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Não se deixe consumir pela raiva

Não se deixe consumir pela raiva

Temos muitos motivos para sentir raiva, é uma coisa natural que vem lá de dentro do nosso ser ancestral. No entanto, temos que atentar para o fato que a raiva pode consumir a própria pessoa, e temos que fazer alguma coisa para evitar.

É um mal que infligimos a nós mesmos, e fazemos mal ao ambiente e às pessoas à nossa volta.

Nos ensina Thich Nhat Hanh em seu livro “Aprendendo a lidar com a raiva”,

Você ouve ou só espera sua vez de falar? Cuidado!

Você ouve ou só espera sua vez de falar? Cuidado!

Preste atenção nas pessoas e mais ainda naquilo que elas estão dizendo.

Aprendemos com as nossas experiências e aprendemos muito mais com as outras pessoas.

Apesar de termos dois ouvidos e uma boca, corremos sempre o risco de falar mais do que ouvir.

Os outros estão falando, lições valiosas estão sendo repassadas, mas estamos tão concentrados nas nossas idéias que sequer ouvimos o que nos é passado de graça.

Ouça o que o outro está dizendo.

Conhecer as pessoas, conhecer a sua mente, aprender com as experiências alheias é um recurso que não devemos desperdiçar.

Aprendi algo valioso de uma postagem do Dumb Little Man- tips for life (pequeno e estúpido homem- dicas para a vida) sobre aprender a ouvir.

Não seja irritante com as outras pessoas

Não seja irritante com as outras pessoas

Não seja uma pessoa indesejável no seu meio, seja trabalho ou ambiente familiar.

Se alguém se irritou com o que você disse, não repita, e não alimente a confusão.

Você já deu o seu ponto de vista. Prosseguir só vai dar mais calor na discussão e mais estresse.

Quando você irrita as pessoas, esses sentimentos negativos voltam para você mesmo. Só faz mal a você mesmo.

Lidando com as colisões humanas.

Na nossa vida estamos vez por outra colidimos com as pessoas, sejam nos relacionamentos, nas opiniões, nas atividades, enfim, não há como agradar a todos. Precisamos aprender a lidar com encontrões muitas vezes involuntários.

Há pessoas que ficam iradas por qualquer coisa, e basta um esbarrão para ficar de cara amarrada pelo resto do dia.

Outras são capazes de relevar, atribuir importância adequada para cada situação. Mas sei que somos capazes de contrariar e mesmo de ofender as pessoas, e há muitas formas de lidar com isso.

A primeira providência clara é reconhecer o incômodo que causamos e se desculpar imediatamente. Quando isso acontece em público, em meio a outras pessoas, é importante se retratar ali mesmo, na frente de todos.

Respostas prontas e desatualizadas para tudo.

Não sei de tudo, e não sou o sabichão, o oráculo do saber.

Tenho que abandonar as respostas prontas para tudo, pois elas podem muito bem estar desatualizadas.

Tenho que manter a mente aberta, aprender mais e discursar menos.

Muita coisa para dizer, pouca coisa para aprender – tenho que me habituar ao modo de aprendizagem.

Deixe por menos.

Dê um desconto naquilo que acontece de errado no seu cotidiano, especialmente quando envolve outras pessoas. Não se deixe impactar exageradamente pelos atos de outras pessoas.

Sabemos que as pessoas podem se exceder nas reações, e nós mesmos já fizemos isso incansáveis vezes.

Dê um desconto, deixe por menos, deixe passar e siga adiante.

Não vale a pena computar tudo que acontece na sua vida, como uma conta corrente de descontos e depósitos.

Os outros podem discordar.

É uma luta lidar com opiniões contrárias.

Acredito que seja para mim uma aprendizagem sem fim, um passo de cada vez.

Sempre tive essa deficiência de me achar o sabichão, e procuro elaborar bem as minhas ideias. Mas quando recebo opiniões contrárias, a minha mente entra em alta rotação. Procuro intensamente melhorar essa minha característica.

Não sou dos piores, mas estou muito longe do que chamo de mente aberta.