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As histórias positivas

As histórias positivas

Tenha prazer em contar as suas histórias positivas, aquelas que dão uma alegria de lembrar.

O exercício de recontar as nossas histórias positivas, reforça a satisfação que temos quando as relembramos.

Você vai perceber que tem mais prazer em recontar e relembrar coisas não materiais, as coisas que vem do coração, experiências vividas, inclusive por outras pessoas.

Um reencontro com um amigo de longa data. A descoberta de uma alma gêmea.

As histórias engraçadas, estas nos faz cair de rir sempre que as recontamos.

As etapas da nossa vida, as conquistas e barreiras transpostas são pratos prediletos das nossas histórias, e estão fortemente temperadas de força, persistência, amor e generosidade.

Uma história positiva para contar.

Ao visitar alguém, tenha sempre engatilhada uma história positiva para contar. Leve alegria, procure contagiar as pessoas, e peça também por boas notícias.

Você vai ficar com a mente calibrada para fixar o positivo.

Se a outra pessoa engatar num rosário de coisas ruins, fofocas da vida alheia, use algum artifício para derivar para boas notícias. Percorra histórias positivas, sejam de pessoas conhecidas quanto desconhecidas.

Há sempre alguém do seu conhecimento que fez alguma coisa interessante, conseguiu realizar um sonho, e vale a pena contar essa história.

Os sonhos de infância.

Quando vejo as minhas fotos dos tempos de garoto, me lembro dos sonhos e dos planos de me tornar um cientista.

Coisa boa e sonhar.

Muito disso se torna realidade de uma maneira ou outra.

Com muita curiosidade, assisti uma longa e famosa palestra pela Web, que veio a ser a última aula de Randy Pausch (descrevo um pouco dele na postagem seguinte).

Ao ser informado pelos seus médicos de que tinha de 3-6 meses de vida, proferiu o que se tornou a lendária última aula de Randy Pausch – The Last Lecture.

O video de pouco mais de uma hora pode ser assistido pelo Youtube com legenda em porguês. Clique o botão CC(vermelho) e escolha a legenda em porguês.

Randy, professor da Carnegie Mellon University, faleceu aos 47 anos. Sabia que estava condenado, por conta de uma doença incurável, e a sua última aula se tornou fonte de inspiração para milhões de pessoas ao redor do mundo.

Ela fala sobre os seus sonhos de criança e como percebeu, ao final da vida, que as realizou uma a uma, ao seu modo.

Assistindo a palestra, captei algumas mensagens poderosas.

1-Quando você erra e as pessoas criticam, apontam seus erros, dão conselhos – é um bom sinal. Quando você erra e as pessoas não falam nada, é um péssimo sinal, mostra que elas desistiram de você.

2-As barreiras não estão lá para te manter afastado, fora. Elas estão lá para te lembrar o quanto você deseja as coisas que estão do outro lado. As barreiras estão sim para impedir e afastar as pessoas que não desejam tanto as tais coisas.

3-Experiência é quando você não consegue o que queria.

Randy me mostrou o quanto se pode aprender vivendo plenamente, com a mente aberta e receptiva.

A vida pode ser curta, mas pode ser suficiente para realizar e para ser feliz.

Assistindo a sua última aula, me veio logo o adágio de que devemos nos concentrar em colocar mais vida aos anos, do que mais anos a vida.

Passe adiante.

Beco