Exercício físico Posts

Transforme as ações em hábitos.

Trabalhe bem os seus hábitos saudáveis e eles se tornam seus aliados poderosos.

Não esgote o seu músculo da força de vontade.

Dê a si mesmo o poder de realizar as coisas, ou mesmo de evitar aquilo que quer interromper.

Se é para fazer o bem, simplesmente faça o bem, e não fique elucubrando se é hora, qual a medida, quais os desdobramentos. Seja bom incondicionalmente, e queira o bem das pessoas em qualquer circunstância.

As frutas no galho baixo.

Quando passamos a prestar atenção na abundância da vida, a primeira coisa que deveria chamar a nossa atenção, é o que chamamos de frutas do galho baixo. Aquilo que não precisamos qualquer esforço para colher e desfrutar.

É o bem estar momentâneo, a satisfação de ter a companhia de alguém, uma refeição deliciosa. É a natureza no canto do pássaro ao longe, a flor que acaba de desabrochar. Uma coisa mínima pode passar despercebida como a música de sua preferência tocando no ambiente.

Quando falamos de apreciar a vida nas pequenas coisas do cotidiano, significa simplesmente colher as frutas do galho baixo.

A minha relação com o estresse.

O estresse já salvou os nossos ancestrais, e graças a isso estamos aqui para contar a história.

Mas uma boa parte daquilo que sentimos como estresse, para a realidade do mundo moderno, é exagerado, e podemos aprender a lidar melhor com isso.

Além do estresse que nos coloca em prontidão para lidar com o perigo e também com as situações críticas, temos o estresse das boas emoções. É o contentamento que transborda em alguns momentos.

Seja autônomo.

Por algum motivo ou outro, as pessoas criam uma dependência uma das outras, e isso não contribui para o bem estar.

Não digo a vinculação afetiva, mas a dependência das coisas práticas, como trocar a lâmpada, costurar um botão na camisa, dirigir, ou resolver coisas corriqueiras.

Minha mãe, desde que era muito pequeno, me estimulou a fazer as coisas sozinho.

Quando eu era bem pequeno, tinha muita dificuldade em me vestir sozinho.

Pratique exercícios físicos.

Mantenha uma atividade física rotineira, se possível, diariamente.

Hoje em dia, mesmo as pessoas comuns, não atletas, buscam mecanismos para se exercitar rotineiramente.

Fácil iniciar e se inscrever nos programas, mas difícil manter o ritmo e a participação, e as opções são muitas, academia de ginástica, aula de ioga, amigos do futebol, grupo de dança e muitos outros.

As desculpas para fugir do compromisso são inúmeras: dor de cabeça repentina, visita inesperada, cansaço, trabalho ou compromissos sociais.

Não incluí, mas vale citar as freqüentes crises de preguiça e desânimo.

Seguem algumas recomendações que funcionam para mim.

Manter um elenco enorme de possibilidades para exercício ao alcance da mão – em casa.

Não desperdiçar qualquer oportunidade que apareça de graça no meio da rotina diária.

Uma caminhada para o trabalho ou mesmo entre um compromisso e outro durante o dia.

Subir alguns lances de escada.

Fazer uma faxina em casa ou mesmo um pouco de jardinagem ajuda a manter a máquina funcionando.

Não se preocupe tanto em queimar calorias. Se preocupe mais em se mexer.

Às vezes desperdiçamos oportunidades valiosas de exercício físico gratuito para depois então pagar uma academia de ginástica que sequer frequentamos.

Carregar umas sacolas de compras do caixa do supermercado até o seu carro no estacionamento é quase igual a levantar alguns quilos na academia.

Subir uns lances de escada equivale a alguns minutos de step na academia.

Uma faxina em casa pode equivaler a toda uma série de puxadas e estiradas de pernas e braços numa máquina sofisticada.

Para os que já recebem orientação profissional e freqüentam uma academia com disciplina e dedicação, as recomendações são dispensáveis, mas você mesmo sabe o quanto é difícil manter o ritmo.

Beco

Se mexa.

Faça alguma coisa.

Dê o passo, mesmo que pequeno. Uma jornada longa se inicia com um pequeno passo. Não deixe que os pensamentos circulares e o turbilhão de preocupações te mantenham imobilizado.

Não realizar nada, acrescida à preocupação excessiva com o passado e com o futuro faz das pessoas verdadeiros postes infelizes.

Qualquer coisa pode ajudar. Um exercício físico, uma arrumação na casa, uma ligação telefônica, uma caminhada mesmo que curta.

Sou de opinião que não seja necessário ir à academia para se manter fisicamente ativo.

No dia-a-dia temos inúmeras oportunidades para manter o corpo em movimento.

Alguns lances de escada ao invés de elevador.

Caminhar até o carro no estacionamento.

Caminhar para ir ao almoço.

Caminhar para ir a uma reunião.

Ajudar nos afazeres de casa – lavar pratos, arrumar a cama.

Ajudar na preparação do jantar, picar os legumes.

A movimentação, mesmo sem chamar isso de exercício faz bem ao corpo e ao espírito.

É melhor qualquer movimento do que ficar sentado na frente da televisão apenas mudando os canais.

Sabemos que o exercício físico previne uma porção de doenças e além de te manter atento, com bons reflexos e livre de acidentes comuns.

O sedentarismo também é um condutor para a obesidade, que por si só se constitui em riscos enormes à saúde.

Dizem que dançar faz muito bem, e os estudos associam bastante a dança e saúde dos idosos. A dança contribui para a socialização, mas também para o aprimoramento do equilíbrio, o que protege os idosos de quedas comuns.

Em muitos casos precisamos estar motivados apenas para dar o primeiro passo, o resto vai como que naturalmente.

É como entrar numa piscina fria. Depois que vencemos a motivação para pular para dentro, continuar nadando é algo mais  natural.

Peter Bregman expõe melhor essa idéia no texto que segue que aparece na Harvard Review.:

http://blogs.hbr.org/bregman/2010/05/how-and-when-to-motivate-yours.html

Passe adiante.

Beco