Defeitos Posts

Conservando os meus defeitos.

Difícil abandonar os velhos defeitos.

Mesmo reconhecendo que devemos fazer um esforço nos livrarmos deles, no final, a tarefa acaba sendo mais difícil que imaginamos.

Assim como resistimos a qualquer mudança, mesmo quando a mudança é para melhor, temos umas armadilhas mentais que nos pegam direitinho.

-Eu sou assim mesmo.

-Não vou mudar.

-Não dá para ensinar uma nova lição a um burro velho.

Sei que sou assim.

Sei que sou assim e tenho que aprender a me valorizar.

Podemos incorrer no erro que é passar a vida tentando ser alguém que não é, e não falo sobre status ou aspectos materiais.

Me refiro às características pessoais, e é bom abandonar esse projeto e passar a ser quem você é de verdade.

Isso pode parecer de entendimento corriqueiro, mas aprendi que não é. É preciso um bocado de reflexão para entender quem você é. Aí passamos para a segunda etapa que é se aceitar plenamente, suas imperfeições e suas qualidades.

Ouvir com humildade.

Para ouvir a palavra certa, devemos ouvir com humildade.

Temos o hábito de abrir os ouvidos apenas para as pessoas do nosso nível social ou educacional.

Quando ouvimos pessoas de outros meios, simplesmente fechamos os ouvidos, fazemos de conta que estamos prestando atenção.

Ouvir com preconceito, com uma ideia preconcebida sobre o tema ou sobre a pessoa é um desperdício para quem ganhou dois ouvidos.

Um ser humano com forças e fraquezas.

É uma condição humana ser portador de forças e fraquezas, e aceitar ambas é necessário para o crescimento pessoal.

Quando aceitamos as próprias fraquezas com honestidade, mesmo elas acabam por se tornar forças.

Como é que isso é possível?

As fraquezas, quando notadas e analisadas com franqueza, se tornam um degrau para o seu crescimento, pois apontam onde você pode melhorar.

Por esse motivo, temos que aceitar honestamente as nossas fraquezas, pois elas são positivas na nossa vida.

Refletir sobre as próprias palavras.

Temos que refletir seriamente sobre as próprias palavras. Dizemos coisas que nos arrependemos depois. Ofendemos, mentimos, manipulamos e insultamos as pessoas.

Procuro evitar esse tipo de comportamento, mas deixo escapar vez ou outra, e o resultado é um enorme desconforto para mim mesmo.

Outro comportamento negativo é dizer por dizer, dizer da boca para fora, enfim, algo que não toca o nosso coração.

Na verdade não quero dizer aquilo, mas acabo dizendo, e isso não é bom, pois acabamos passando uma imagem desonesta, alguém não confiável.

Saber muito dos outros e pouco de si próprio.

Podemos facilmente se sintonizar na vida dos outros, o que faz, o que gosta e quais são as suas posses. Certamente vamos prestar atenção e até pesquisar as suas realizações os seus problemas e seus traumas. Rapidamente estamos julgando, comentando e dando palpites na sua vida, decisões, escolhas e modo de vida.

Quando isso acontece, ou seja, saber muitos dos outros, acabamos deixando de atentar para a nossa própria vida. Acabamos vivendo a vida dos outros.

E a nossa vida como está? Quanto tempo gastamos cuidado dos nossos próprios interesses, entretidos com os próprios problemas?

O prazer enriquecedor de aceitar outra pessoa

Aceitar outra pessoa tal qual ela é produz um bem estar para nós mesmos. Temos o péssimo hábito de julgar imediatamente a outra pessoa.

Nem bem a compreendemos e já estamos rotulando e enquadrando.

Quando conseguimos aplacar essa tendência para julgar e compreendemos honestamente suas ações e seus motivos, experimentamos uma sensação enriquecedora de usufruir da sua companhia.

Aceitar as outras pessoas é fundamental para convivermos em harmonia.