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Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção, e quase nunca contamos com isso. Sempre ouvi dizer que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional. Custei a entender e mais ainda a aceitar, assimilar e aplicar isso em minha vida. Mas a disposição para sofrer menos é libertadora.

A dor:

A dor pode ser inevitável, e muitas vezes realmente o é.

A vida é dura e às vezes nos coloca de joelhos. Somos confrontados com situações para as quais não fomos treinados tais como a perda de entes queridos, a proximidade da nossa própria morte. 

Muitas coisas nos pegam de repente e nos surpreendemos com o nosso despreparo, o casamento, os filhos, o descasamento e assim por diante.

Colhemos muitas rosas no caminho, mas enfrentamos galhos espinhosos, e assim conhecemos a dor.

O sofrimento:

Quando as adversidades nos pegam de jeito, na maioria das vezes escolhemos enfrentar, lutar, digladiar, mesmo contra coisas que não nos dizem respeito. Lutamos e nos revoltamos contra coisas que não temos qualquer controle. É exatamente quando sentimos a nossa impotência e nos rendemos à nossa incapacidade, à nossa modesta dimensão é que conseguimos reduzir o nosso sofrimento. Escolhemos sofrer menos.  

Sofrer menos:

Quando somos apresentados à opção de sofrer menos, nos sentimos libertos, nos sentimos salvos.

É como se fôssemos liberados de carregar uma cruz tão grande, de ter que consertar o mundo.

Descobrimos o nosso papel, a nossa responsabilidade e o alcance das nossas ações.

Descobrimos que não somos Deus.

Não somos tão poderosos:

Quando descemos do pedestal que construímos para nós mesmos, nos colocamos no nosso lugar, no lugar comum onde se é permitido sentir a dor.

É o lugar e a posição de onde se enfrenta o mundo real, onde paramos de pensar que somos tão poderosos.

Sofrer menos é uma opção:

Assuma aquilo que é a sua vida.

Pare de querer cuidar da vida alheia.

Aceite a vida por inteiro, e faça o que está ao seu alcance.

Rubens Sakay

 

Uma vida simples mas cheia de sentido

Uma vida simples mas cheia de sentido

Procure levar uma vida simples, mas cheia de sentido, na direção do seu crescimento pessoal.

O consumismo exacerbado de hoje em dia nos empurra cada vez mais para complicações, sofisticações e isolamento – isso nos afasta da felicidade, prejudica a nossa saúde e acredite, encurta a nossa vida. Leo Babauta já publicou o seu Manifesto sobre a simplificação com 72 dicas, e eu faço o mesmo com algumas poucas, mas importantes.

Gratidão é a memória do coração

Gratidão é a memória do coração

Gratidão é a palavra que tem que estar na nossa mente desde a primeira hora do dia. No Natal passado recente (2015), recebi de presente um livro do amigo Julio. Não pude ler o livro de pronto como costumo fazer, mais por conta da correria da mudança de residência e da ocasião festiva. Logo que conseguir pegar o livro para ler,  fui logo na página 42 e li sobre a paz. No meio do texto, encontrei algo que me remeteu aos ensinamentos do meu avô. O escrito dizia que paz é dar e receber e não ter vergonha de pedir e agradecer.

Perdoar é tirar o ressentimento da nossa lembrança

Perdoar é tirar o ressentimento da nossa lembrança

Quando perdoamos, ficamos com a lembrança descontaminada dos ressentimentos. Sempre dizemos que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional.

Quando deixamos que a memória seja soberana na nossa vida, nos tornamos marionetes do passado. Especialmente os eventos negativos voltam para nos assombrar e causar dor.

Outra característica da mente humana que pode nos prejudicar é a capacidade de catastrofizar os eventos do passado.

8 segredos do perdão segundo o especialista Robert Enright

8 segredos do perdão segundo o especialista Robert Enright

O especialista  Robert Enright no seu recente livro – 8 segredos do perdão nos dá um guia para viver uma vida plena e harmoniosa. Às vezes somos feridos e magoados por outros e podemos carregar essa dor pela vida toda.

Isso acaba por contaminar todas as nossas atividades, nos tornamos pessoas amargas e negativas. Perdoar é o remédio para isso. Quando outros pegam pesado com a gente, temos que lançar mão desta caixa de ferramentas do perdão que Enright detalha no seu livro.

Você não deve se culpar pelos seus erros, desde que…

Você não deve se culpar pelos seus erros, desde que…

Para cada sucesso que temos registrado, temos pelo menos 5 iniciativas que deram errado. E não devemos nos desencorajar com os erros e fracassos. É totalmente normal errarmos, desde que aprendamos as lições. Não devemos nos recriminar, desde que não cometamos os mesmos erros seguidamente.

Todos nós vamos nos lembrar do velho ditado – “errar é humano, repetir o erro é burrice”.

Experimente a compaixão e sinta o poder deste sentimento

Experimente a compaixão e sinta o poder deste sentimento

Procure desenvolver o sentimento da compaixão e vai ver o poder que ele tem de nos trazer a paz, a serenidade e o amor pelas pessoas.

Compadecer-se.

Compaixão é sentir a dor de outro e querer que ela cesse. Compaixão não é sentir pena de alguém. É em parte o exercício da empatia, se colocar no lugar do outro e ter a capacidade de sentir o que o outro está sentindo.

Na visão do budismo é inspirar a dor do outro e expirar o sentimento que possa aliviar o sofrimento.

É se livrar desse hábito antigo de procurar evitar o sofrimento.

Esteja disposto a sentir o que está sentindo.