a crise chega de repente e como um turbilhão, nos coloca totalmente desorientados.

Primeiro de tudo: afaste os pensamentos insanos.

Segundo: pratique a prece ou a meditação

A prece pode ser a simples e poderosa Oração da Serenidade que já mencionei várias vezes.

Para quem não é afeto à meditação, comece com a respiração compassada e a mente concentrada na própria respiração.

Um pouco de paciência

Exercite a paciência um dia de cada vez. Se alegre com o progresso, mesmo que pequeno. Assim como um músculo do nosso corpo, a paciência tem que ser fortalecida por meio de um bom exercício diário.

Sabemos que a nossa herança diz muito da paciência que uns têm e outros não, mas a prática ajuda um bocado.

Não queremos nenhum músculo atrofiado por falta de exercício, e nem queremos que uma habilidade tão importante seja negligenciada.

O medo dos outros

Muitas vezes nos munidos de coragem suficiente para a empreitada, mas somos bombardeados pelo medo dos outros, e isso acaba nos afetando.

Você vai se lembrar de algumas pessoas que você conhece, e que costumam fazer as seguintes perguntas quando você conta sobre o seu projeto:

Você é muito jovem, será que vai conseguir?

A sua experiência é limitada, será que você vai dar conta?

Muita gente dá com os burros n’água, será que você vai ter êxito?

Ações impulsivas.

Tenho que me controlar para não perder o controle.

As ações impulsivas, sob o calor das emoções podem levar a arrependimentos posteriores.

É preciso ter calma e pensar várias vezes antes de agir.

Para certas coisas é melhor não pensar e agir rapidamente, isso vale para as decisões de fazer ginástica, lavar o carro e fazer dieta.

Mas a vida é repleta de decisões carregadas de componentes emocionais, e não raro conflitantes.