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O possível em nossas vidas

O possível em nossas vidas

O que é possível em nossas vidas?

Pensemos naquilo que podemos fazer hoje mesmo,  naquilo que está no alcance de nossas mãos.

Fazemos muitos planos, criamos expectativas, renovamos a nossa esperança, mas temos que agir com base na nossa realidade, na vida tal qual ela se desenrola.

Esperar o impossível e contar com o improvável foge à razoabilidade.

Exerça o poder de ser feliz

Exerça o poder de ser feliz

Coloque em pratica esse poder de ser feliz. Exerça essa capacidade inata conforme explica Robert Holden no interessante artigo na ABCNews. Esse é o tema do seu livro que aborda o poder que cada um tem dentro de si. Podemos e devemos lançar mão deste poder agora mesmo.

Aceite o bom e abandone o perfeccionismo

Aceite o bom e abandone o perfeccionismo

Um dos segredos da felicidade é aceitar o que já tem, e isso inclui o abandono do perfeccionismo, pois o ótimo é inimigo do bom. Temos que aproveitar a vida com tudo que ela nos oferece mesmo quando as nossas expectativas não são plenamente atingidas.

Aceite o bom.

Ninguém é perfeito.

Esperar a perfeição é uma fonte de frustração.

Aprenda a não criar expectativas de um mundo perfeito e aprecie aquilo que já é bom, aquilo que já deu certo.

Pare de esperar pelo inesperado e de contar como certo o improvável

Pare de esperar pelo inesperado e de contar como certo o improvável

Nós nos decepcionamos constantemente com o andamento das coisas.

O mundo não é justo, mas temos que mudar a nossa atitude para reduzir o nosso estresse e nossa insatisfação.

Quando avaliamos as nossas expectativas, muitas vezes nos esquecemos de considerar a probabilidade disso acontecer, e aí, pode estar a raiz de tanta insatisfação.

Esperar o inesperado é sem dúvida uma receita para a infelicidade.

Eu posso desejar o inesperado, o que é diferente, por exemplo, ganhar na Megasena da Virada.

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Temos uma tendência natural de querer controlar o mundo, e invariavelmente entramos em conflito com outras pessoas. Isso sem contar a decepção nas nossas iniciativas, pois a realidade é muito complexa e a nossa capacidade é realmente limitada.

Quando jovens, lutamos pela possibilidade de controlar a nossa vida e até pelo direito de controlar as nossas coisas.

Sonhamos com o dia em que completamos 18 anos para ter o controle sobre a própria agenda, dirigir, não dar satisfação aos pais.

Já adultos, e com a maturidade, passamos a olhar o mundo com mais aceitação. Deixamos um pouco de lado esse ímpeto de impor a nossa vontade, de controlar tudo que nos cerca.

Aceitação, desapego e a dor vai passar

Aceitação, desapego e a dor vai passar

Por vezes a dor pode nos parecer sem remédio, mas é nessa hora que temos que refletir sobre as reações que estamos tendo diante das circunstâncias da vida.

Quando dizemos que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional, é porque nós escolhemos as nossas reações. Com elas, vêm o sofrimento, a culpa, os ressentimentos e arrependimentos.

Nós nos apegamos excessivamente a tudo que planejamos e esperamos da vida. Quando ela nos nega alguma coisa, o caminho do sofrimento se abre como uma grande avenida, ladeira abaixo. Parece que não conseguimos evitar, e logo nos vemos descendo em alta velocidade.

Como não deixar o tédio e cansaço levar a paixão

Como não deixar o tédio e cansaço levar a paixão

A vida tem que ser vivida com paixão, afinal, a paixão é o tempero da vida.

Se entregue com paixão a um novo amor, uma nova amizade, um novo emprego.

Enquanto estiver conduzindo um projeto, faça da melhor maneira e de maneira apaixonada.

Muitas vezes começamos alguma coisa entusiasmados, apaixonados pela empreitada, mas com o tempo vamos perdendo aquela paixão, vamos perdendo o pique.

No começo, ficamos encantados com a perspectiva de um resultado glorioso lá no final, lá na chegada. Ao longo do trajeto, ficamos cansados com o esforço e entediados com a as tarefas rotineiras.