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Se dê aquele empurrão

Muitas vezes nos sentimos meio empacados, por algum motivo, perdemos o pique, e parece que a locomotiva vai parar.

Temos que providenciar um empurrão, e não temos que esperar por ninguém, e temos que fazer isso nós mesmos.

Faça alguma coisa que mostre a si mesmo que o impulso está ocorrendo, a energia está sendo transformada em movimento.

Os desafios e dificuldades aparecem todos os dias, e se não mantivermos a energia em alta, podemos entrar numa estagnação, que por si só, nos coloca para baixo.

A barreira da negação.

A negação me deixa de mãos atadas, pois não posso lutar contra algo que não reconheço como verdadeiro.

Em muitos casos, como nos ensinou a médica Elisabeth Kübler-Ross, começamos com a negação, e temos que vencer essa etapa para começar a agir e resolver os nossos problemas.

Enquanto estou na negação, é como se uma parede se colocasse entre mim e a imagem do problema, não há como enxergar, e aquilo que não enxergo, não posso resolver.

A negação é um processo natural do ser humano, e é ela que dá um tempo para que nos preparemos emocionalmente para alguma coisa negativa e pesada, e todos nós estamos sujeitos a isso em algum momento do nosso trajeto.

Vai ficar bem.

Quando alguém te conforta e diz – tudo vai ficar bem, imediatamente você sente uma paz tomar conta de si.

Faça isso consigo mesmo, se conforte e se encoraje diante das adversidades.

Acredite que tudo vai ficar bem, e abrande os pensamentos trágicos que passam pela sua cabeça e que não representam a realidade da sua vida.

O mundo não é tão complicado assim, e é possível ser feliz mesmo com todas as dificuldades.

Faça pensamento positivo e aja como se fosse possível se desvencilhar de tantas complicações, e não jogue contra si próprio.

Qualidade nas interações.

Prime por conexões humanas cheias de qualidade, carregadas de energia positiva.

Não deixe o rancor, os ressentimentos a inveja e tantos outros sentimentos negativos povoarem as suas conexões com as pessoas. Não coloque veneno, não ofenda nem provoque reações que você mesmo não vai apreciar.

Plante exatamente o que quer colher. Se você quer simpatia, seja simpático. Se você quer ser bem tratado, trate bem os outros.

Experimente algumas receitas que dão resultado.

Toda vez que passar pelo caixa do supermercado, dê um sorriso autêntico, do fundo do coração, e faça um comentário positivo, elogie e seja agradável.

Uma reserva de coragem.

É preciso uma reserva de coragem. Há momentos que o chão parece nos faltar, o tempo à nossa frente se arma em tempestade, e parece que vamos ser devorados vivos.

Nada disso vai acontecer, e é bom você acionar a sua reserva de coragem, pois a jornada pode ser longa, e os problemas podem demorar um pouco a se resolver.

Hoje, acabo de ler um livro de Pema Chodron, intitulado Taken The Leap, e na sua parte final, ela escreve e eu vou transcrever: deep down in the human spirit there is a reservoir of courage – it is always available, always waiting to be discovered. Bem lá no fundo do espírito humano há uma reserva de coragem – está sempre disponível, esperando para ser descoberto.

Não se esqueça.

Não se esqueça da pessoa que tem dentro de si.

Se cuide com carinho, não se agrida e tampouco se deixe contaminar, se estragar pelos acontecimentos negativos.

Toda vez que sentir a raiva te dominar, pronta para te envenenar, pense no cuidado que tem que ter consigo, e se acalme, não deixe entornar o caldo.

Não se ofenda rapidamente.

Evite que as ofensas te afetem rapidamente. Não deixe a temperatura da água se elevar de repente.

Estabeleça um retardo entre a suposta ofensa e a sua indignação. Não se deixe impactar, sem que um espaço de tempo sirva de colchão, amortecendo o estrago emocional.

Com um pouco de retardo, o perdão pode entrar em cena e tornar esse evento insignificante.

Até que ponto isso tem importância? Qual a importância que isso vai ter daqui a uma semana, um mês.