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O desconforto pode ser temporário

O desconforto pode ser temporário

Não fique desanimado com o desconforto de um erro ou alguma coisa que deu errado.

Isso tudo pode ser temporário, e você sabe que é capaz de consertar.

Não devemos nos apegar tanto aos fracassos, é hora de aprender as lições e seguir adiante.

Importante também é ter em conta que o sucesso também é passageiro, e tampouco devemos nos apegar a ele.

Deixe ir a culpa

Deixe ir a culpa

Livre-se da culpa para viver em paz, e deixe ir essa carga enorme de infelicidade que te atinge quando se sente culpado ou sai culpando os outros.

No fundo, isso tem a ver com a prepotência. Quando nos culpamos, é porque não entendemos como nós – perfeitos que somos – cometemos tal erro.

Quando culpamos os outros, a lógica é invertida. Se fosse comigo – perfeito que sou – não teria cometido tamanha asneira.

Subconscientemente, acreditamos que a culpa e a prepotência funcionam como elementos de proteção, mas a nossa própria experiência tem demonstrado que o final costuma ser desastroso.

As tentativas não tentadas.

Temos inúmeras dúvidas na nossa vida, se casamos, se mudamos de emprego, e em muitas tantas vezes, deixamos de tentar algo novo, experimentar, inovar, correr o risco.

As tentativas não tentadas representam cem por cento de fracasso, pois simplesmente as detonamos antes de germinarem.

Eu particularmente tenho uma coleção enorme de iniciativas fracassadas, mas foram todas, objeto de alguma tentativa que realizei. Algumas tenho na memória como fracassos hilariantes, outros fracassos quase bem sucedidos. Mas para todas as tentativas, tenho uma sensação de realização, de movimento, de risco e sobretudo da crença de que posso conseguir.

Acredito muito na minha capacidade, e acredito que a sorte pode estar do meu lado, algumas vezes.

O caos familiar.

Estamos sujeitos a enfrentar o caos familiar, por mais que tenhamos nos empenhado, as coisas podem virar do avesso.

Isso pode acontecer por muitos motivos, uma separação, dependência química, alcoolismo, desemprego, ciúme doentio, delinquência e outros tantos fenômenos que podem ameaçar o convívio saudável.

Você deve ter em conta que nada é definitivo, e sempre é possível fazer alguma coisa.

No entanto, não assuma para si toda a responsabilidade – você não é a super-mulher.

Os erros do passado.

Os erros do passado estão aí para te guiar, e não para te massacrar.

Não fique ruminando, se lamentando e se culpando. Aprenda a lição e tenha sempre em mente que valeu a pena.

Cada erro é um portal para novas descobertas, especialmente sobre si mesmo.

Aceite a si mesmo, como autor dos erros cometidos, e se perdoe agora mesmo.

Não culpe o pé de alface.

Não culpe tudo e todos.

Não culpe tudo e todos. Plantamos um pé de alface, e algo não vai bem, e a planta não progrediu conforme esperado.

Você sabe muito bem que não deve culpar o pé de alface. Mas sim analisar as causas fundamentais para que o cultivo não tenha saído a contento. Analisadas as causas, é possível resolvê-las uma a uma, e no final, o alface vai se apresentar apetitosa para a sua salada.

Na vida cotidiana, espalhamos a culpa a torto e a direito. Agimos como se fosse produtivo culpar o pé de alface, foi a lição que aprendi com o monge Thich Nhat Hanh.

Culpamos o carro por ter quebrado, culpamos a chuva pelo vazamento no telhado, e culpamos o cachorro por ter sujado a sala de estar.

O fracasso da imobilização.

Temos que vencer a inanição, a imobilização, a paralisação diante das adversidades.

Podemos ficar perplexos com as barreiras que aparecem na nossa frente, mas não devemos nos amedrontar nem nos acovardar.

Temos que enfrentar as dificuldades de cabeça erguida, pois o maior fracasso é não fazer nada, ficar imobilizado.

Algum caminho, alguma solução tem que aparecer na nossa mente.