Harmonia Posts

Uma versão melhor da realidade

Uma versão melhor da realidade

Procure desenhar uma versão melhor da realidade. Elimine os ruídos e as distorções que todos nós temos o costume de trazer para estragar o que estamos vivenciando neste exato momento.

Olhe para o lado bom das pessoas

Olhe para o lado bom das pessoas

Olhe e preste atenção no lado bom das pessoas. Aproveite o que elas têm de melhor.

Tire proveito do lado bom de cada relacionamento. Somos seres sociais, estamos bem quando convivemos em harmonia com os outros.

Aceitação não quer dizer aguentar tudo

Aceitação não quer dizer aguentar tudo

Aceitação não quer dizer aguentar tudo, se fazer de capacho dos outros.

Precisamos aceitar aquilo que está fora do nosso controle. Parar de carregar pedras na mochila, dar murro em ponta de faca. Aceite a vida por inteiro. Saboreie a vida como ela lhe foi agraciada.

Uma vida simples mas cheia de sentido

Uma vida simples mas cheia de sentido

Procure levar uma vida simples, mas cheia de sentido, na direção do seu crescimento pessoal.

O consumismo exacerbado de hoje em dia nos empurra cada vez mais para complicações, sofisticações e isolamento – isso nos afasta da felicidade, prejudica a nossa saúde e acredite, encurta a nossa vida. Leo Babauta já publicou o seu Manifesto sobre a simplificação com 72 dicas, e eu faço o mesmo com algumas poucas, mas importantes.

Sutil arte de ligar ou desligar

Sutil arte de ligar ou desligar

A sutil arte de ligar o F, na minha visão é a arte deliberada de se desligar de uma porção de coisas que não nos diz respeito. É um recurso valioso para reduzir o estresse e aprender a cuidar mais de si mesmo. Tirar o foco em outras pessoas. Este é o melhor ensinamento de Mark Manson no seu best-seller.

A sutil arte de ligar o F é se desligar:

O título do livro de Manson parece ofensivo, algo que não gostaríamos de ouvir numa conversa séria em família. Na verdade o título adotado no Brasil confunde um pouco o sentido que o autor deu à sua abordagem.

O nome correto do livro, e que traduz o “I gon’t give a f*ck”, seria “Eu não dou a mínima”.

Na explicação detalhada do autor, vem o ensinamento precioso de aprender a se importar com as coisas que realmente importam.

Meu vizinho comprou um carro mais bonito que o meu: “Eu não dou a mínima”.

O meu cunhado conseguiu um emprego melhor que o meu: “Eu não dou a mínima”.

Porque?

Uma recomendação para descobrir se você está se importando por muita coisa boba, é se perguntar porque você se importa com alguma coisa, e veja o que você descobre.

É bem provável que você chegue à conclusão de que está colocando muita coisa no seu radar que não deveria estar lá. Carregando muita coisa na sua mochila que não é seu negócio; pedras, peso morto, ferro-velho.

Veja se tudo isso não é motivado por insegurança, egoísmo, inveja e outros sentimentos negativos.

Um herói crítico:

Manson comenta sobre o “Disapointing Panda”, o herói que ninguém quer ter, aquele que fica te criticando no bom sentido, apontando para aspectos duros da sua vida. Ninguém precisa de um herói como esse, mas todos deveriam representar esse papel consigo mesmo. 

Se ligue naquilo que te diz respeito:

Não dar a mínima, na leitura de Manson não quer dizer se desligar de tudo, deixar tudo correr solto.

É na verdade se importar com aquilo que é a sua vida, e deixar a vida dos outros em paz.

Como já comentei em postagem anterior: Cuide mais da sua vida.

Se ligue em si mesmo.

Rubens Sakay

 

Faça outra pessoa feliz e assim vai ser feliz também

Faça outra pessoa feliz e assim vai ser feliz também

Faça outra pessoa feliz, e saiba que é a maneira mais fácil de ser feliz.

Pode parecer simples e até ingênuo afirmar isso, mas estudos mostram cada vez mais que esse é o melhor caminho.

Já escrevemos muito sobre isso, mas sempre vale a pena voltar no assunto.

Faça outra pessoa feliz:

Há muitos anos atrás publiquei uma postagem replicando as recomendações de Leo Babauta exatamente sobre isso:

Como fazer o outro feliz.

Você pode sempre clicar no link e visitar a postagem novamente, mas vou reavivar algumas das recomendações, e fazer novos comentários.

Você sempre pode acessar o blogZenHabits que é onde aprendi um pouco mais sobre este tema.

Nós todos temos uma ideia de como ser mais feliz, mas o fato é que erramos muito na receita.

Faça outra pessoa feliz e você vai aprender rapidamente que essa é a melhor receita para ser mais feliz.

Se importe com os outros e sinta o prazer e a satisfação que é de fazer o outro feliz.

Mude a sua atitude, e se comporte nessa direção.

Recomendações de Leo Babauta:

1-Mande uma mensagem, um e-mail de agradecimento, ou simplesmente agradeça como julgar conveniente.

2-Dê um abraço, mesmo que sem motivo, transmita calor humano

3-Gaste algum tempo com eles.

4-Esteja lá quando precisarem.

5-Ouça.

Gretchen Rubin, também nos passa 5 recomendações que traduzo abaixo:

1-Aniversários – lembre-se das datas de aniversário das pessoas. É muito fácil manter uma lista.

2-Me lembrei de você – mande um Email relatando o fato de ter-se lembrado da pessoa em tal ocasião ou situação. É sempre bom ser lembrado.

3- Ajude as pessoas a pensarem grande – encoraje os amigos para a realização de coisas grandiosas.

4-Recomendações – se você sabe de uma recomendação fantástica, passe adiante.

5- Apresentações – conecte pessoas com pessoas – muitas situações dependem de alguém que apresente alguém para alguém.

E se, no final, não te ocorrer uma maneira para fazer o outro feliz, lembre-se que ser uma pessoa agradável e desejável no convívio com os amigos já é feito significativo.

Rubens Sakay

Quem são os 5 ladrões de felicidade – aprenda a lidar com eles.

Quem são os 5 ladrões de felicidade – aprenda a lidar com eles.

Os ladrões de felicidade nos atacam diariamente e nos roubam o que há de mais valioso. Aprenda a identificar e lidar com eles de uma vez por todas. Aprendi no livro de John Izzo, “Os 5 ladrões da felicidade“. Neutralize-os, ou faça com que eles estejam a seu favor.

Controle:

O primeiro grande ladrão de felicidade é o controle. A vontade de controlar tudo na sua vida. Imaginar que está no controle do mundo, do seu destino e do destino de outras pessoas.

Não somos tão poderosos assim, e é importante desenvolvermos a aceitação daquilo que está fora do nosso controle.

Ego:

O ego no sentido negativo, do egoísmo, da vaidade, do exagero de foco em si mesmo.

Damos muita importância a nós mesmos, fazemos muitas comparações e deixamos de apreciar a vida, os relacionamentos e a beleza escondida em cada pessoa.

Enquanto colocamos o nosso olhar obsessivo no nosso eu, perdemos de vista a direção, o propósito e sentido na vida.

Desejo:

O desejo intenso em muitas coisas na vida, e que levam à decepção com a vida, com os resultados e com outras pessoas.

Vamos com tanta vontade na direção do nosso desejo que muito facilmente vemos frustradas as nossas expectativas.

Consumo:

A sensação de que lá fora há sempre algo que você precisa.

O impeto de sair comprando, na ilusão de que coisas materiais irão trazer a felicidade, a satisfação com a própria vida.

Cultivamos a inveja, e nas comparações, passamos a correr atrás daquilo que os outros possuem.

Conforto:

Finalmente o conforto, no sentido da inércia, da manutenção de padrões, mesmo que eles não sirvam mais, ou sejam até prejudiciais.

É muito mais fácil ficar onde está. É muito mais confortável manter os hábitos, mesmo que sejam nocivos.

Mas a vida fica mais interessante quando mudamos, e mudamos para melhor.

Somos enganados pela necessidade de segurança, vontade de se proteger, buscando rotinas e evitando correr riscos. Isso pode vir como um disfarce da acomodação e do conforto.

Fique atento para os ladrões de felicidade.

Rubens Sakay