Culpa Posts

Não deixe a culpa te destruir.

Não devemos deixar a culpa nos destruir.

Não exagere o significado dos seus erros, e eles estão aí para te ensinar alguma coisa e não para te destruir.

Não deixe a culpa se transformar num obstáculo ao seu crescimento.

Busque a serenidade para olhar com realidade para seus erros.

A maioria dos seus erros pode ser reparada.

O que não pode ser reparado, ainda assim pode se transformar num ensinamento.

Não pegue carona nos problemas dos outros.

Ajudar os outros é muito importante, mas embarcar nos problemas dos outros é algo que devemos evitar.

Não quero com isso dizer que você deve agir friamente diante do sofrimento alheio.

Mas sinto às vezes que temos uma tendência a seguir de carona nos problemas dos outros. Nem bem alguém conta um problema e eu já me enveredo imaginando que tenho o mesmo problema.

Isso é um efeito contagioso que temos que bloquear.

Batalhas que nunca terminam.

Tem coisa que é para a vida toda.

Coisas boas e outras não tão boas.

Às vezes é uma batalha que nunca termina, é uma doença incurável, um relacionamento em família, algo que pode não acabar mesmo.

Ficamos loucos para dar fim, mas simplesmente não é assim.

Temos que parar de lutar e aceitar.

Já comentei aqui: o que resiste, persiste.

Se é para a vida toda, e não há o que possamos fazer para remediar, o melhor a fazer é aceitar.

A Internet, e a blogsfera estão repleta de experiências de pessoas que carregam uma cruz para a vida toda e nem por isso perderam a vontade de viver e ser feliz. É a aceitação.

A aceitação é a chave para nos liberarmos dessa carga.

A aceitação é a rendição frente a uma batalha que não vai terminar, e não faz nenhum sentido seguir lutando.

Às vezes travamos uma batalho consigo próprio querendo mudar algo que está totalmente fora do nosso controle. Não podemos simplesmente nascer de novo, do jeito que queremos.

Quando adolescentes, temos muito dessa angustia de travar batalhas sem nenhuma finalidade, com os nossos pais, com o sistema e conosco mesmo. Mas ao amadurecermos, isso não faz mais sentido.

A vida se torna mais fácil e fluida quando aceitamos melhor as coisas e deixamos de lutar contra si próprio todo tempo.

Nos todos cometemos erros, e quando caímos, temos que ser o primeiro a se ajudar.

Quando estamos travando uma batalha sem fim consigo próprio, somos o primeiro a se boicotar.

Fazemos isso quando baixamos a cabeça.

Fazemos isso quando baixamos a auto-estima.

Fazemos isso quando nos deixamos tomar pelo medo.

Fazemos isso quando nos culpamos.

Se aceite, se poupe, se ajude e seja feliz.

Beco

Seja romântico.

O romantismo preserva o relacionamento.

Parece algo óbvio, mas os estudiosos se debruçaram sobre o fenômeno do relacionamento amoroso para estudar o relacionamento duradouro.

Estudo conduzido pela pesquisadora Bianca Acevedo da Stony Brook University, concluiu que o relacionamento romântico não deságua necessariamente em relacionamento de companheirismo e de amizade.

O relacionamento romântico pode ser duradouro, e nesse caso, os pesquisados demonstraram maior satisfação com o relacionamento.

Por outro lado, o relacionamento sem calor romântico, apenas pelo companheirismo conduz a apenas uma satisfação moderada.

A pesquisadora destaca a diferença entre paixão e amor romântico, e a diferença está na obsessão, que acontece está presente no primeiro caso.

O estudo foi conduzido em 6070 pesquisados foi publicado na American Psychological Association.

O que vale a pena destacar, no artigo que li, é que os casais querem ter mais satisfação no relacionamento e querem que ele seja duradouro, devem investir no romantismo.

Quem vê o seu relacionamento progredindo para um relacionamento de companheirismo, deve refletir se não é hora de dar uma guinada, lançando mão de mil artifícios para trazer de novo o romantismo esquecido.

Algumas recomendações para preservar um relacionamento romântico:

-Exercite a compreensão, a empatia e a transigência.

-Elimine o jogo da culpa no relacionamento – não deixe que isso passe sequer pela cabeça.

-Traga o romantismo nas mínimas coisas e nos momentos mais singelos do cotidiano.

-Reduza as expectativas e não exija mais do que o razoável – baixe o tom das cobranças.

No geral, deixe o seu coração falar.

Beco

O mundo seguro da culpa.

Me culpo pois fico inseguro sem explicações.

Me culpo porque não tenho que dar explicações.

Não gosto de viver num mundo inseguro, e sei que culpar-se é a aversão à insegurança.

A culpa não exige explicações você culpa e é só isso.

Me culpo pelo que aconteceu e acabou.

Culpo os outros pelo que aconteceu e acabou.

Parece um caminho fácil e seguro, mas pode ser desastroso para o seu bem estar.

A culpa tem a ver com a prepotência, como já comentei aqui.

Nos culpamos porque nos julgamos tão perfeitos que não poderíamos ter falhado desta maneira.

Culpamos os outros porque, fôssemos nós, perfeitos que somos, não teríamos cometido tamanha burrada.

Na verdade, não tenho que me sentir culpado por não ter dado conta de fazer alguma coisa.

Tampouco tenho que sair culpando os outros – afinal, porque tem que haver sempre um culpado?

Não devo ter expectativas e cobranças excessivas nem dos outros nem de mim mesmo.

Parece que a culpa nos libera de seguir crescendo. A culpa só domina aqueles que se julgam perfeitos, e portanto não há no que melhorar.

A culpa também nos leva ao comodismo.

Há aquele típico pensamento: eu sou infeliz porque o meu casamento é um fracasso e não há nada que eu possa fazer.

Você já se pegou conduzindo uma conversa negativa consigo mesmo?

O seu diálogo interno é de crescimento?

Aponta para um direcionamento na sua vida?

No final, esse jogo da culpa que assumimos sem perceber, nos torna incapaz, infeliz e desmotivado.

Temos que assumir a responsabilidade sobre as nossas vidas.

Temos que aceitar os resultados indesejáveis, sem culpar ninguém e aprender com a experiência.

Coloque o foco no positivo, no seu crescimento.

Quando algo não der certo, mude o seu comportamento, mude o seu plano de ação e siga em frente.

Espere dar certo, se fixe no resultado positivo.

Beco

Não se culpe pelo mau tempo.

Talvez não seja culpa sua.

Muita coisa não dá certo por fatores completamente fora do seu controle.

Não se culpe pelo mau tempo.

Quando o resultado não corresponder à sua expectativa, tire proveito da experiência mesmo assim.

Não se lamente e nem se culpe porque está chovendo.

Muitas vezes levamos o jogo da culpa a limites além do razoável.

A nossa aparência física, um mal incurável, uma perda na família, tanta coisa acontece na nossa vida, e não é  um sinal de fraqueza, desleixo ou castigo.

Até nas coisas mais práticas, nos vemos atribuindo alguma culpa a nós mesmos:

-estamos construindo uma casa e nos culpamos pelo preço crescente dos materiais de construção.

-temos dificuldade para contratar uma secretária domestica e atribuímos alguma culpa a nós mesmos.

Analise o seu comportamento em cada situação, e verifique se realmente você teve alguma influência no resultado.

Um desentendimento às vezes ocorre por uma falha de comunicação totalmente involuntária, e não há quem culpar.

A culpa é uma barreira para seguirmos adiante, crescer e fazer as mudanças nas nossas vidas.

Se responsabilizar pelos nossos atos é diferente de nos culparmos ou culpar os outros.

Quando assumimos a responsabilidade sobre a nossa vida, sabemos o alcance das nossas ações, sabemos o que está no nosso controle e o que não está.

O jogo da culpa é um jogo que acaba preservando os nossos defeitos ao invés de permitir que nos livremos deles.

O jogo da culpa mina a autoconfiança, e nos ata a pensamentos negativos.

Num relacionamento, é muito fácil entrar no jogo da culpa, aliás, é o que mais acontece. Culpar o outro e culpar a si próprio.

Deixe um pouco a raiva e o calor dos acontecimentos e pense naquilo que você mais valoriza no relacionamento.

Assuma uma atitude de buscar esse valor juntamente com o companheiro.

Assuma a sua busca pela felicidade sem culpar o outro e sem se culpar.

Beco

O bom é aceitável.

Aceite o bom.

Ninguém é perfeito.

Esperar a perfeição é uma fonte de frustração.

Aprenda a não criar expectativas de um mundo perfeito e aprecie aquilo que já é bom, aquilo que já deu certo.

Buscar padrões elevados de vida, querer desempenhos superiores em tudo que vivemos é normal, enfim, é a receita de pessoas vencedoras, mas há uma diferença fundamental entre desejar a perfeição e esperar a perfeição.

A última está intimamente ligada ao perfeccionismo. O mundo não é perfeito e nós não somos perfeitos e esperar a perfeição em tudo é uma receita infalível para a frustração.

O mundo da propaganda vende uma imagem perfeita associada aos produtos e serviços. Querem vender os produtos, mas incute um pensamento que incita a busca da perfeição, o que nos leva à frustração em tudo que vivemos, o emprego, as finanças, e até a aparência física.

De repente, o mundo aceitável se tornou inaceitável, e com isso, nos tornamos pessoas amargas, recusamos os elogios, pois julgamos pouco merecedores – não atingimos a perfeição que tanto almejamos.

O mundo do perfeccionismo é também o mundo da culpa. Nos culpamos pela perfeição que ainda não atingimos e culpamos os outros pela perfeição que idealizamos para eles, e que também não atingiram.

Pratique uma gratidão positiva, e dê graças pelo que já atingiu, pelo que não está errado.

Veja o que você anda dizendo a si mesma. Tome nota para analisar melhor e dê fim em tudo que contenha pensamentos negativos.

Cultive a tranqüilidade e a aceitação do que é bom.

Desafie os pensamentos automáticos da crítica excessiva.

Seja justa consigo própria.

Beco