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Deixe ir a culpa

Deixe ir a culpa

Livre-se da culpa para viver em paz, e deixe ir essa carga enorme de infelicidade que te atinge quando se sente culpado ou sai culpando os outros.

No fundo, isso tem a ver com a prepotência. Quando nos culpamos, é porque não entendemos como nós – perfeitos que somos – cometemos tal erro.

Quando culpamos os outros, a lógica é invertida. Se fosse comigo – perfeito que sou – não teria cometido tamanha asneira.

Subconscientemente, acreditamos que a culpa e a prepotência funcionam como elementos de proteção, mas a nossa própria experiência tem demonstrado que o final costuma ser desastroso.

Além dos arrependimentos.

Temos que ter a capacidade de viver além dos arrependimentos.

Um pouco de arrependimento é bom, pois nos impede de cometer as mesmas besteiras sucessivamente, mas ficar ruminando sobre tudo que deu errado, se culpar ou culpar os outros não leva a lugar algum.

Sinta o arrependimento, mas não deixe que ele te imobilize, te deixe triste por um tempo além do razoável.

Use a sua energia para trabalhar nos problemas de hoje, deixando de lado os problemas do passado, os resultados insuficientes e as pessoas desprezíveis por traz das situações.

Conduza a vida olhando para frente, enfrentando os problemas e fazendo o que tem que ser feito.

Vença a dúvida.

Vença a dúvida que você tem sobre si mesmo e que limita os seus projetos pessoais.

Reflita sobre o que pensa a seu respeito, desconstrua cada dúvida. Procure as evidências e as certezas e faça com que o resultado seja uma nova imagem de si mesmo.

O nosso caminho é repleto de dificuldades, e não é difícil nos flagrarmos duvidando da nossa capacidade.

Afinal, deixamos de lograr êxito em muitas das nossas empreitadas, e a análise que fazemos sobre os fracassos podem passear por duvidas sobre si mesmo.

Muitas dúvidas, culpas e arrependimentos nos levam à estagnação, e temos que evitar esse estado.

Nunca se arrepender.

Uma maneira certa para ficar estagnado e não fazer mais nada da vida, é acordar de manhã, olhar para o passado e se arrepender. Temos que abandonar esse procedimento negativo e totalmente improdutivo.

É certo que temos que carregar um pouquinho de arrependimento, o suficiente para não cometer as mesmas asneiras repetidamente, mas muito arrependimento é um caminho para não fazer mais nada.

Olhe para frente, considere o que é importante fazer hoje e saia fazendo. Parta para ação.

As barreiras do perdão.

Há muitas barreiras do perdão, e vale a pena discorrer um pouco sobre elas. Devemos fazer sempre um esforço para perdoar, pois sabemos que o perdão é um ato de amor consigo mesmo. Também não devemos perder a oportunidade de ajudar o outro a perdoar.

Quem já fez o percurso e aprendeu algumas técnicas boas para perdoar, deve ensinar o outro, sempre que a situação exigir e permitir.

O perdão não significa necessariamente a reconciliação, a aceitação de ato condenável, ou mesmo se fazer de capacho. Temos que assumir o perdão como um ato individual. Pode não ter qualquer desdobramento para a pessoa perdoada, a não ser que você escolha expressar o ato de perdoar.

O caos familiar.

Estamos sujeitos a enfrentar o caos familiar, por mais que tenhamos nos empenhado, as coisas podem virar do avesso.

Isso pode acontecer por muitos motivos, uma separação, dependência química, alcoolismo, desemprego, ciúme doentio, delinquência e outros tantos fenômenos que podem ameaçar o convívio saudável.

Você deve ter em conta que nada é definitivo, e sempre é possível fazer alguma coisa.

No entanto, não assuma para si toda a responsabilidade – você não é a super-mulher.

Acostumado a culpar os outros.

Tenho que abandonar esse vício, essa mania de culpar os outros.

O maior responsável pela vida que levo, sou eu mesmo.

Ao assumir a minha responsabilidade, vou deixar que essa pessoa que sou eu, desabroche.

Quero alçar novos voos e realizar grandes projetos, mas não vou conseguir enquanto ficar preso aos eventos antigos, fracassos do passado, e a culpa que me ata a cada um deles.

A culpa é um sinal de prepotência, seja me culpando ou culpando os outros.