Fraquezas Posts

Um ser humano com forças e fraquezas.

É uma condição humana ser portador de forças e fraquezas, e aceitar ambas é necessário para o crescimento pessoal.

Quando aceitamos as próprias fraquezas com honestidade, mesmo elas acabam por se tornar forças.

Como é que isso é possível?

As fraquezas, quando notadas e analisadas com franqueza, se tornam um degrau para o seu crescimento, pois apontam onde você pode melhorar.

Por esse motivo, temos que aceitar honestamente as nossas fraquezas, pois elas são positivas na nossa vida.

A força da fraqueza.

É preciso ser forte para reconhecer uma fraqueza, assim como é preciso ser corajoso para reconhecer o medo.

Queremos dar uma de forte quando de fato estamos tremendo por dentro.

É preciso muita coragem para reconhecer que estamos temerosos, inseguros e vulneráveis.

Mas o crescimento está aí, em reconhecer o quanto somos vulneráveis, o quanto ainda temos para crescer.

A pessoa fraca que fui um dia.

Fraquezas emocionais já me abalaram de verdade.

Funciona com a gente exatamente como a fraqueza física. É como se não tivéssemos energia para caminhar um pequeno trajeto na vida. Até as pequenas dificuldades já me deixava de joelhos.

Eu me senti tão acabado que comecei a me desfazer de coisas que mais apreciava.

Esperando as coisas mudarem.

Podemos ficar indefinidamente esperando as coisas mudarem. O péssimo costume de procrastinar, empurrar com a barriga.

Isso traz um resultado ruim para nós mesmos.

As coisas não andam, a vida fica parada, os problemas não são resolvidos, simplesmente porque estamos esperando as coisas mudarem por si só.

Temos que deixar de lado essa atitude passiva e conformada, assumindo a responsabilidade pela própria vida.

A fofoca disfarçada.

A fofoca é um veneno que destilamos para os outros, mas que nos envenena a nós próprios.

A fofoca disfarçada é um jeito que arranjamos de fazer a fofoca com a desculpa de querer ajudar.

Quando a fofoca vem disfarçada de ajuda.

-Acho que fulana está precisando de ajuda.

-Não me diga! O que foi que aconteceu?

(Fofoca) – Ela está se separando do marido. Ele anda saindo com sua melhor amiga.

Ainda no meio religioso, se comenta sobre fofocas que vem em forma de oração.

(Fofoca) – Irmãos, vamos orar por fulano que está passando por muitas dificuldades financeiras.

(Fofoca) – Irmãos, vamos orar pela fulana para que ela consiga vencer as dificuldades que ela tem com a sogra.

A fofoca também pode vir em forma de confissão.

-Eu tenho uma confissão a fazer para você.

-Me diga qual é.

(Fofoca) – A sua vizinha não é boa coisa. Eu a conheço de outros carnavais….

A fofoca nos fascina e nos atrai.

Vem sempre com uma roupagem de se manter atualizado, saber das coisas.

Mas no meio de tanta atualização, se encaixa quem anda com quem, quem se separou de quem e quem se ferrou, quando e como.

Quando você ouve uma fofoca, se faça algumas perguntas.

Como você reagiria se outras pessoas estivessem conduzindo uma conversa idêntica sobre você?

Mesmo que o comentário seja verdadeiro, há algum ganho em divulgar, disseminar, compartilhar?

Do fundo do coração – é honesto comentar a vida de outra pessoa desta maneira?

Será que eu preciso saber disso – alguém realmente precisa saber disso?

Não fale dos outros pelas costas. Se é um comentário que não cabe falar com a pessoa, não fale dela pelas costas.

Pense um pouco nas implicações dos comentários. Nenhuma fofoca é totalmente saudável.

Os males comuns das fofocas: difamação, mentira, prejuízo para a carreira, prejuízo para o casamento, prejuízo nas amizades, sem contar o veneno intrínseco da fofoca.

Há um ditado sobre as fofocas que deve servir de reflexão: todos aqueles que te contam fofocas, também fofocam de ti pelas costas.

Ouvir com desinteresse e apenas ignorar o comentário, na prática funciona.

Não critique quem fofoca, não julgue ou corrija.

Experimente a compaixão – ela sempre funciona.

Beco

Um rosário de queixas das outras pessoas.

Pare de reclamar das pessoas.

Ao fazer isso, vai descobrir uma coisa fantástica – seu foco vai mudar das coisas negativas para as coisas positivas da vida.

Isso faz mal também à sua saúde, pois o corpo reage imediatamente como se o ambiente fosse ruim e hostil, o que na verdade não é.

Ao imaginarmos um mundo hostil, ficamos na defensiva.

Ao imaginarmos um mundo bom, ficamos prontos para usufruir o que vier de bom.

Uma idéia interessante e que pode muito bem ser aplicada no nosso caso é apresentada pelo Reverendo Will Bowen no livro “A Complaint Free World” – no Brasil foi editado como “ Pare de reclamar e concentre-se nas coisas boas”.

Bowen explica isso muito bem em um vídeo no Youtube. Coloque algo no punho direito (faixa, fita, qualquer coisa), e cada vez que você reclamar de alguém, ou falar mal de alguém, passe a fita para o punho esquerdo e assim por diante. Gradualmente você vai reduzir e eventualmente eliminar esse péssimo hábito. 

O Reverendo prega que você faça isso por 21 dias que é um período suficiente para quebrar um hábito.

Quando não damos mais vazão aos pensamentos negativos por meio das reclamações, eles simplesmente desaparecem.

O processo passa pelos quatro estágios da competência.

Primeiro temos o mau hábito e sequer damos conta disso – incompetência inconsciente.

Segundo, nos damos conta do mau hábito – incompetência inconsciente.

Terceiro, trabalhamos para nos livrar do mau hábito e conseguimos – competência consciente.

Quarto, você não precisa mais se policiar para cair no mau hábito, pois ele desapareceu – competência inconsciente.

Algumas dicas para parar de reclamar das pessoas e de tudo.

Saia do ciclo vicioso da competição pela pior reclamação – às vezes nos metemos em conversas que rapidamente se transformam numa competição de quem tem a pior reclamação de uma determinada pessoa.

Fique atada aos fatos e dados concretos, sem inventar ou aumentar o que realmente aconteceu.

Fique livre das fofocas e do disse-me-disse.

Quando fazemos isso, ficamos mais leves e atentos ao que se passa, pois a mente não fica mais vasculhando atrás de coisas negativas.

Nos tornamos uma companhia mais agradável – ninguém agüenta mais os reclamões.

Nos tornamos mais criativos, pois examinamos os problemas buscando as soluções e não os culpados.

Você pode ficar tentado a corrigir os outros que vivem reclamando, mas lembre-se que corrigir a si próprio é de longe o melhor que você pode fazer.

Passe adiante.

Beco

A fraqueza não é fracasso.

Reconhecer a fraqueza e ter a capacidade para transformá-la, é na verdade um sucesso.

Muitas vezes colocamos muita atenção nas nossas fraquezas com o receio de falhar e colocar tudo a perder.

Devemos, no entanto, colocar energia para melhorar as nossas fraquezas tirando lições das oportunidades onde fiquei desapontado com o próprio desempenho.

Não existe esse negócio de fraqueza quando acreditamos em nós mesmos, quando acreditamos que podemos melhorar.

Quando eventualmente falhamos, sabemos que podemos fazer novamente e acertar dessa vez, aprimorando, corrigindo e aprendendo.

A fraqueza é apenas uma redução de força, assim como a escuridão é a redução de luz. Ao trazermos a luz para a escuridão, ela se transforma.

Podemos colocar energia nas nossas fraquezas para assim transformá-las.

Isso se aplica ao indivíduo assim como para grupos, sociedade e nação.

Ainda, o próprio conceito de força e fraqueza deve ser repensado.

Às vezes, aquilo que julgamos uma força pode ser uma fraqueza. Uma mente rígida, inflexível e dura é na verdade uma mente fraca, ao passo que uma mente flexível, resiliente, fluida e compassiva, é uma mente forte.

Uma mente que resiste e se recusa é na verdade uma mente fraca, ao passo que uma mente leve e harmoniosa é uma mente forte.

Quando admitimos as nossas fraquezas, reconhecemos que devemos trazer a energia e a luz para esse ponto do nosso ser.

Temos a tendência de concentrar as nossas atividades onde acreditamos estão as nossas forças, recusando ou evitando atividades onde julgamos que podemos falhar.

Mas devemos aceitar e encarar com energia as situações onde vamos lutar arduamente para ter sucesso – aí está o aprendizado.

Aproveite a atividade sem pensar muito no resultado e vai tirar uma lição valiosa.

Beco