Encontro Posts

Encontre consigo mesmo no cotidiano.

Procure se encontrar consigo mesmo no cotidiano, enquanto faz aquilo que faz todos os dias.

A rotina não é nem boa nem ruim para uma reflexão sobre a vida e sobre si mesmo.

Certamente não vamos começar a refletir sobre o sentido da vida enquanto procedemos uma cirurgia complicada ou quando estamos em um trecho perigoso de uma escalada. Em tais momentos, a concentração deve ser total.

Mas o cotidiano não é feito totalmente de momentos de extrema atenção, senão entraríamos em parafuso.

Se deixe contagiar.

Se deixe contagiar, diz a escola de medicina de Harvard, em artigo interessante sobre o fenômeno da felicidade entre as pessoas.

Segundo o artigo, na pesquisa do prof. Nicholas Christakis, o contagio virtuoso acontece na família, entre vizinhos, amigos e colegas de trabalho, assim como a gripe, a felicidade contagia aqueles com quem relacionamos.

Somos seres sociais, e uma das maneiras mais marcantes de expressão da felicidade se verifica nos relacionamentos.

Fale de coisas boas.

Se encontre com amigos e familiares e fale de coisas boas.

Conte as coisas boas que aconteceram contigo, e ouça com alegria tudo de bom que tem acontecido com os outros.

Ao contar, sentimos novamente o sabor do evento ocorrido.

Ao ouvir dos outros, o entusiasmo e a satisfação nos contaminam, e penetramos na cena do evento, e nos sentimos felizes também.

Se engaje naquilo que faz.

Se engaje de coração em tudo que faz, mesmo que seja uma coisa mecânica, como cortar a grama, limpar a piscina, ou lavar as panelas.

Quando colocamos a nossa consciência totalmente naquilo que fazemos, interrompemos a ruminação, tão comum quando estamos em atividades que não exigem concentração. Com isso ganhamos a paz e o discernimento para conduzir a própria vida.

Quando estamos com a mente perturbada, e isso acontece com frequência, ficamos com a mente vagando seja no passado ou no futuro. Perdemos assim a chance de aproveitar a vida.

A vida é desperdiçada enquanto ruminamos os problemas ou desviamos o nosso foco para a vida alheia.

Perceba os bons momentos.

Precisamos de três bons momentos para se sobrepor a um mau momento. Isso quer dizer que se você gravar na sua mente uma coisa negativa que aconteceu contigo, você deve buscar três positivas para equilibrar.

A contabilidade trabalha contra a nossa felicidade e bem estar, portanto, trabalhe duro para acumular mais bons momentos no seu caderninho, na sua memória.

O nosso cérebro está programado para isso por milhões de evolução. Como diz o neuropsicólogo Dr. Rick Hanson, temos que nos preocupar mais em comer o lanche de hoje e menos em não ser o lanche de hoje.

Encontrando meu lugar neste mundo.

Afinal de contas qual é o meu espaço, e qual é o meu pedaço neste mundo?

O mundo é enorme, e nem que eu viva dez vezes mais, vou dar conta de conhece-lo todo, no entanto, fico sempre questionando qual é a parte que me cabe, e no final, o qual é o espaço que vou ocupar?.

Penso nos bens materiais, na minha família que vai se expandindo, nas minhas amizades, e também no meu conhecimento.

O que ainda me cabe fazer e conseguir? O que o destino ainda me reserva?

Encontre a sua tribo.

Embora tenhamos amigos de todo tipo, sentimos às vezes, necessidade de encontrar pessoas que tenham o mesmo tipo de interesse, que façam coisa parecida e possam compartilhar do mesmo tipo de discussão.

É a expressão usual –  encontrar a sua tribo.

Celetine Chua, em postagem no site Dumb Little Man comenta exatamente isso e passa algumas recomendações, que comento aqui.

Por vezes, queremos nos relacionar com pessoas com o mesmo tipo de ocupação profissional, prática de esporte, atividades artísticas, e isso pode não ser mais fácil que você imagina.

1-Pessoas que você conhece – Celestine recorre à lei dos 6 graus de separação, para dizer que as pessoas com o mesmo interesse que o seu estão aí, quase ao alcance da mão. A regra diz que todos os indivíduos no mundo estão conectados dentro da regra de 6 graus. Um amigo seu, 1 grau, amigo do amigo, 2 graus e assim por diante, em seis degraus, vamos nos conectar com todos. Há um bocado de matéria na Web sobre essa teoria, incluindo experimentos e palestras. Se desejar, pesquise o termo “six degrees of separation” e vai encontrar um mundo de informação para se atualizar.

2-O seu local de trabalho – Isso vale tanto para o trabalho quanto para a escola. O sistema de recrutamento das empresas, as carreiras e as profissões escolhidas, bem como as escolas que escolhemos freqüentar, já nos colocam num grupo de pessoas com alguma afinidade, e isso deve ser considerado para se procurar os iguais.

3-Clubes e comunidades – Veja as comunidades com um hub de concentração de pessoas de mesmo interesse. Isso vale para os clubes de recreação, clubes profissionais, por exemplo, escritores, grupos de interesse culturais, e redes sociais.

4-Inicie um blog – Essa é a própria experiência de Celestine, que escreve o blog – The Personal Excellence Blog – Não é uma recomendação comum para quem quer iniciar a busca dos iguais, mas funciona. No caso do Celestine, ela se conecta com 10000 leitores de interesse comum, o que aconteceu em 2 anos de existência do blog.

5-Eventos – Os eventos de network, comunidades, podem ser uma chatisse de troca de cartões, mas alguns são muito valiosos. É bom garimpar e freqüentar os mais significativos.

6-Seminários/Workshops – As pessoas, dedicadas e especializadas não dedicariam tempo e dinheiro para participar de seminários, sem que fosse produtivo, e isso torna essa modalidade interessante.

7- Procure e contate – Há várias maneira de procurá-los, por exemplo o Linkedin, Facebook e os próprios blogs. São recursos fáceis de usar, e embora algumas pessoas se sintam constrangidas em usar, é um lugar comum tal prática.

Beco