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A solidão pode matar

A solidão pode matar

O maior risco para a vida das pessoas é a solidão. Mais do que as doenças, mais do que tudo que você pode imaginar. Muitas doenças aparecem e se desenvolvem no árido terreno da solidão.

Recentemente assisti à palestra da Dra. Lissa Rankin, medica, pesquisadora e autora que abordava naquela oportunidade a importância de se preocupar com a solidão.

Desprezo – um mal que merece ser corrigido

Desprezo – um mal que merece ser corrigido

Temos que nos livrar dessa sede de sentir desprezo pelos outros, se alegrar com a desgraça alheia e desejar o mal dos outros.

Fazemos fofocas, sentimos inveja, pensamos o fracasso de outras pessoas.

Você não imagina o mal que isso faz a nós mesmos.

O espírito arrogante imagina que está se colocando muito acima das outras pessoas quando na verdade está se posicionando na baixeza e na pobreza da alma.

Qualidade nas interações.

Prime por conexões humanas cheias de qualidade, carregadas de energia positiva.

Não deixe o rancor, os ressentimentos a inveja e tantos outros sentimentos negativos povoarem as suas conexões com as pessoas. Não coloque veneno, não ofenda nem provoque reações que você mesmo não vai apreciar.

Plante exatamente o que quer colher. Se você quer simpatia, seja simpático. Se você quer ser bem tratado, trate bem os outros.

Experimente algumas receitas que dão resultado.

Toda vez que passar pelo caixa do supermercado, dê um sorriso autêntico, do fundo do coração, e faça um comentário positivo, elogie e seja agradável.

O desprezo e o desamor.

O desprezo e o desamor podem envenenar a nossa vida. Você se sente desprezado, mal amado?

Liste e enumere as razões que te levam a tais conclusões.

Verifique se essas conclusões, algumas delas muito antigas, mas muito antigas ainda se sustentam hoje.

Se você constatar que são como pilhas velhas e jornais antigos, simplesmente descarte-as. Se você achar que estão valendo ainda hoje, faça uma análise de como você pode aceitar, trabalhar, resolver.

Peça também pelos seus desafetos nas suas orações.

O maior exercício de humildade e desprendimento é pedir pelos seus desafetos nas suas orações. Vai perceber, ao praticar isso, uma leveza no coração, um alimento para a sua paz e felicidade. Isso vai aliviar os seus ressentimentos, que no final é veneno para você mesmo.

Sabemos o quanto é duro pedir o bem, justo para aqueles que nos fizeram mal.

Quanto mais duro sentimos a tarefa no nosso coração, é sinal do quanto é grande a carga negativa que estamos carregando desnecessariamente, e com prejuízo para o nosso bem-estar e nossa felicidade.

Não faça uma oração exclusiva para os seus desafetos.

Comece a oração pedindo pelos seus entes queridos, os amigos do peito e finalmente passe para os desafetos.

Se você começar com os desafetos, vai acabar desistindo.

Deixe o seu coração amolecer um pouco, deixe a camada de gelo derreter, para então, com muito carinho consigo mesmo, orar por quem ainda machuca o seu coração.

Não peça para o seu Deus tirar os defeitos da outra pessoa. É possível que ELE não enxergue essas coisas como defeitos. Peça que ELE ilumine o caminho dessas pessoas, e que elas sejam ajudadas a encontrar o caminho do crescimento, e que eles encontrem a graça de viver em paz.

Mesmo que você não chegue a amá-los como diz o livro sagrado, isso vai amenizar a raiva e o ressentimento dentro de si.

Vai te trazer paz e bem-estar.

É possível que você não queira ver os desafetos, falar com eles, se relacionar, mas a oração é um ato íntimo, e acontece somente entre você e o Deus da sua crença.

É também possível que você não venha mais a encontrar os seus desafetos, e eles não venham sequer a cogitar que você pediu por eles, e ainda assim, a oração vai te fazer bem.

E de quebra, se em alguma oportunidade, você puder, pessoalmente, fazer um bem a eles – faça de coração.

Beco

Abandone a sede de sentir desprezo por outras pessoas.

Fazemos fofocas, sentimos inveja, pensamos o mal para as pessoas.

Você não imagina o mal que isso faz a nós mesmos.

O espírito arrogante imagina que está nos colocando muito acima das outras pessoas, e no fundo, estamos sendo posicionados lá embaixo, na malcheirosa imundície do chão.

Quando a auto-estima está muito baixa, o amor próprio está tão prejudicado que chegamos a nos odiar, e uma maneira de nos maltratar, é maltratar os outros. Talvez esperando um revide, uma agressão e sofrimento.

A baixa auto-estima é uma voz insistente na sua cabeça pedindo para se comportar inadequadamente, ou agressivamente.

Quando a voz se cala, nos deprimimos – quando ela volta, agredimos.

Isso tem remédio.

É preciso elevar a auto-estima.

Algumas recomendações:

Aprenda a gostar de si próprio.

Faça uma lista do que gosta em si próprio.

Faça também uma lista do que gosta nas pessoas mais chegadas.

Toda vez que você se deparar comparando muito com os outros – pare para uma reflexão.

Toda vez que estiver desejando muito aquilo que os outros possuem – pare para analisar se não é um desejo doentio do tipo – quero porque ela tem e eu não tenho.

Não deixe a mente vagar muito nas suas falhas passadas.

Focalize a sua atenção mais nas forças e menos nas fraquezas.

Sinta o frescor da generosidade e dos bons fluidos penetrarem nas suas veias.

Quando a auto-estima está baixa, até aquilo que realizamos é medíocre, pois as nossas expectativas de nós mesmos são modestas.

Se valorize.

Goste de si.

Goste dos outros.

Evite o desprezo a todo custo.

Beco