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O que a ciência diz sobre o amor real

O que a ciência diz sobre o amor real

Temos que acreditar e investir no amor real pois ele é tudo de bom. Sabemos hoje dos incontáveis benefícios não só no aspecto social quanto físico e emocional. O amor tem várias fisionomias, e qualquer que seja a sua apresentação, acho que o amor é o máximo. O amor conjugal, fraterno, materno, e principalmente aquele que podemos praticar a todo momento.

O amor é sutil, é uma profunda satisfação quase sem explicação, e não vale a pena tentar explicar, pois a racionalidade não alcança essa sutileza.

O nosso dia a dia é uma correria, onde a expressão dos sentimentos é quase uma coleção de pequenos fragmentos. Mas sei que experimentar alguns momentos de amor profundo te permite ir e vir na profundeza do seu eu. É como ir lá no fundo beber um pouco da energia para subir e seguir conduzindo a vida de forma mais leve e revigorada.

Amor real

Diz Dr. Greg Baer, um médico que escreve sobre o tema amor, que o amor real, o amor genuíno, é aquele que quer a felicidade do outro sem esperar qualquer coisa em troca. O amor é uma profunda expressão

Fique perto dos amigos e usufrua do conforto das boas companhias

Fique perto dos amigos e usufrua do conforto das boas companhias

Experimentamos altos e baixos na nossa caminhada, e a vida não é sempre um mar de rosas. Ninguém está livre de enfrentar perdas traumáticas e dificuldades expressivas. Várias providências podem nos ajudar a navegar por um período de intenso sofrimento e sobreviver. Voltar-se para a espiritualidade é uma boa opção. Buscar o conforto do ombro amigo, do convívio dos verdadeiros amigos é essencial.

Podemos e devemos buscar o apoio social necessário para levantar a cabeça e tocar a vida em frente mesmo com todas as adversidades que nos afligem.

Já comentei em outra postagem: para que servem os amigos.

Alguém vai encontrar alguém

Alguém vai encontrar alguém

A vida é cheia de encontros, e nós podemos e devemos ajudar as pessoas se encontrarem.

Tem sempre alguém buscando alguém para tratar de algum assunto específico e se você pode ser o elo de ligação, trabalhe nisso.

Se conecte e ajude alguém a se conectar com alguém.

Você vai ajudar, e no final, o ajudado é você. Pense como é bom conhecer pessoas, saber quem pode te ajudar e saber quem conta com sua ajuda.

A vida é rica na medida em que construímos uma rede solida de relacionamentos.

Reative os seus grupos de amigos

Reative os seus grupos de amigos

Contate aquele amigo que não vê há tempos. Não se distancie daqueles que enchem o seu coração.

A nossa saúde e felicidade está bastante associada aos grupos que pertencemos. Com o avançar da idade, e com a correria do dia a dia, deixamos de participar dos nossos grupos, e deixamos também de formar novos grupos. Além do que, passamos mais tempo isolados na frente do computador, e agora, conectados a um mundo websferico todo ao alcance da mão.

A alegria altruísta.

A alegria altruísta é estar feliz pelo sucesso e felicidade de outros.

Se você tiver dificuldade para praticar isso, faça como nos ensina o Dr. Rick Hanson no seu livro “Hardwiring Happiness”: tente se sentir feliz com a alegria de um menino tomando o seu sorvete, a felicidade de um bebê no colo da mãe.

Depois passe para experimentar com adultos, passando por pessoas desconhecidas e já no estágio avançado, ficar feliz com o sucesso pessoas que você sequer gosta.

É difícil chegar a esse estágio, mas como tudo, devemos começar um passo de cada vez.

O eu muito escondido.

Vivemos tanto tempo em piloto automático, correndo atrás das prioridades do trabalho, que sequer encontramos consigo mesmo.

O eu fica tão escondido que nem mostra a sua cara durante o dia todo. É lamentável, e temos que consertar isso.

Temos que aprender a se conhecer, e deixar que essa pessoa maravilhosa se revele em tudo que fazemos.

Não tenha medo do que vai encontrar, se aceite por completo, pois a aceitação é condição essencial para mudar aquilo que quer mudar.

Encontre consigo mesmo no cotidiano.

Procure se encontrar consigo mesmo no cotidiano, enquanto faz aquilo que faz todos os dias.

A rotina não é nem boa nem ruim para uma reflexão sobre a vida e sobre si mesmo.

Certamente não vamos começar a refletir sobre o sentido da vida enquanto procedemos uma cirurgia complicada ou quando estamos em um trecho perigoso de uma escalada. Em tais momentos, a concentração deve ser total.

Mas o cotidiano não é feito totalmente de momentos de extrema atenção, senão entraríamos em parafuso.