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Será que um pouco mais de dinheiro vai me trazer um pouco mais de felicidade?

O dinheiro vai me trazer felicidade?

É uma pergunta que nos fazemos seguidamente, e na falta de resposta, procuramos sempre progredir e conseguir uma renda melhor.

No entanto, para evitar a escravidão do dinheiro temos que refletir sobre duas assertivas:

1-Se o dinheiro trouxesse felicidade, os ricos seriam todos felizes. Sabemos que não é bem assim.

2-Se a felicidade fosse atrelada ao conforto financeiro, os pobres seriam todos infelizes. Sabemos também que não ocorre desta maneira. Encontramos gente feliz em qualquer condição financeira.

Afinal, o que é a esteira hedônica?

Afinal, o que é a esteira hedônica?

Ouvimos tanto falar do hedonismo, da esteira hedônica e do excessivo materialismo. Faço aqui um breve resumo para você entender o lado negativo de confiar muito nos estímulos externos quando pensamos na felicidade.

A esteira hedônica é, de maneira figurativa, onde ficamos correndo atrás do prazer e dos anseios materiais. Como não conseguimos alterar o estado de satisfação a despeito de conseguirmos mais coisas, ficamos estagnados, parados no lugar.

Assim como o ratinho de laboratório, que corre no seu pequeno carrossel, sem sequer sair do lugar, estamos anestesiados pela esteira hedônica. Até parece que acabamos de sair da cadeira do dentista. Quando passa a anestesia fica a dor. Quando nos acostumamos com o que temos e não temos um novo brinquedinho, temos que nos aguentar. É a dor da própria aceitação.

O que eu quero e preciso

O que eu quero e preciso

O que eu quero pode não se o que preciso.

Às vezes a minha percepção pode estar enviesada quanto ao que estou querendo neste momento e a minha real necessidade. O hábito nocivo de querer o que não preciso é próprio de quem está anestesiado correndo na esteira hedônica. Não preciso do carro novo, e tenho que ter em conta que o cheiro de novo passa muito rápido.

Mais dinheiro, uma viagem ao exterior, um carro novo, uma casa maior, tudo isso pode não ter relação com aquilo que realmente preciso.

De repente, a minha real necessidade pode ser coragem para enfrentar um problema sério. Ou serenidade para encontrar a solução, humildade para procurar ajuda, e gratidão para reconhecer uma ajuda amiga.

Procurando a felicidade?

Procurando a felicidade?

Não raro, procuramos a felicidade onde ela tem o hábito de não estar.

Se você está procurando a felicidade dentro de si, saiba que é uma tarefa difícil, e vai exigir de si mesmo um empenho diário sob todos os aspectos.

Se você está procurando a felicidade fora de si, saiba que é uma tarefa impossível, e vai te levar a constantes e decepcionantes ilusões.

Pense na sua busca pessoal. Pense na sua jornada de crescimento espiritual.

A felicidade ao alcance da mão

A felicidade ao alcance da mão

Não deixe a felicidade escapar, e mantenha-a sempre ao alcance da mão.

Muita gente coloca o próprio bem estar fora do seu alcance, fazendo dela algo inatingível, algo que exija um esforço descomunal, ou ainda, signifique uma barganha fora de propósito para atingir.

Escolha ser feliz com as coisas que estão ao seu alcance todos os dias o dia todo. Tenha a felicidade perto de si. Tenha-a ao alcance da própria mão.

Não adie a felicidade para depois que se aposentar, depois do casamento, depois dos filhos.

Feliz com o que tenho.

Sou uma pessoa feliz com o que já tenho.

Dizem que uma pessoa rica não é aquela que tem muito, mas aquela que precisa de pouco.

Procuro mais, e quero realizar mais, mas não perco nenhuma oportunidade de aproveitar, agradecido, por tudo que já tenho.

Uns podem pensar que para querer algo novo tem que estar insatisfeito com o velho. Por exemplo, desejar um carro novo porque está descontente com o atual.

Permita a felicidade.

Deixe a felicidade entrar na sua vida, e tire as limitações que você mesmo coloca, e permita a felicidade, aceite ser feliz.

Como escreveu C.S. Lewis, não deixe que a sua felicidade dependa de alguma coisa que você pode perder.

Não devemos apostar a nossa felicidade somente nas circunstâncias externas, pois tais circunstâncias podem mudar e aí perdemos a felicidade.

Tampouco devemos condicionar a nossa felicidade a conseguir a casa nova, o emprego dos sonhos, a segunda viagem de lua de mel.