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Não dependa tanto dos outros e assuma a tarefa de cuidar de si mesmo

Não dependa tanto dos outros e assuma a tarefa de cuidar de si mesmo

Assuma a tarefa de cuidar de si mesmo. Queremos a independência e autonomia desde cedo. Quando garoto, me lembro da aventura de fazer as coisas sozinho. Ainda jovem, a experiência de morar fora de casa foi uma mistura de liberdade, excitação e frustração. Mas a vida é mesmo difícil, a vida social um tanto complexa e a dependência uns dos outros acaba sendo a realidade.

É verdade que todos cuidam dos entes queridos, mas não devemos esperar nem reclamar que outros cuidem da gente todo momento, e especialmente com o envelhecimento, temos que trazer de volta a nossa ansiedade por independência e autonomia.

Em paz com suas decisões

Em paz com suas decisões

Pondere e analise bem as suas decisões, mas fique em paz com elas, uma vez assumidas.

Facilite a sua tomada de decisões. Descomplique. Torne as suas escolhas factíveis, alcançáveis. Facilite a sua vida e seja mais feliz.

Não coloque no elenco de alternativas aquelas impossíveis. Não coloque no elenco de decisões aquelas desastrosas.

Entenda que decisão significa liberdade. Aproveite bem e de maneira inteligente.

As decisões dos outros

As decisões dos outros

Não assuma a responsabilidade sobre as decisões do outros. Você já tem muito para cuidar, e deve deixar que os outros assumam a responsabilidade sobre suas escolhas, ações e decisões.

Nós já temos responsabilidades o suficiente para a largura dos nossos ombros. Deixe que os outros assumam as responsabilidades pelas próprias vidas.

Deixe um pouco do peso nos seus ombros escorregarem. Importante – não os apanhe de volta.

Muita coisa que aconteceu no mundo não é sua responsabilidade, nem é sua culpa.

Você não é tão poderoso assim. Não assuma o que não é seu.

O que você quer?

O que você quer?

Preste atenção para aquilo que você realmente quer na vida.

Entenda o que acontece contigo. Preste atenção nas suas vontades e suas necessidades. Mas fique atento para as coisas reais, e não aquelas impostas ou sugeridas de fora. Não se perca nas mensagens de fora, para não perder as mensagens de dentro.

Estou com fome? Estou cansado? Estou alegre? Me sinto sozinho?

A escolha clara

Podemos ficar confusos sobre a melhor escolha. Quando ponderamos com serenidade, um pouco descontaminados da forte emoção do momento, podemos enxergar melhor as nossas escolhas.

Escolher com clareza é colocar as coisas nas devidas proporções. Sem descuidar de si mesmo, das prioridades permanentes da vida, a saúde, a família, as amizades, a segurança financeira e pessoal.

Há uma maneira de fazer

Há sempre uma maneira boa de fazer.

Não há problema que você não possa resolver, e é preciso calma e serenidade para perceber a solução se mostrar.

Muitas vezes estamos tão atordoados com a situação que nem atinamos para possibilidades que estão bem no nosso nariz.

Há sempre uma maneira de resolver as coisas, mesmo que não concordemos. Temos que analisar com um certo distanciamento das nossas obsessões.

Não raro, ficamos tão obcecados por coisas que desejamos e almejamos que ficamos cegos para as soluções que estão claramente colocadas diante de nós.

O que aprendi com a crise

Tire proveito da crise, sempre ouvimos. Mas sabemos que é muito difícil atinar sobre isso no meio da tempestade.

Mas o nosso cérebro e a nossa intuição aprende em qualquer situação. Saiba que enquanto você está apavorado com tudo de ruim que está te acontecendo, alguma coisa está mudando em você.

Um pouco mais adiante, olhando a crise depois que aconteceu, podemos rememorar e nos dar conta das lições que aprendemos.

Posso me sentir grato por alguma coisa?

Sou uma pessoa melhor?

Sou uma pessoa renovada?